Finalmente! Finalmente cheguei ao fim do livro a “Paula”, de Isabel Allende. Já algum tempo que o livro me acompanha e, ainda me lembro de quando o comprei. Adorei o livro, embora tenha ficado um pouco triste pela morte de Paula. No fundo esperava que ela recuperasse, mas afinal não. E é engraçado como ela morreu com a idade que tenho agora, 28 anos. Para quem não leu, aconselho, está muito bem escrito, para além de ser verdade o que está escrito, o que se traduz numa leitura mais apetecível, por assim dizer. Neste livros existem partes mesmo íntimas da escritora reveladas, o que também revela a meu ver o quanto a escrita pode ser terapêutica. E também que a escritora é uma corajosa.
Lembro-me que a primeira coisa que me cativou no livro foi a capa. Foi a imagem de Paula, o seu sorriso sincero e genuíno. Também tem um olhar cativante. Depois li o resume do livro, e pensei que havia de ser bom livro, e comprei. Não ia com o propósito de comprar um livro, mas acabei encontrando e na escolha escolhi algo com qualidade. Podia ter errado, mas não. Lembro-me quando estava na registadora, uma senhora com idade de ser minha avó, me dizer que o livro era bom, que o lido e gostado muito. Achei piada. Faz-me lembrar quando comprei o cavalete para pintar a tela, que um senhor quando me viu na rua com o cavalete, me desejou boa sorte para a pintura ou algo assim.
Custa sempre a morte, sobretudo em idades mais novas. Uma mãe ver o filho ou filha morrer é algo que nem consigo imaginar, porque também não é algo que a nós seja natural. A morte é o fim, de uma caminhada aqui na terra. No fundo nada é nosso, mas apesar disso iludimo-nos e pensamos que sim. Quando vemos a morte por perto é que pensamos na importância da vida. Nos parvos que somos por vezes, teimosos e egoístas. Nestes momentos em que nos lembramos de quanto gostamos de certas pessoas, e nem demonstramos isso. Enfim…pensamos em muita coisa. Por vezes é preciso um choque como este para acordarmos. Outras vezes é algo que só nos deita a baixo. Temos é de ser fortes.
Agora mesmo estava pensando, uma coisa boa para aproveitar a vida é viajar, com boa companhia claro! Conhecer novos sítios, novas culturas, abrir a mente, e sair deste buraquinho. looool Mas para isso também preciso de férias, né!!!
Lembro-me que a primeira coisa que me cativou no livro foi a capa. Foi a imagem de Paula, o seu sorriso sincero e genuíno. Também tem um olhar cativante. Depois li o resume do livro, e pensei que havia de ser bom livro, e comprei. Não ia com o propósito de comprar um livro, mas acabei encontrando e na escolha escolhi algo com qualidade. Podia ter errado, mas não. Lembro-me quando estava na registadora, uma senhora com idade de ser minha avó, me dizer que o livro era bom, que o lido e gostado muito. Achei piada. Faz-me lembrar quando comprei o cavalete para pintar a tela, que um senhor quando me viu na rua com o cavalete, me desejou boa sorte para a pintura ou algo assim.
Custa sempre a morte, sobretudo em idades mais novas. Uma mãe ver o filho ou filha morrer é algo que nem consigo imaginar, porque também não é algo que a nós seja natural. A morte é o fim, de uma caminhada aqui na terra. No fundo nada é nosso, mas apesar disso iludimo-nos e pensamos que sim. Quando vemos a morte por perto é que pensamos na importância da vida. Nos parvos que somos por vezes, teimosos e egoístas. Nestes momentos em que nos lembramos de quanto gostamos de certas pessoas, e nem demonstramos isso. Enfim…pensamos em muita coisa. Por vezes é preciso um choque como este para acordarmos. Outras vezes é algo que só nos deita a baixo. Temos é de ser fortes.
Agora mesmo estava pensando, uma coisa boa para aproveitar a vida é viajar, com boa companhia claro! Conhecer novos sítios, novas culturas, abrir a mente, e sair deste buraquinho. looool Mas para isso também preciso de férias, né!!!







Penso que cada um tem a sua maneira de ser e viver de acordo com os seus ideais, mas acredito também que muitas pessoas depois de lerem um livro, acabam por mudar certa parte da sua forma, começam a ver as coisas de forma diferente.Ler ajuda em muito, como disseste há pouco serve de terapia, a mim tem-me ajudado a tentar ultrapassar esta fase que estou sozinho, ocupa-me o tempo e a mente. Há quem não goste de ler, quem não saiba disfrutar de uma boa leitura, mas talvez porque não tenha dado hipótese a que tal viesse acontecer, porque ler um livro pela nossa própria vontade é completamente diferente do que ler um livro da escola, que é o que muitas pessoas julgam.
ResponderEliminarbeijoca