
O FEITIÇO DE JADA (5)
Jorge precisava de colocar as ideias em ordem, afim de tomar a melhor decisão. Não queria trair o seu coração e, assim foi caminhar para a praia. Deparou-se com algo que o intrigou, era um dos lenços amarelos de Jada. “Até parece ser um sinal” – pensou Jorge. Mal sabia ele que Jada estava ali perto sob a forma de Alfarrobeira. Ela apesar de tudo conseguia ver, e viu Jorge a aproximar-se dela. Ali se sentou ele. Ela estava arrependida, e queria o seu perdão.
Jorge ficou meio estupefacto, de repente estava a ouvir alguém falar. Perguntou – “quem está aí?”. Jada, com esforço, respondeu: “sou eu Jada”. Ele dizia – “ onde? não te vejo!”. Ela – “estou aqui...sou a alfarrobeira ao teu lado...tive tanta inveja da tua esposa, do vosso amor, que lançei um feitiço... perdoa-me Jorge.”. Ele não sabia se a perdoava ou não, e foi-se embora.
Passado uma semana, Jorge voltou depois de ter pensado muito. E perguntou a Jada, se o amor dela por ele era verdadeiro. Ele disse-lhe que no fundo gostava dela, mas agora já não sabia se isso não tinha sido um acto de bruxaria dela. Jada disse – “juro que não, o único feitiço que fiz virou-se contra mim”. Jorge fez uma pausa e, abraçou a alfarrobeira, concedendo-lhe o perdão. Jada, como se fosse um milagre, transformou-se de novo em mulher.
Diante dos seus olhos castanhos - esverdeados, estava Jada, sem nenhuma roupa. Este, já decidido que era com ela que iria ficar, despiu a camisa para cobrir o seu corpo. Pegou nela ao colo, e levou-a para um sítio que ele conhecia, um abrigo ali perto. Houve um momento de silêncio, que rapidamente foi quebrado com um beijo. Com as suas mãos longas ele tocou-lhe na face, encostou o seu rosto no dela, e num gesto delicado beijou-lhe os lábios. A temperatura subia e, o coração de ambos batia mais forte. As suas línguas tocavam-se com prazer. Completamente impregnados pela loucura, deixaram-se levar pela emoção. Levantaram asas, e viajaram para o país das maravilhas. A lua chegou, e os dois ficaram ali deitados.
No dia seguinte, ao nascer do sol, remaram rumo ao desconhecido. Para eles nada mais importava, pegaram num barco e foram descobrir se o amor deles seria suficientemente forte para vencer todos os obstáculos, se juntos seriam um só.
Jorge ficou meio estupefacto, de repente estava a ouvir alguém falar. Perguntou – “quem está aí?”. Jada, com esforço, respondeu: “sou eu Jada”. Ele dizia – “ onde? não te vejo!”. Ela – “estou aqui...sou a alfarrobeira ao teu lado...tive tanta inveja da tua esposa, do vosso amor, que lançei um feitiço... perdoa-me Jorge.”. Ele não sabia se a perdoava ou não, e foi-se embora.
Passado uma semana, Jorge voltou depois de ter pensado muito. E perguntou a Jada, se o amor dela por ele era verdadeiro. Ele disse-lhe que no fundo gostava dela, mas agora já não sabia se isso não tinha sido um acto de bruxaria dela. Jada disse – “juro que não, o único feitiço que fiz virou-se contra mim”. Jorge fez uma pausa e, abraçou a alfarrobeira, concedendo-lhe o perdão. Jada, como se fosse um milagre, transformou-se de novo em mulher.
Diante dos seus olhos castanhos - esverdeados, estava Jada, sem nenhuma roupa. Este, já decidido que era com ela que iria ficar, despiu a camisa para cobrir o seu corpo. Pegou nela ao colo, e levou-a para um sítio que ele conhecia, um abrigo ali perto. Houve um momento de silêncio, que rapidamente foi quebrado com um beijo. Com as suas mãos longas ele tocou-lhe na face, encostou o seu rosto no dela, e num gesto delicado beijou-lhe os lábios. A temperatura subia e, o coração de ambos batia mais forte. As suas línguas tocavam-se com prazer. Completamente impregnados pela loucura, deixaram-se levar pela emoção. Levantaram asas, e viajaram para o país das maravilhas. A lua chegou, e os dois ficaram ali deitados.
No dia seguinte, ao nascer do sol, remaram rumo ao desconhecido. Para eles nada mais importava, pegaram num barco e foram descobrir se o amor deles seria suficientemente forte para vencer todos os obstáculos, se juntos seriam um só.
Fim







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