Afinal o que provoca em nós o prazer, o sentimento de satisfação e diversão? Enfim o que é o prazer em si? Todo o prazer é coordenado pelo cérebro. Foi descoberto que a dopamina é a substância responsável pela criação desses sentimentos, que são libertados em várias situações, como quando usamos surfamos, comemos chocolate, rimos, fazemos sexo, etc. Existem muitas maneiras de liberá-la, e varia conforme a pessoa, pois não existe nenhum cérebro igual, e por tal a reacção perante um estímulo é sempre diferente. O que numa pessoa provoca prazer, noutra pode provocar desagrado. E mesmo sendo o mesmo indivíduo uma determinada coisa pode despertar prazer num dia, e no seguinte já não. Acredita-se que altas quantidades de dopamina podem estar relacionados com um aumento de energia, e uma sensação de felicidade. Mas será que é o prazer, que provem do desejo, que leva à felicidade? O prazer é algo mental, ou seja proporciona na realidade uma felicidade efémera. O desejo acaba por ser um obstáculo à verdadeira felicidade, pois causa sofrimento, pois depende da sua satisfação ou não. O prazer tem origem a algo exterior a nós, ao passo que a alegria tem origem dentro de nós, do nosso coração.
A alegria vai para além do prazer. Ao passo que o prazer parte do mental, a alegria parte do Ser. A alegria proporciona a felicidade duradoura, uma vez que é produto do amor. O amor verdadeiro não provoca sofrimento, é assim a confiança profunda. Quando amamos alguém, tornamo-nos em nada. É algo que acontece, flui, sem esforço. Se houver esforço é porque não há amor. “Amor, alegria e paz não podem florescer a não ser que te libertes do domínio da mente.” “Situam-se para além das emoções, a um nível mais profundo.” (Toller, 2001:47) Assim há que estar consciente das emoções antes de sentir o que está além delas.
“Em vez de procurar o que não têm, encontrem o que nunca perderam” (Sri Nisargadatta Maharaj)
A felicidade está em contentarmo-nos com o que temos. Uma vez li numa revista que para o surfista Tiago Pires o seu herói, eram as pessoas que não precisavam de muito para serem felizes. Isto porque não é a satisfação de desejos que vai provocar a felicidade ou o estado de alegria, mas sim o amor, o amor incondicional.
“O amor é como a morte: você morre no que respeita á sua imagem material, você morre na medida em que pensa que é um corpo; você morre como um corpo e transforma-se em energia, energia vital. “ (Osho, 2006:150)
Bibliografia:
- Osho (2006), Tantra – A Compreensão Suprema, Editora Pergaminho, 1ª edição, Cascais
- Toller, Eckhart (2001), O Poder do Agora, Editora Pergaminho, 1ª edição, Casca
A alegria vai para além do prazer. Ao passo que o prazer parte do mental, a alegria parte do Ser. A alegria proporciona a felicidade duradoura, uma vez que é produto do amor. O amor verdadeiro não provoca sofrimento, é assim a confiança profunda. Quando amamos alguém, tornamo-nos em nada. É algo que acontece, flui, sem esforço. Se houver esforço é porque não há amor. “Amor, alegria e paz não podem florescer a não ser que te libertes do domínio da mente.” “Situam-se para além das emoções, a um nível mais profundo.” (Toller, 2001:47) Assim há que estar consciente das emoções antes de sentir o que está além delas.
“Em vez de procurar o que não têm, encontrem o que nunca perderam” (Sri Nisargadatta Maharaj)
A felicidade está em contentarmo-nos com o que temos. Uma vez li numa revista que para o surfista Tiago Pires o seu herói, eram as pessoas que não precisavam de muito para serem felizes. Isto porque não é a satisfação de desejos que vai provocar a felicidade ou o estado de alegria, mas sim o amor, o amor incondicional.
“O amor é como a morte: você morre no que respeita á sua imagem material, você morre na medida em que pensa que é um corpo; você morre como um corpo e transforma-se em energia, energia vital. “ (Osho, 2006:150)
Bibliografia:
- Osho (2006), Tantra – A Compreensão Suprema, Editora Pergaminho, 1ª edição, Cascais
- Toller, Eckhart (2001), O Poder do Agora, Editora Pergaminho, 1ª edição, Casca







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