A culpa só serve para auto desvalorizar uma pessoa. Não serve de nada culpar os outros, nem culpar-nos a nós mesmos. Claro! Que devemos tomar consciência dos nossos actos, e quando procedemos de forma errada, devemos para a próxima não cometer ou tentar não cometer o mesmo erro. Este sentimento surge mais ou menos, numa criança, por volta dos 2 anos. A culpa, a vergonha são sentimentos secundários. Diz-se que reconhecer num espelho significa isso, que se tem este tipo de sentimentos. Até certo ponto a culpa é normal, mas como tudo na vida quando passa de um nível passa a ser exagerado, e prejudicial para nós ou para os outros, afectando assim a personalidade.
Segundo o que li aqui, segundo Osho a culpa é o segredo das religiões. Ou seja sentimo-nos culpados, e por conseguinte sentimo-nos sem valor, sendo que depois é fácil haver alguém que nos guie, nos leve para a salvação. Sozinhos não conseguimos, por isso precisamos de ajuda, de alguém que nos salve por assim dizer do pecado. Lol Para que serve o medo do inferno?! Será mesmo que ele existe?! O importante é vivermos aqui, agora e esquecer o resto. Se fossemos felizes não precisaríamos da religião, precisamos dela, dependemos dela porque não estamos bem. E depois não precisamos de viver aqui em sacrifícios para depois ir para o céu, para o paraíso, quando a vida aqui a podemos tornar nisso, num paraíso.
De que serve culpar ou ter rancor?! Um exemplo muito triste que ocorreu à pouco tempo, a noticia até era homem mata mulher e filho. Eles já se iam separar, mas a pergunta é seria mesmo o homem que tomou a iniciativa de matar a mulher e o filho. Pelos vistos ele queria ficar com o filho, e assim existe outra explicação que a culpa poderá ter sido da mulher, ou seja ela ter começado com as facadas. Mas o certo é que já ninguém está vivo, os três estão mortos. Assim pergunto, para as famílias já não interessa de quem é a culpa, né! Às tantas tinham os dois a culpa, ambos se queriam matar, ou talvez não. Mas existem exemplos mais simples onde a culpa de nada serve de nada, quando o erro já está feito. De que serve “crucificar” alguém?! Claro! Que tudo depende da questão em si, existem erros e erros.
A culpa muitas vezes é entre o que gostaríamos de ser e não conseguimos ser, uma espécie de frustração. A culpa também é gerada pela sociedade, pelas normas que nos impõem, e como Osho disse a religião usa isso muito bem a seu proveito. O mal é que a culpa inibe a pessoa de ter prazer. Por exemplo os pais até podem não dizer, mas fazem transparecer que o filho não deva sair à noite ou que não deva ir aqui ou ali, e mesmo que o filho vá, é provável que ele vá acompanhado de um sentimento de culpa, por tal depois nem se consegue divertir, nem apreciar as coisas de forma natural.
Aqui está um texto que fala bem sobre a culpa. Mas também não sentir culpa, remorsos também é mau, uma vez que às tantas não reflectimos somos o que fizemos de mal. Não é martirizarmo-nos, mas sim admitir que fizemos mal determinada coisa ou acção. Um exemplo, agora em Lisboa houve uma atropelamento, do qual resultou duas mortes. Segundo o jornalista que escreveu a noticia, diz que a mulher que ia a conduzir em excesso de velocidade não mostrou arrependimento. Por ir a uma velocidade muito grande, era mesmo difícil parar a tempo. Foi punida com prisão por tal crime, por assim dizer. É obvio que ela não tinha intenção de matar ninguém, mas aconteceu.
Falando da culpa e da religião, esta também usou-a para o sexo. Ou seja o sexo para a religião, deve ser para efeitos de procriação, e aí sim é criação segundo eles. Contudo isso não está certo, pois assim é biológico, mecânico, consciente, animal, ou seja todo o animal usa o sexo para procriação, mas nós humanos temos o poder de o usar para outros fins, como a diversão/prazer, como a partilha de dois corpos, duas energias que se fundem, algo consciente. Os padres, segundo Osho, usaram essa culpa , porque assim conseguem dominar melhor as pessoas. A razão provem mesmo do sexo ser biológico, uma necessidade, então cria uma espécie de escravatura. Mas assim o sexo com o objectivo de procriação é que é pecaminoso, ou seja inconsciente. Mas isto tem muito que se lhe diga.
Segundo o que li aqui, segundo Osho a culpa é o segredo das religiões. Ou seja sentimo-nos culpados, e por conseguinte sentimo-nos sem valor, sendo que depois é fácil haver alguém que nos guie, nos leve para a salvação. Sozinhos não conseguimos, por isso precisamos de ajuda, de alguém que nos salve por assim dizer do pecado. Lol Para que serve o medo do inferno?! Será mesmo que ele existe?! O importante é vivermos aqui, agora e esquecer o resto. Se fossemos felizes não precisaríamos da religião, precisamos dela, dependemos dela porque não estamos bem. E depois não precisamos de viver aqui em sacrifícios para depois ir para o céu, para o paraíso, quando a vida aqui a podemos tornar nisso, num paraíso.
De que serve culpar ou ter rancor?! Um exemplo muito triste que ocorreu à pouco tempo, a noticia até era homem mata mulher e filho. Eles já se iam separar, mas a pergunta é seria mesmo o homem que tomou a iniciativa de matar a mulher e o filho. Pelos vistos ele queria ficar com o filho, e assim existe outra explicação que a culpa poderá ter sido da mulher, ou seja ela ter começado com as facadas. Mas o certo é que já ninguém está vivo, os três estão mortos. Assim pergunto, para as famílias já não interessa de quem é a culpa, né! Às tantas tinham os dois a culpa, ambos se queriam matar, ou talvez não. Mas existem exemplos mais simples onde a culpa de nada serve de nada, quando o erro já está feito. De que serve “crucificar” alguém?! Claro! Que tudo depende da questão em si, existem erros e erros.
A culpa muitas vezes é entre o que gostaríamos de ser e não conseguimos ser, uma espécie de frustração. A culpa também é gerada pela sociedade, pelas normas que nos impõem, e como Osho disse a religião usa isso muito bem a seu proveito. O mal é que a culpa inibe a pessoa de ter prazer. Por exemplo os pais até podem não dizer, mas fazem transparecer que o filho não deva sair à noite ou que não deva ir aqui ou ali, e mesmo que o filho vá, é provável que ele vá acompanhado de um sentimento de culpa, por tal depois nem se consegue divertir, nem apreciar as coisas de forma natural.
Aqui está um texto que fala bem sobre a culpa. Mas também não sentir culpa, remorsos também é mau, uma vez que às tantas não reflectimos somos o que fizemos de mal. Não é martirizarmo-nos, mas sim admitir que fizemos mal determinada coisa ou acção. Um exemplo, agora em Lisboa houve uma atropelamento, do qual resultou duas mortes. Segundo o jornalista que escreveu a noticia, diz que a mulher que ia a conduzir em excesso de velocidade não mostrou arrependimento. Por ir a uma velocidade muito grande, era mesmo difícil parar a tempo. Foi punida com prisão por tal crime, por assim dizer. É obvio que ela não tinha intenção de matar ninguém, mas aconteceu.
Falando da culpa e da religião, esta também usou-a para o sexo. Ou seja o sexo para a religião, deve ser para efeitos de procriação, e aí sim é criação segundo eles. Contudo isso não está certo, pois assim é biológico, mecânico, consciente, animal, ou seja todo o animal usa o sexo para procriação, mas nós humanos temos o poder de o usar para outros fins, como a diversão/prazer, como a partilha de dois corpos, duas energias que se fundem, algo consciente. Os padres, segundo Osho, usaram essa culpa , porque assim conseguem dominar melhor as pessoas. A razão provem mesmo do sexo ser biológico, uma necessidade, então cria uma espécie de escravatura. Mas assim o sexo com o objectivo de procriação é que é pecaminoso, ou seja inconsciente. Mas isto tem muito que se lhe diga.







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