Sinto-me impotente, perante este império de maldade, esta indústria maliciosa, este consumismo e um viver à base da aparências.
Sinto-me impotente e fraca sem nada poder fazer perante guerras, mortes, violações, esturpos, torturas, tanta mentira cheia de veneno.
Sinto-me impotente perante explorações de pessoas, de animais, buscas de prazer em vez da busca pela felicidade.
Quê do Amor?! Será que ele existe, ou hibernou?! Onde existe guerra não existe amor nas mãos de quem segura armas e atira para defender uma pátria. Que pátria, que poder?! O que é que vale mais que a vida de uma pessoa?
Sinto-me impotente perante tanta devastação, poluição e corrupção. Parece que a natureza já não importa, mas sim satisfazer nossos caprichos, nossa ânsia de ter, de usar, de parecer.
Sinto-me impotente perante drogas, prostituição, venda de pessoas como mercadoria, fome, miséria.
Sinto-me impotente perante injustiças, senhores da guerra a governar, roubos, crimes horrendos contra a vida humana. Onde está a liberdade?! Talvez agora seja tudo sem limites.







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