Ouço o som do silêncio
Alcança-me, embala-me
E abraça-me.
Entrego-me a ele
E ouço-o sussurrar
Pois é no silêncio
Que a alma encontra
O verbo falar.
E sem pressas ou obrigações
Coloco os sentidos a funcionar
Misturam-se num som único
Enquanto os ouço cantar:
Vida
És o que muitos não sabem
Querem mas não dão
Fechando-se no que recebem
Enquanto estendem a mão
Vida
Um reflexo apenas
De uma luz perdida
Que é preciso encontrar.
E na sua simplicidade
O silêncio que a encontrou
Continua a cantar.
Escrito por Dina Ventura
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Óleo sobre tela de Dina Ventura







Só tenho a agradecer...e do nada nascem coisas, no deserto até flores, do temporal e do ribombar dos trovões, bem no meio de uma clareira de nuvens cinzentas o sol pode brilhar e no meio de tanta gente que nem se conhece uma amizade pode vingar. Beijos
ResponderEliminarLindo o que escreveste, e concordo. :) E nao tens que agradecer, eu não fiz nada.
ResponderEliminarbeijinhos