Vou falar sobre algo chamado narcisismo. Não sei se todos sabem o que é, eu pelo menos antes não sabia bem. Basicamente significa apaixonar-se pelo seu reflexo, pelo seu ego; e não por si próprio, pela outra pessoa.
Por exemplo uma mulher elogia muito o homem, este fica com o ego cheio. Este também ao elogiar a mulher por exemplo, pode dizer algo como, és mais linda que a Cleópatra. Mas o certo, como Osho diz, o amor não compara. Para quê comparar?! Penso que o importante é saber que aquela pessoa gosta de nós, pelo que somos, e não por comparar com outras. As pessoas são diferentes, e por tal comparar não é o mais acertado.
O ego vive da comparação. E não confundamos com o amor próprio, pois este não compara. O ego e o amor não podem coexistir. Para amarmos verdadeiramente temos de abandonar o ego, embora algumas pessoas tenham medo disso, pois depois é como se nada fossem. O ego é um falso eu. O ego, acaba por ser “o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo.” (Osho)
O ego acaba também por ser um produto da sociedade, do meio que nos rodeia. A sociedade de certa forma exige que nos comportemos de determinada forma, e se não o fazemos, podemos ficar ou ser descriminados, e aí o nosso ego fica abalado. Moralidade e o ego são meios ou formas pelas quais a sociedade pode controlar-nos.
“O verdadeiro só pode ser conhecido por meio do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido por meio da ilusão. Você não pode conhecer a verdade directamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Por meio desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.” (Osho)
O ego faz com que dependemos dos outros. “Há toda uma cultura narcísica em que o outro é importante enquanto me fizer bem e eu não tenho de fazer nada pelo outro.” (Frei Bento Dominguez) Cada vez mais vivemos numa era em que tudo pode ser descartável, e isso também é bastante mau, em que a aparência importa mais do que somos de verdade.
Por exemplo uma mulher elogia muito o homem, este fica com o ego cheio. Este também ao elogiar a mulher por exemplo, pode dizer algo como, és mais linda que a Cleópatra. Mas o certo, como Osho diz, o amor não compara. Para quê comparar?! Penso que o importante é saber que aquela pessoa gosta de nós, pelo que somos, e não por comparar com outras. As pessoas são diferentes, e por tal comparar não é o mais acertado.
O ego vive da comparação. E não confundamos com o amor próprio, pois este não compara. O ego e o amor não podem coexistir. Para amarmos verdadeiramente temos de abandonar o ego, embora algumas pessoas tenham medo disso, pois depois é como se nada fossem. O ego é um falso eu. O ego, acaba por ser “o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo.” (Osho)
O ego acaba também por ser um produto da sociedade, do meio que nos rodeia. A sociedade de certa forma exige que nos comportemos de determinada forma, e se não o fazemos, podemos ficar ou ser descriminados, e aí o nosso ego fica abalado. Moralidade e o ego são meios ou formas pelas quais a sociedade pode controlar-nos.
“O verdadeiro só pode ser conhecido por meio do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido por meio da ilusão. Você não pode conhecer a verdade directamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Por meio desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.” (Osho)
O ego faz com que dependemos dos outros. “Há toda uma cultura narcísica em que o outro é importante enquanto me fizer bem e eu não tenho de fazer nada pelo outro.” (Frei Bento Dominguez) Cada vez mais vivemos numa era em que tudo pode ser descartável, e isso também é bastante mau, em que a aparência importa mais do que somos de verdade.








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