Desculpem a minha ausência, tenho escrito muito pouco, e estado ausente. Ando por aqui na mesma, nos mesmos sítios, por vezes não se proporciona é tempo para escrever para aqui, porque ideias até tenho. Tenho em mente escrever em breve um post sobre sexo anal, algo que não é assim tão simples. Embora haja umas engraçadinhas que fazem sexo anal e dizem ainda ser virgens, porque não fizeram sexo convencional, ou seja vaginal. Eu não sou da mesma opinião.
Continuando, eu vou indo com a minha vidinha, ainda sem emprego, nem trabalho. Sim eu distingo entre emprego e trabalho, não será bem o mesmo a meu ver; embora hoje em dia seja quase tudo trabalho, ou mesmo exploração. Foi a uma entrevista que quase me perguntavam se eu queria ser explorada. Ou seja me perguntaram se farias horas extras sem receber; eu disse que para trabalhar a mais tinha que ganhar. A que me entrevistava, rapariga até mais nova que eu, me disse que ela fazia horas a mais, porque gostava do que fazia, não fazia pelo dinheiro, e que não recebia por isso. E eu na minha cabeça a pensar - ou é doida ou maluquinha. Não digo, nem sou a favor que sejamos maus no trabalho que elaboramos, que andemos de má vontade. Mas também não sou cínica ao dizer que trabalho por gosto e não pelo dinheiro. Claro que é pelo dinheiro né. Se ganhasse o euro milhões não trabalhava para os outros. Talvez trabalhasse em algo para mim, em voluntariado, mas não a trabalhar numa loja de roupa para uma empresa enorme onde sou uma mera formiga, onde do dia para a noite me vão dar um pontapé, porque começo a ficar velha.
Inevitavelmente penso de maneira muito diferente de muita gente, por isso a crise, ou melhor crise entre aspas continua porque certas pessoas acham normal. Ok! Por vezes somos explorados e tem que ser. Mas não é sermos explorados e pensarmos que é normal. Enfim….melhor não falar nisso.
Continuando, eu vou indo com a minha vidinha, ainda sem emprego, nem trabalho. Sim eu distingo entre emprego e trabalho, não será bem o mesmo a meu ver; embora hoje em dia seja quase tudo trabalho, ou mesmo exploração. Foi a uma entrevista que quase me perguntavam se eu queria ser explorada. Ou seja me perguntaram se farias horas extras sem receber; eu disse que para trabalhar a mais tinha que ganhar. A que me entrevistava, rapariga até mais nova que eu, me disse que ela fazia horas a mais, porque gostava do que fazia, não fazia pelo dinheiro, e que não recebia por isso. E eu na minha cabeça a pensar - ou é doida ou maluquinha. Não digo, nem sou a favor que sejamos maus no trabalho que elaboramos, que andemos de má vontade. Mas também não sou cínica ao dizer que trabalho por gosto e não pelo dinheiro. Claro que é pelo dinheiro né. Se ganhasse o euro milhões não trabalhava para os outros. Talvez trabalhasse em algo para mim, em voluntariado, mas não a trabalhar numa loja de roupa para uma empresa enorme onde sou uma mera formiga, onde do dia para a noite me vão dar um pontapé, porque começo a ficar velha.
Inevitavelmente penso de maneira muito diferente de muita gente, por isso a crise, ou melhor crise entre aspas continua porque certas pessoas acham normal. Ok! Por vezes somos explorados e tem que ser. Mas não é sermos explorados e pensarmos que é normal. Enfim….melhor não falar nisso.







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