Fala-se muito em sexo. Quer dizer se calhar até não é assim tanto, mas que ele está em todo o lado isso é verdade. Nos jornais existe cada vez mais publicidade de acompanhantes, pessoas que prestam serviços sexuais. E cada vez menos emprego! Mas isso é outra questão. Parece tudo fácil. É só pagar e temos acesso a sexo, à realização de fantasias. Basta um telefonema. Mas e depois?! Não será um vazio. No fundo é a satisfação do corpo, do prazer. Mas e o amor?! Amor onde há confiança, sinceridade, respeito, onde não existe egoísmo, inveja.
O sexo está cada vez mais visível, seja na televisão ou na internet. É certo que antes o sexo era visto como tabu, e hoje não, mas não será demais agora?! Não será que estamos banalizando algo?! Fala-se de sexo como algo vulgar, o que de certo até incentiva jovens a iniciar sua sexualidade sem estarem realmente preparados, maduros.
Através do que se mostra para fora, publicidade, na tv, internet ou que seja, relativamente a sexo, não prejudica só os jovens, mas também os adultos com falsos mitos. Alguns vídeos são feitos para cativar público, apelativos, e não o que deve ser. Muitas vezes nem usam preservativo, o que incentiva o não uso deste, quando é mesmo necessário. E também formas de prazer que são erradas, muitas vezes é tudo fingido, e mais virado para o prazer masculino que o feminino. Pois algumas vezes, senão muitas é fingido o prazer.
Depois as pessoas podem querer comparar, e pode inclusive haver frustração por não terem o corpo assim, ou por não conseguirem tal performance. Contudo proibir é pior, pois como todos sabem algumas vezes o fruto proibido é o mais apetecido. O mal disto é que não existe muita informação, mas sim mitos, distorções até do que é o sexo.
Uma vez no twitter falei com um que dizia que tinha que fazer sexo todos os dias, ou seja para tal traia a mulher. O que achei muito mal mesmo. Contudo ele dizia que amava a mulher. Para mim treta mesmo, pois não sabe o que é o amor. Tinha que ser sincero com ela, e contar toda a verdade. Mas onde quero chegar agora é que ele tinha aquela necessidade cega de sexo, um vício, como que algo banal. Às tantas uma doença, mas para alguns algo normal. E aqui está a questão; o que é normal?! E quando o normal deixa de ser normal e passa a ser vicio?! Ou quando passa a ser algo banal e sem valor algum?!
“A contradição é evidente. De um lado, o sexo banalizado, a mulher objecto, o prazer imediato, o sensacionalismo e a superexposição do corpo. De outro, o sexo natural, bonito, que pode ser associado à prevenção, ao amor e ao carinho.”
....
"Ou a imprensa erotiza e pressiona o adolescente para que baseie a sua vida sexual nos modelos da publicidade que excita, ou defende um discurso professoral de que os jovens devem adoptar um estilo de vida saudável, cuidadoso e responsável", defende Patu. Para Vieira, é preciso encontrar um meio termo. "A mídia não deve ser excessivamente erótica, nem excessivamente neurótica. Deve falar de sexo com a mesma naturalidade que fala da boca ou da orelha, apenas atenta para não banalizar. O problema do tom professoral é que ele sacraliza o sexo. Pode-se gerar uma frustração enorme em um adolescente, que fica cheio de expectativas antes da primeira transa e, depois, descobre que o sexo é uma coisa natural, quase como um espirro", afirma.
(Por Gabriela Goulart, Nanan Catalão e Rilton Pimentel, de Brasília)
O sexo está cada vez mais visível, seja na televisão ou na internet. É certo que antes o sexo era visto como tabu, e hoje não, mas não será demais agora?! Não será que estamos banalizando algo?! Fala-se de sexo como algo vulgar, o que de certo até incentiva jovens a iniciar sua sexualidade sem estarem realmente preparados, maduros.
Através do que se mostra para fora, publicidade, na tv, internet ou que seja, relativamente a sexo, não prejudica só os jovens, mas também os adultos com falsos mitos. Alguns vídeos são feitos para cativar público, apelativos, e não o que deve ser. Muitas vezes nem usam preservativo, o que incentiva o não uso deste, quando é mesmo necessário. E também formas de prazer que são erradas, muitas vezes é tudo fingido, e mais virado para o prazer masculino que o feminino. Pois algumas vezes, senão muitas é fingido o prazer.
Depois as pessoas podem querer comparar, e pode inclusive haver frustração por não terem o corpo assim, ou por não conseguirem tal performance. Contudo proibir é pior, pois como todos sabem algumas vezes o fruto proibido é o mais apetecido. O mal disto é que não existe muita informação, mas sim mitos, distorções até do que é o sexo.
Uma vez no twitter falei com um que dizia que tinha que fazer sexo todos os dias, ou seja para tal traia a mulher. O que achei muito mal mesmo. Contudo ele dizia que amava a mulher. Para mim treta mesmo, pois não sabe o que é o amor. Tinha que ser sincero com ela, e contar toda a verdade. Mas onde quero chegar agora é que ele tinha aquela necessidade cega de sexo, um vício, como que algo banal. Às tantas uma doença, mas para alguns algo normal. E aqui está a questão; o que é normal?! E quando o normal deixa de ser normal e passa a ser vicio?! Ou quando passa a ser algo banal e sem valor algum?!
“A contradição é evidente. De um lado, o sexo banalizado, a mulher objecto, o prazer imediato, o sensacionalismo e a superexposição do corpo. De outro, o sexo natural, bonito, que pode ser associado à prevenção, ao amor e ao carinho.”
....
"Ou a imprensa erotiza e pressiona o adolescente para que baseie a sua vida sexual nos modelos da publicidade que excita, ou defende um discurso professoral de que os jovens devem adoptar um estilo de vida saudável, cuidadoso e responsável", defende Patu. Para Vieira, é preciso encontrar um meio termo. "A mídia não deve ser excessivamente erótica, nem excessivamente neurótica. Deve falar de sexo com a mesma naturalidade que fala da boca ou da orelha, apenas atenta para não banalizar. O problema do tom professoral é que ele sacraliza o sexo. Pode-se gerar uma frustração enorme em um adolescente, que fica cheio de expectativas antes da primeira transa e, depois, descobre que o sexo é uma coisa natural, quase como um espirro", afirma.
(Por Gabriela Goulart, Nanan Catalão e Rilton Pimentel, de Brasília)







Fantástico....
ResponderEliminar