O fruto proibido sempre foi o mais apetecido - é o que se ouve dizer à muito tempo. Nem sempre esta frase se aplica, mas por vezes nos sentimos tentados. Uns defendem que para tal, o melhor é liberalizar tudo, ou quase tudo, de forma a não haver a sensação de proibido, mas por outro lado isso também é bastante maléfico. Pois o facilitismo depois também facilita muito o fazer coisas que depois nos podemos arrepender e que não existe volta a dar.
Eu sou contra o americanismo, se assim se pode chamar. Porque parece que é uma cultura tão vã, tão fingida, tão artificial, tão idiota, que me faz confusão. Foi daí que surgiu a tal comida de plástico, o famoso Mc Donnalds, que tanta gente gosta, e ficam admirados quando eu digo que não gosto daquilo. Muita comida americana sabe bem, mas faz muito mal. Eles praticamente metem açúcar em tudo, e a junção entre o salgado e o doce chega a ser até viciante. Mas para quem não sabe, houve um homem que fez um filme em que comia, salvo erro, durante 1 mês só Mc Donnalds, e os médicos diziam que se continuasse podia morrer. Aquilo para mim é tudo comida da treta para não dizer outra palavra bem pior.
O sexo também é de tal forma vulgarizado, que até existe um programa que é sexo, praia e pais a assistir, e mesmo os filhos sabendo que os pais estão a ver, fazem com cada coisa do arco da velha, que sei lá. Coisas como ficarem alcoolizados, terem sexo desprotegido ou sexo em grupo, como se fossem macacos ou cães. Afinal não evoluímos assim tanto, ainda temos comportamentos de macacos. E acredito que a sensação possa de facto ser boa, libertadora. Mas será que têm consciência do que fazem?! Acho que não né! Nem existe protecção, e depois as doenças?! Ah pois é! É tudo muito lindo no pensamento, mas depois na realidade as coisas não são assim. Andar a fazer sexo oral num estranho que já teve muitas parceiras, sem alguma segurança é até meio irresponsável mesmo. Não é um acto consciente, mas sim um reflexo animal.








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