A areia estava entre meus pés, e as ondas do mar tocavam levemente nas minhas pernas. Hoje decidi ir um pouco à praia, de calções e blusa de alças. Devo ter andado uns 7 km acho eu. Ainda pensava que ia ler, mas deitei-me e só tentei relaxar. Os pensamentos surgiam na minha mente, e cada vez mais vejo que tenho que abrir os olhos para saber avaliar melhor as pessoas. Pois nem todas ouvem a mesma música.
Vi uma parte do programa na RTP2, Esta é a minha família, e vi como certas famílias são tão diferentes, e se preocupam com tantas regras e aparências. Eu prefiro gente mais simples, sem tanta educação, mas com bom coração. Às vezes quanto mais dinheiro pior. Eu não estou a dizer que certas pessoas sejam más, não se trata disso, mas diferentes, e onde eu não me encaixo. E não porque a minha família não seja assim, porque ela não é exemplo, mas porque sei o que é bom para mim.
O mar é influenciado pelo que o rodeia, e conforme isso é conforme ele está. Ora pode estar calmo, ora revoltado. Ele é como é, e nunca deixa de ser ele. Nós somos seres que podemos mudar, e conforme o que sentimos, e o meio que nos envolve, estamos alegres, dizendo piadas a rir, ora estamos tristes com vontade de chorar ou de gritar. Tem pessoas que parece que não sabem lidar com isso, com a vulnerabilidade de um ser, ou melhor a instabilidade. É como existisse um mundo de aparências, onde toda a gente se dá bem, e estão sempre controlados. Se repararmos os ricos são mais assim, contudo não sei se isso é normal, se se enganam a eles mesmos ou aos outros.








Sem comentários:
Enviar um comentário