Com o avançar da idade aprendemos que as certezas são cada vez menos, e que os julgamentos muitas vezes vezes devem ficar em gavetas. Se não queremos também ser julgados pela aparência, também deveríamos ter o cuidado de não o fazer. Uma coisa é querer ajudar e outra é achar que somos donos da verdade. É sempre fácil falar como é óbvio, e eu mesma muitas vezes julgo e condeno certas pessoas. Não sou flor que se cheire às vezes. Mas verdade seja dita, acho que sou mais vezes enganada por certas pessoas, na minha estúpida ingenuidade do que as vezes que condeno os outros. Eu muitas vezes chego ao fim com a simples conclusão, gosto de quem gosta de mim.
Destino. É tão lindo acreditar que isto ou aquilo estava destinado para acontecer, quando são coisas boas. Mas quando são fatalidades, o pensamento muda radicalmente. Na verdade não acredito que o destino esteja escrito. Mas talvez acredite em vidas passadas, e isso explique aquela sensação de dejávu que às vezes temos. Por vezes são sonhos que temos do que virá a acontecer, que por vezes estão na verdade codificados, mas depois de as coisas acontecerem faz um clique.
A família muitas vezes é um peso que carregamos, uma pressão que é feita sobre nós, para sermos assim ou assado. E claro, depois não conseguimos ser quem devíamos ser, porque o peso é imenso, de agradar a família. Mas pergunto-me eu, que amor é este, que depois condena se formos de forma diferente?! Que amor é este que depois julga, e do género - se não fores assim não gosto de ti.








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