segunda-feira, 4 de março de 2013

Continuação do Conto - Serviço de hotel 5 estrelas


Silenciosamente, ele pegou na mão direita dela e tirou-lhe a pulseira. Depois retirou-lhe os brincos e colocou tudo na mesa perto do espelho. Ela não sabia o que dizer e pensou que seria melhor ficar calada. Pouco depois ele senta-se na cama de frente para ela. Ela fica de pé para ele, e ele a olhar para ela com um leve sorriso no rosto.

 - És uma caixinha de supressas. Gostava de saber o que vai no teu pensamento.

Ela desviou o olhar dele, para o chão, e em seguida fixou-o esse mesmo olhar azul para o janela e suspirou.

 - Ao mesmo tempo que és uma mulher também tens uma menina dentro de ti, desejosa por receber valorização.

Ele levanta-se e põe as mãos na face dela, fazendo com que ela olhe para ele.

 - Se não quiseres não tens que ficar aqui, e levo-te para casa. O que queres?

 - Não sei. O meu coração diz-me uma coisa e a minha cabeça diz-me outra. Por um lado tenho uma voz que me diz para ficar, e outra que me diz que é melhor ir embora para não ter problemas. Já estou a falar demais não é. Sou mesmo parva. Tu também és rico, podes ter as mulheres que quiseres.
Ele riu-se.

 - Desculpa-me me rir, mas tu consegues ser engraçada no meio desse teu jeito tímido de quem diz disparates. Ouve-me Sofia, não sei o que te têm dito, mas acredita no que te digo, tu és uma mulher fantástica. E para de pensar que eu sou rico, daqui a uns anos tudo de pode inverter, nunca sabemos. E acerca das mulheres eu posso ter muitas, mas escolhi agora estar contigo, não dás valor a isso?! Por mim pegava em ti a viajávamos para um sítio só os dois, longe de tudo o resto. Sinto algo por ti, não sei o que é, mas sinto me muito atraído por ti. E sei que sentes também algo, caso contrário não estarias aqui comigo.

 - Sim, é verdade, sinto algo, mas tenho medo…

 - Não tenhas medo, o medo tira-te o brilho. Confia em mim Sofia.

Depois de um leve suspiro ela sorriu e lhe abraçou.

 - Se me fizeres sofrer acabam-se os serviços 5 estrelas – Disse ela muito sorridente, com uma lágrima no olho, e em seguida mostrou a língua.

 - É assim que eu gosto de te ver, esta sim é a Sofia que tanto adoro. E sim! E adoro o teu serviço 5 estrelas. Tens uma boca que faz maravilhas.

Ele dá-lhe um beijo na testa, e ela avança para um beijo na boca em seguida. Depressa o beijo faz subir a temperatura de seus corpos e Sofia começa a voar como se estivesse no céu com as suas borboletas. Outrora medo, agora elas fazem parte de algo mais supremo e mágico.

Ela empurra-o para a cama, e baixa-se e tira as sapatilhas dele, assim como as peúgas.

 - Tu és terrível.  – Diz ele rindo-se

Ela tira os sapatos dela dos pés dela, e joga-se para cima dele, fazendo com que ele suba. Ele sobe mais para cima, e ela começa a tentar tirar-lhe as calças, mas ele puxa-a e beija-a. Enquanto a beija puxou o vestido e lho tirou, ficando ela só com a lingerie preta rendada. Ela determinada, volta para baixo e tira-lhe as calças. Eram uns boxers brancos.

 - Humm… - murmura ela – acho que ele chama por mim, não concordas?

 - Sabes bem que sim, ele deseja-te muito, e eu também.

Ela tira em seguida a camisa e joga-a para longe. Ele deitado na cama, e ela com as pernas entre ele, baixa-se e começa por chupar os seus mamilos. Com as mãos no seu peito com aqueles pêlos que a atraem tanto, ela beija depois seu corpo, de cima a baixo. Depois no golpe rápido tira-lhe os boxers.

 - És muito acelerada.

 - Cala-te. Aqui em manda sou eu.  – rindo-se alegre

Ele deu umas gargalhadas e ela sorria, e nisto ela repara nas covinhas na cara dele.

 - Adoro-te ver assim a rir. Ficas tão lindo.

Passa a língua na virilha e depois sobre aquele membro que tanto a excitava. Passa a língua pela ponta desse mesmo membro que estava ereto, e beija-o também. Aqueles lábios suaves a acaricia-lo, a chupa-lo ao de leve num deliciosa tortura, enquanto ele tinha os olhos fechados, mas a sua expressão não enganava, o prazer imenso que ele sentia. Enquanto a boca se dedicava à ponta daquele sol que a fazia render, as suas mãos tocavam nas ancas dele, rodopiavam em movimentos calmos. Após algum tempo, suga-o para dentro de sua boca, e movimenta a boca num vai e vem vagaroso, em que a cabeça se mexia ligeiramente. Executava de forma refinada aquele serviço. Enquanto uns dedos movimentavam-se no períneo, outros tocavam nas partes moles abaixo do mastro. Mastro esse do corpo onde ela navega, onde ela comanda o navio.

Sofia sempre gostou de ver filmes com piratas, e se não estivesse tão empenhada no que estava a fazer, e o sangue do seu corpo não estivesse a circular com tanta velocidade, de certo se imaginaria num barco com ele, fazendo amor, de forma selvagem, ela como pirata tal e como estava vestida e ele assim rendido a ela.

Jorge já não conseguia aguentar a adrenalina de seu corpo, o orgasmo que teimava em vir. Ele gemia baixinho, e as mãos dele seguravam o cabelo longo dela. Nisto ela para, olha para ele, e após segundos recomeça de forma mais activa, até que ele se vem dentro de sua boca. 


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