Certamente todos vocês já ouviram falar sobre cancro do cólon, de facto consegue ser assustador o número de pessoas que passam por isso, assim como os que infelizmente não sobrevivem a tal doença. Hoje vou falar sobre isso, assim como de pólipos, e outros termos. O cancro do cólon é um dos que pode ser transmitido via genética. Por isso caso alguém tenha algum caso na família aconselho a ir ao médico para fazerem exames de forma a ver se não correm riscos de o vir a ter.
Eu tive na minha família um avô que teve cancro do cólon, contudo como não era meu avô de sangue, mas sim por afinidade, no que diz respeito a isso não tenho que me preocupar. Disso ele se curou, embora infelizmente hoje não esteja vivo, devido a outros problemas. O meu avô teve de usar durante uns tempos o chamado saquinho. Pode ser difícil de acreditar, mas existem muitas pessoas que têm isso.
“O cancro que tem início no cólon, chama-se cancro do cólon e o cancro que tem início no recto, chama-se cancro rectal. O cancro que afecte qualquer um destes órgãos pode, também, ser chamado de cancro colo-rectal.”
“Os alimentos, parcialmente digeridos, entram no cólon, vindos do intestino delgado. No cólon, a água e os nutrientes são removidos dos alimentos e o restante é armazenado, como desperdício. Esse desperdício passa do cólon para o recto e, depois, para fora do organismo, através do ânus.”
(www.infocancro.com)
O cancro do cólon tem origem num pequeno tumor benigno, o pólipo. Através de exames endoscópicos pode-se ver a existência dos mesmos. Assim existe um exame chamado colonoscopia, e o processo de remoção os pólipos chama-se polipectomia. Em relação aos pólipos nem todos têm propensão para se tornar em cancro.
A colonoscopia é um exame que é realizado através de um aparelho com a forma de um tubo flexível e que basicamente permite a observação de todo o intestino grosso.
A polipectomia é uma pequena intervenção de cirurgia, sem necessidade de abertura do abdómen, que permite retirar os pólipos. Deve ser realizada no decurso da observação completa do cólon. Os pólipos identificados podem ser cortados e coagulados através da passagem de corrente eléctrica.
Assim um pólipo (também chamados de adenoma) é uma protuberância que cresce em cavidades revestidas por mucosas, e o intestino grosso é um desses locais.
A alimentação, assim como outros hábitos de vida, como o desporto ou não influenciam a probabilidade de um dia, termos ou não cancro.
Tenho um amigo que foi detectado pólipos no intestino grosso, ao que foi necessário fazer uma cirurgia para remover o tecido com anomalia, ou seja que mais tarde pode se transformar em canceroso. A cirurgia que ele fez chama-se colectomia, em que há uma extracção de uma parte do intestino grosso. À pouco tinha falado da polipectomia, contudo quando a quantidade de pólipos é grande o seguro é retirar mesmo o intestino.
Eu tive na minha família um avô que teve cancro do cólon, contudo como não era meu avô de sangue, mas sim por afinidade, no que diz respeito a isso não tenho que me preocupar. Disso ele se curou, embora infelizmente hoje não esteja vivo, devido a outros problemas. O meu avô teve de usar durante uns tempos o chamado saquinho. Pode ser difícil de acreditar, mas existem muitas pessoas que têm isso.
“O cancro que tem início no cólon, chama-se cancro do cólon e o cancro que tem início no recto, chama-se cancro rectal. O cancro que afecte qualquer um destes órgãos pode, também, ser chamado de cancro colo-rectal.”
“Os alimentos, parcialmente digeridos, entram no cólon, vindos do intestino delgado. No cólon, a água e os nutrientes são removidos dos alimentos e o restante é armazenado, como desperdício. Esse desperdício passa do cólon para o recto e, depois, para fora do organismo, através do ânus.”
(www.infocancro.com)
O cancro do cólon tem origem num pequeno tumor benigno, o pólipo. Através de exames endoscópicos pode-se ver a existência dos mesmos. Assim existe um exame chamado colonoscopia, e o processo de remoção os pólipos chama-se polipectomia. Em relação aos pólipos nem todos têm propensão para se tornar em cancro.
A colonoscopia é um exame que é realizado através de um aparelho com a forma de um tubo flexível e que basicamente permite a observação de todo o intestino grosso.
A polipectomia é uma pequena intervenção de cirurgia, sem necessidade de abertura do abdómen, que permite retirar os pólipos. Deve ser realizada no decurso da observação completa do cólon. Os pólipos identificados podem ser cortados e coagulados através da passagem de corrente eléctrica.
Assim um pólipo (também chamados de adenoma) é uma protuberância que cresce em cavidades revestidas por mucosas, e o intestino grosso é um desses locais.
A alimentação, assim como outros hábitos de vida, como o desporto ou não influenciam a probabilidade de um dia, termos ou não cancro.
Tenho um amigo que foi detectado pólipos no intestino grosso, ao que foi necessário fazer uma cirurgia para remover o tecido com anomalia, ou seja que mais tarde pode se transformar em canceroso. A cirurgia que ele fez chama-se colectomia, em que há uma extracção de uma parte do intestino grosso. À pouco tinha falado da polipectomia, contudo quando a quantidade de pólipos é grande o seguro é retirar mesmo o intestino.







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