Acho alguma piada a algumas revistas, confesso que algumas conseguem ter coisas que me até fazem rir, e outras que fico a pensar, não devem ter mais nada para escrever, então escrevem coisas só mesmo para atrair a atenção, para vender. Falar de sexo atrai sempre a atenção, querendo ou não. E existem revistas que têm sempre algo a falar sobre isso, algumas colocam questões ou dúvidas de alguns leitores, e respondem afim de ajudar.
Ao ler por exemplo a revista, Maria (fazendo publicidade :P), há coisas que alguns escrevem, ou seja colocam como dúvidas que me fazem rir mesmo. Por vezes é algo tão simples, e que só o parceiro ou parceira pode responder. Diálogo. Sim! As pessoas se querem ter uma relação, precisam de dialogar, falar abertamente. Não percebo qual o problema disso, e como quem não conhece as pessoas também pode ajudar em muito. Por exemplo, um diz algo como, quero fazer sexo anal com a minha companheira, não sei como convencê-la. Não será mais fácil falar com ela, aos poucos fazendo com que a outra pessoa se sinta à vontade para tal, caso queira. Porque sexo anal, a meu ver, é mais complicado que sexo convencional, ou seja vaginal por assim dizer.
Existem também coisas que vê-se mesmo é para atrair a atenção, nem percebo como algumas revistas conseguem ter tanto artigo só sobre sexo mesmo, o pior é que alguns são coisas escritas sem grandes estudos mesmo, teorias de como nós mulheres ou os homens devem ser afim de atrair o sexo oposto por exemplo. O que devemos ou não ser, quando isso é algo bastante diverso e vasto. Se fosse assim seríamos todos iguais, e isso seria uma grande treta mesmo.
Acho que algumas revistas, só usam imagens estereotipadas, ou seja, por exemplo, fotos de mulheres que socialmente são as belas, as elegantes, etc, e depois quem vê, se sente por vezes diferente, por vezes até criam complexos com o próprio corpo. Algumas por causa dessa imagem até vão por caminhos como bulimia ou anorexia. Acerca de algo assim, li numa revista chamada Happy, de Setembro de 2009, o seguinte que uma mulher de 27 anos disse; “Os homens casados costumam dizer que gostam das mulheres tal como elas são. Mentira! Todos gostam de corpos tonificados e eu gosto de ter o meu tonificado”. Isto que ela disse foi no contexto de um artigo sobre mulheres solteiras que gostam de ser solteiras. Eu não concordo com o que ela disse, pois cada um é como é, e diga-se de passagem que não é só o aspecto físico que interessa ou seduz uma pessoa, e falo por mim. Acho e acredito firmemente que é assim alguns homens também.
Mas o que acho que falta muito nas pessoas, nas amizades ou relações, é mesmo a falta de diálogo, e isso é fundamental. E escrever para revistas não traz soluções, ou ao ler revistas não se vai lá encontrar a solução. Cada pessoa é diferente e para a conhecer, saber seus gostos ou que seja é preciso mesmo falar abertamente. E em relação ao corpo temos de nos aceitar a nós mesmos, se podemos melhorar tudo bem, mas viver obcecado com isso não adianta mesmo. Eu acredito que quem gosta de nós é mesmo pelo que somos, se não é azar dessa pessoa mesmo. E se uma não gosta, certamente haverá outro que gostará.
Ao ler por exemplo a revista, Maria (fazendo publicidade :P), há coisas que alguns escrevem, ou seja colocam como dúvidas que me fazem rir mesmo. Por vezes é algo tão simples, e que só o parceiro ou parceira pode responder. Diálogo. Sim! As pessoas se querem ter uma relação, precisam de dialogar, falar abertamente. Não percebo qual o problema disso, e como quem não conhece as pessoas também pode ajudar em muito. Por exemplo, um diz algo como, quero fazer sexo anal com a minha companheira, não sei como convencê-la. Não será mais fácil falar com ela, aos poucos fazendo com que a outra pessoa se sinta à vontade para tal, caso queira. Porque sexo anal, a meu ver, é mais complicado que sexo convencional, ou seja vaginal por assim dizer.
Existem também coisas que vê-se mesmo é para atrair a atenção, nem percebo como algumas revistas conseguem ter tanto artigo só sobre sexo mesmo, o pior é que alguns são coisas escritas sem grandes estudos mesmo, teorias de como nós mulheres ou os homens devem ser afim de atrair o sexo oposto por exemplo. O que devemos ou não ser, quando isso é algo bastante diverso e vasto. Se fosse assim seríamos todos iguais, e isso seria uma grande treta mesmo.
Acho que algumas revistas, só usam imagens estereotipadas, ou seja, por exemplo, fotos de mulheres que socialmente são as belas, as elegantes, etc, e depois quem vê, se sente por vezes diferente, por vezes até criam complexos com o próprio corpo. Algumas por causa dessa imagem até vão por caminhos como bulimia ou anorexia. Acerca de algo assim, li numa revista chamada Happy, de Setembro de 2009, o seguinte que uma mulher de 27 anos disse; “Os homens casados costumam dizer que gostam das mulheres tal como elas são. Mentira! Todos gostam de corpos tonificados e eu gosto de ter o meu tonificado”. Isto que ela disse foi no contexto de um artigo sobre mulheres solteiras que gostam de ser solteiras. Eu não concordo com o que ela disse, pois cada um é como é, e diga-se de passagem que não é só o aspecto físico que interessa ou seduz uma pessoa, e falo por mim. Acho e acredito firmemente que é assim alguns homens também.
Mas o que acho que falta muito nas pessoas, nas amizades ou relações, é mesmo a falta de diálogo, e isso é fundamental. E escrever para revistas não traz soluções, ou ao ler revistas não se vai lá encontrar a solução. Cada pessoa é diferente e para a conhecer, saber seus gostos ou que seja é preciso mesmo falar abertamente. E em relação ao corpo temos de nos aceitar a nós mesmos, se podemos melhorar tudo bem, mas viver obcecado com isso não adianta mesmo. Eu acredito que quem gosta de nós é mesmo pelo que somos, se não é azar dessa pessoa mesmo. E se uma não gosta, certamente haverá outro que gostará.







Nem imaginas o quanto eu concordo contigo. Mais, sinto todos os dias que esta é a solução para tudo num casal, e quando digo "tudo" não me refiro a coisas menos boas mas sim a todos os aspectos da vida a dois. Tentar adivinhar o que vai na cabeça do outro é um exercício errado e que pode ter custos irreparáveis...
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