Ablação. Palavra estranha, não é! Para mim era. O que quero falar é sobre mutilação genital feminina, mais especificamente sobre ablação do clítoris. Isto é daquelas coisas que me confundem profundamente, ou melhor me perturbam. Existe este post que encontrei que fala sobre isso, sobre um testemunho de alguém que assistiu a tal atrocidade.
No dia 12 de Fevereiro de 2004 foi comemorado o dia pela abolição das mutilação genitais femininas, mas mesmo assim ainda se continua a praticar, inclusivé há quem já tenha morrido devido a tal pratica.
“Apesar de ser oficialmente proibida há uma década, a maioria dos egípcios defende a ablação do clítoris para frear o desejo sexual feminino e garantir a honra e a fidelidade da mulher a seu esposo.”
Talvez para dominar a mulher, fazendo que esta não tenha prazer sexual, que se pratica isso. Sinceramente não sei bem ao certo porque se faz isso. O que sei é que são mulheres que fazem em crianças, inclusive em bebés. E pergunto, será que estas acharam bem, quando fizeram nelas?!
“A ablação é praticada em 28 países africanos, tanto de tradição cristã como muçulmana ou animista, e é um fenómeno não comum em países muçulmanos tão fechados como Afeganistão ou Arábia Saudita.”
“Segundo especialistas do CNIM, a ablação não é uma prática faraónica ou religiosa, como alguns acham, mas um costume africano muito antigo que data de antes do Judaísmo. É provável que tenha sido introduzida no Egipto com a invasão dos etíopes na época da XXV dinastia faraónica, que governou o Egipto entre 736 e 657 a.C.
Egipto, Sudão, Somália, Djibuti e Iêmen (embora neste último só entre 10% e 29%) são os únicos países árabes onde se amputa o clítoris.”
“A mutilação genital é a tortura mais atroz que se pode infligir a um ser humano, meninas inocentes que são cortadas com uma gillete e sem nenhuma anestesia Corta-se o clítoris profundamente, depois eliminam-se os pequenos lábios e corta-se a parte interior dos grandes lábios. Depois fazem-se buracos com espinhos de acácia, uma planta muito conhecida na Africa, e costura-se ficando apenas uma abertura do tamanho de um grão de arroz para sair a urina e a menstruação que dura 15 dias, sendo as cólicas insuportáveis. No dia do casamento, o noivo é um desconhecido e geralmente sempre mais velho. Para poder penetrar a noiva, corta-a novamente com uma faca ou gilette, ou penetra-a á força e rasga–a; é ele quem decide, ele é seu dono e senhor. A mulher passa a ser um objecto e ele faz o que quiser com ela. Os gritos de dor e angústia são tantos que a cidade inteira sabe o que se passa. Ali, naquela altura e naquele momento, está sendo desflorada uma adolescente. Normalmente, enquanto a menina desmaia de dor o povo faz a festa, ela vai passar 15 dias sangrando e 3 meses com dores. É isto a mutilação genital! A operação dura uma hora e vinte minutos e enquanto isso a menina desmaia e volta a si várias vezes, em muitos casos elas morrem de hemorragia ou de tétano, em outros casos elas nunca mais conseguem falar sobre o assunto, dizem que não há explicação nem comparação para a dor que se sente. E a tortura continua. A menstruação é incrivelmente dolorosa. No parto, podem acontecer complicações sérias para o bebé e para a mãe. Nessas ocasiões, elas precisam fazer a reabertura da vagina e qualquer demora acarreta uma pressão às vezes fatal no crânio e na coluna da criança. Quando a mãe não faz a abertura da vagina, a saída do bebé do útero pode provocar cortes que vão da vagina ao ânus. Para além disso, a parteira tem de as cozer novamente, de forma a deixar a vagina pequena de novo como um grão de arroz, para aumentar o prazer masculino. Todo este suplício, angustia e dor servem apenas para aumentar o prazer masculino, pois as mulheres não sentem nem desejo nem prazer nenhum, elas são autênticas escravas e são obrigadas a faze-lo, faz parte de uma cultura bárbara.”
Aqui está um a falar de um livro muito interessante que fala de quem já passou por isso.
Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2005/07/31/ult1766u11209.jhtm
http://ocantinhodalia.blogspot.com/2008_06_11_archive.html
No dia 12 de Fevereiro de 2004 foi comemorado o dia pela abolição das mutilação genitais femininas, mas mesmo assim ainda se continua a praticar, inclusivé há quem já tenha morrido devido a tal pratica.
“Apesar de ser oficialmente proibida há uma década, a maioria dos egípcios defende a ablação do clítoris para frear o desejo sexual feminino e garantir a honra e a fidelidade da mulher a seu esposo.”
Talvez para dominar a mulher, fazendo que esta não tenha prazer sexual, que se pratica isso. Sinceramente não sei bem ao certo porque se faz isso. O que sei é que são mulheres que fazem em crianças, inclusive em bebés. E pergunto, será que estas acharam bem, quando fizeram nelas?!
“A ablação é praticada em 28 países africanos, tanto de tradição cristã como muçulmana ou animista, e é um fenómeno não comum em países muçulmanos tão fechados como Afeganistão ou Arábia Saudita.”
“Segundo especialistas do CNIM, a ablação não é uma prática faraónica ou religiosa, como alguns acham, mas um costume africano muito antigo que data de antes do Judaísmo. É provável que tenha sido introduzida no Egipto com a invasão dos etíopes na época da XXV dinastia faraónica, que governou o Egipto entre 736 e 657 a.C.
Egipto, Sudão, Somália, Djibuti e Iêmen (embora neste último só entre 10% e 29%) são os únicos países árabes onde se amputa o clítoris.”
“A mutilação genital é a tortura mais atroz que se pode infligir a um ser humano, meninas inocentes que são cortadas com uma gillete e sem nenhuma anestesia Corta-se o clítoris profundamente, depois eliminam-se os pequenos lábios e corta-se a parte interior dos grandes lábios. Depois fazem-se buracos com espinhos de acácia, uma planta muito conhecida na Africa, e costura-se ficando apenas uma abertura do tamanho de um grão de arroz para sair a urina e a menstruação que dura 15 dias, sendo as cólicas insuportáveis. No dia do casamento, o noivo é um desconhecido e geralmente sempre mais velho. Para poder penetrar a noiva, corta-a novamente com uma faca ou gilette, ou penetra-a á força e rasga–a; é ele quem decide, ele é seu dono e senhor. A mulher passa a ser um objecto e ele faz o que quiser com ela. Os gritos de dor e angústia são tantos que a cidade inteira sabe o que se passa. Ali, naquela altura e naquele momento, está sendo desflorada uma adolescente. Normalmente, enquanto a menina desmaia de dor o povo faz a festa, ela vai passar 15 dias sangrando e 3 meses com dores. É isto a mutilação genital! A operação dura uma hora e vinte minutos e enquanto isso a menina desmaia e volta a si várias vezes, em muitos casos elas morrem de hemorragia ou de tétano, em outros casos elas nunca mais conseguem falar sobre o assunto, dizem que não há explicação nem comparação para a dor que se sente. E a tortura continua. A menstruação é incrivelmente dolorosa. No parto, podem acontecer complicações sérias para o bebé e para a mãe. Nessas ocasiões, elas precisam fazer a reabertura da vagina e qualquer demora acarreta uma pressão às vezes fatal no crânio e na coluna da criança. Quando a mãe não faz a abertura da vagina, a saída do bebé do útero pode provocar cortes que vão da vagina ao ânus. Para além disso, a parteira tem de as cozer novamente, de forma a deixar a vagina pequena de novo como um grão de arroz, para aumentar o prazer masculino. Todo este suplício, angustia e dor servem apenas para aumentar o prazer masculino, pois as mulheres não sentem nem desejo nem prazer nenhum, elas são autênticas escravas e são obrigadas a faze-lo, faz parte de uma cultura bárbara.”
Aqui está um a falar de um livro muito interessante que fala de quem já passou por isso.
Fonte:
http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2005/07/31/ult1766u11209.jhtm
http://ocantinhodalia.blogspot.com/2008_06_11_archive.html







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