Hold me back, tell me something
Something that will bring me closer to you,
Had enough, fall back in
Falling for the thing that brought me.
(Jarryd James - Music This Time)
Pintura de Linnea Strid
Com quantos homens já estive? Uma boa pergunta, que eu nem mesma sei responder assim rápido, e tenho que pensar e contar com os dedos. Alguns não passou de só sexo, e outros foram algo mais, pelo que me fizeram sentir. Uns amigos que nunca me apaixonei, e outros tantos que nem tesão mesmo sentia. Raros então foram os que aqui a parvinha se apaixonou ou se ia apaixonando, mas adianta?! Bem quando surge a paixão surge uma estupidez imensa de querer possuir o outro e fazer um jogo que eu nunca soube fazer. Verdade seja dita que sou esquisita, e não é que busque a perfeição, senão nem por um me tinha encantando. O que é certo é que odeio quando jogam comigo a brincar com os meus sentimentos, parece que me testam para ver algo de mim. Concerteza que andam confusos e querem agora ser as fémeas. Sei lá o que é sinceramente, mas gostava de ter tudo aberto e sem esquemas. Mas o ego cega muita gente, e deseja ser desejado pelo outro.
O que me custa mais é quando não querem a minha amizade, quando não querem ser meus amigos. Que custa isso?! E pior alguns até admitem que não são amigos, mas outros dizem que são amigos, e depois jogam-me isso na cara, e sem nenhuma atitude de amigo para comigo, eu viro-me da cabeça e dizem que eu é que sou louca. Mas ser amigo não é dizer que é amigo e depois estar meses e nunca se lembrar do outro, amizade é uma forma sublime de amor, e logo amor comporta a preocupação genuína e não uma preocupação de fingimento, da tal boa educação, em que perguntam e depois jogam na cara que perguntam se estou bem. Ficou cumprida a obrigação ou boa educação, enfim...
No meu caso nunca poderei ser hipocrita e não é só uma questão de querer, mas preciso de um que seja bom no sexo. Porque sim o sexo é parte da relação, assim como a paixão e amor. Amor carrego comigo, e paixão é a tal cena que acontece, quando normalmente a fasquia da química é bastante alta, e a forma como as coisas acontecem. Não só o que se vê, mas como o outro nos faz sentir. Mas para isso o coração tem que estar aberto para deixar-se ver e sentir o que o outro quer dar. Uma relação não é complicado, basta que ambas as pessoas tenham maturidade suficiente e que saibam o que querem. Maturidade inclui ter o coração aberto sem medo, sem barreiras, sem nada que impeça o outro entrar. Mas o medo impede muita coisa, porque algumas pessoas têm medo de sofrer e acham que não devem deixar entrar qualquer pessoa na sua vida, não havendo o perigo que seja uma louca transloucada que queira dar cabo do seu mundo. Existem outras pessoas porém que não querem ter uma relação e a essas nada existe a fazer, é uma opção.








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