Quantos não são os momentos em que adormeço na inércia de meu ser e deixo de saber quem sou. Submersa na imensidão de sentimentos, em que alguns me agarram ao chão como o medo e não me deixam voar. Quem sou eu? Sou sempre a mesma, a mesma flor, mas que vai mudando, envelhecendo, e tenho dias que como a flor fico fechada, outros em que me abro, num sorriso que deslumbra a eterna felicidade.
Poema
Há 7 anos








Complicado...uma flor que escreve!!!1
ResponderEliminarklepsidra
Sim! escreve, fala, e come lool.
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