Vou partilhar uma dedicatória que recebi à pouco tempo de um leitor, que leu o Secreta Floresta. Fico com o ego cheio com estas coisas, e com a face da cara meio corada, mas confesso que sabe bem. Sei que pode soar mal partilhar isto aqui, mas a Anónima gosta de partilhar, e achei tão lindo. Ou melhor, pode soar que me quero mostrar, exibir, lol, mas olhem eu também nunca disse que batia bem da cabeça. Eheheh
"Parece que eu estava enganado, eu acabei apaixonando-me por
ti ao ler o teu blog. Tu conheces-me pouco mas pelo que li, somos muito
parecidos, acredito que as pessoas podem sempre ficar bem, acredito sempre na
bondade delas e só deixo de acreditar quando me provem o contrário, tal como tu
de vez em quando sou um bocadinho bruto mas não por mal. Sabes ao longo daquele
blog eu vivi as tuas paixões, as tuas curtes, os teus momentos mágicos, as tuas
desilusões, os momentos em que não acreditaste em ti, os momentos em que partes
em busca do amor, fazendo não sei quantos quilómetros. Vi uma mulher
transparente, que tenta fazer o seu melhor nos seus trabalhos mesmo não sendo
valorizada ou ganhando mal, vi uma mulher que em todas as suas experiências
tenta aprender alguma coisa com elas, a mulher do cardeninho onde vai apontando
as suas histórias, uma mulher que ama poesia e que ama na totalidade. Uma
mulher que pensa que é burra mas eu ao longo do blog vi muita inteligência, uma
mulher que dá mais importância ao amor do que ao dinheiro que diz que ele
ganha-se, poupa-se e um dia gasta-se. Agradeço-te toda informação relativa à
sexualidade feminina, aprendi alguma coisa ao ler os teus textos. E agradeço-te
a oportunidade de te conhecer por dentro, não sei se és bonita por fora mas por
dentro és linda."
Vou esclarecer algo também. Não existe aqui esperanças, visto que a Anónima anda noutras ondas, e esclareci isso bem com este amigo. Não gosto de dar esperanças, quando não há.
Vou esclarecer algo também. Não existe aqui esperanças, visto que a Anónima anda noutras ondas, e esclareci isso bem com este amigo. Não gosto de dar esperanças, quando não há.
Pintura de Claudio Bravo








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