“O amor caracteriza-se também por ter reconhecido naquela pessoa a compatibilidade de um projecto em conjunto. Mesmo que cada um tenha os seus projectos próprios, reconhecer a possibilidade de criar um projecto mais amplo a realizar pelos dois.”
(página 143, do livro de Quintino Aires, o amor é uma carta fechada)
O namoro caracteriza-se pelo tempo para conhecer a outra pessoa, e não a preparação do casamento, segundo Quintino. Ou seja aquela pessoa tem que produzir em nós tranquilidade e não ansiedade. Num relacionamento o mais importante, entre muitas coisas, é a confiança. Aliás, a confiança é a base tanto do amor, como de uma amizade. Como saber que podemos confiar no outro/outra? Como fazer com que confiem em nós?
Para mim a felicidade e o amor, que estão ligados (Quando falo agora em amor, falo em termos gerais, e não amor entre homem-mulher.), não depende da sorte ou azar, mas sim do que fazemos para lá chegar. Ok! Isto é relativo. Imaginem uma pessoa que está num país em guerra, será feliz?! O que fez ela mal?! Nada. Mas enfim…foi envolvida num filme que não sabe como começou nem se irá acabar. Por isso pessoas como nós, devíamos darmo-nos por felizes, pois temos muita sorte. Assim se já temos sorte, o que nos falta nós?! Liberdade?! Humm talvez. Mas podemos não ter tudo na nossa mão, mas temos a maioria, ou seja temos o poder de sermos melhores.







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