à procura dela andava eu,
de coisas que eu não entendia,
de pessoas que de certo desconhecia.
Andava à busca de um sonho,
num sítio tão certo como a imaginação,
num sítio tão incerto como uma algibeira,
e dentro de uma gaveta encontrei-o.
Era um sonho perdido,
criado num recanto da parvoíce,
deixado num canto sem destino,
sem destino abandonado ao frio.
Era um sonho sem sentido,
e que sentido tem a vida então
se não encontro a alegria,
a confiança no meu coração.
(Escrito a 11/09/2006)







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