O amor é algo que faz falta a todos, mesmo que não pareça. Não é como o dinheiro, que sem ele passamos dificuldades, mas sem amor somos como um cozinhado sem tempero. Comparação um pouco disparatada, mas enfim…o certo é que sem ele não conseguimos alcançar a felicidade que tanto buscamos.
O amor é assim uma construção, e não uma questão de sorte ou azar. Embora eu pessoalmente ache que por vezes a sorte e o azar influenciam muita coisa. Porque convínhamos por vezes é uma questão de sorte em encontrar a tal pessoa, a pessoa certa.
O mal do amor são muitas ideias preconcebidas deste, ou seja coisas que nos ensinam acerca dele, que nem sempre são as correctas. Assim são as tais mentiras sobre o amor que atrapalham a evolução de tal.
Aqui neste livro li que devemos namorar muito; que isso é bom para a nossa experiência de vida.
“Se já tem mais de vinte anos e considera que ainda namorou pouco, então não pense já num casamento, disponibilize-se, antes, para viver alguns namoros.” (Aires;2009:43)
Eu aqui não concordo completamente, pois acho que sim, se pode acertar à primeira, como não, mas não vai na experiência, mas sim na sorte, ou seja, em achar a pessoa compatível connosco.
O mal de muitas relações ou relacionamentos é que por vezes não estão bem, mas também não conseguem terminar. E porquê? Por várias razões, mas pelo medo, medo de falhar. De ter vivido apenas uma ilusão, de ter sido uma perda de tempo, enfim…o medo de estar sozinho. Contudo isso é não será verdade, porque pode acontecer estarmos juntos, e sentirmo-nos mais sozinhos ainda.
O amor é assim uma construção, e não uma questão de sorte ou azar. Embora eu pessoalmente ache que por vezes a sorte e o azar influenciam muita coisa. Porque convínhamos por vezes é uma questão de sorte em encontrar a tal pessoa, a pessoa certa.
O mal do amor são muitas ideias preconcebidas deste, ou seja coisas que nos ensinam acerca dele, que nem sempre são as correctas. Assim são as tais mentiras sobre o amor que atrapalham a evolução de tal.
Aqui neste livro li que devemos namorar muito; que isso é bom para a nossa experiência de vida.
“Se já tem mais de vinte anos e considera que ainda namorou pouco, então não pense já num casamento, disponibilize-se, antes, para viver alguns namoros.” (Aires;2009:43)
Eu aqui não concordo completamente, pois acho que sim, se pode acertar à primeira, como não, mas não vai na experiência, mas sim na sorte, ou seja, em achar a pessoa compatível connosco.
O mal de muitas relações ou relacionamentos é que por vezes não estão bem, mas também não conseguem terminar. E porquê? Por várias razões, mas pelo medo, medo de falhar. De ter vivido apenas uma ilusão, de ter sido uma perda de tempo, enfim…o medo de estar sozinho. Contudo isso é não será verdade, porque pode acontecer estarmos juntos, e sentirmo-nos mais sozinhos ainda.








Pois faz falta, o Amor é fundamental na nossa existência. Mas antes de encontrarmos o Amor para oferecermos aos outros temos de encontrar o Amor por nós próprios. A forma como nos tratamos reflecte-se na forma como tratamos quem nos rodeia; se não nos amarmos, não seremos capazes de amar os outros :)
ResponderEliminarBeijinhos
Gostei do blog.
ResponderEliminarBom ano 2011
Beijos