Infelizmente em muitos casos não sabemos o que é a liberdade. E quando não existe liberdade não existe efectivamente um amor verdadeiro. Hoje pensamos e conseguimos comparar e ver melhor o que é certo e errado, mas em muitos casos as pessoas continuam fechadas a ouvir certas coisas, ou melhor não é facto de não ouvirem, mas sim o facto de não se questionarem sobre as coisas e não pensarem logo assim. E isto da liberdade aplica-se mais à mulher, que hoje em dia na Europa por exemplo a mulher de facto é mais livre, mas em muitos países ainda não o é. E mesmo aqui sendo, por vezes em certos casos não o é. É o medo que corta a liberdade da mulher, o medo do homem. Medo da mulher não ser mais pura, medo de ela não ser fiel, entre outras coisas.
A sociedade que somos todos nós ensina à mulher a se conter e não ao homem a ter contenção no seu coportamento. E depois se acontecer algo, claro está, foi a mulher que aliciou o homem a tal. Na cultura mulcumana isso se constata muito, ensinarem às meninas que elas têm que estar puras e virgens e não se ensina ao homem a respeitar. Vejamos que sentido faz um homem poder perder a virgindade e a mulher não?! Que sentido faz que para casar ela tenha de ter essa condição?! Será mesmo que a virgindade muda algo em nós, então quando faz sexo deixa de estar pura, se assim o é, quando faz com o marido ele tirou a pureza dela. Mas é a tal cena do ego e da estupidez humana. Criou regras, preconceitos, dogmas aos quais não podem ser contestados para controlar as pessoas, para controlar neste caso as mulheres.
Mulheres e homens são diferentes e precisamos de nos unificar e não de bloquear-nos. Segundo Osho, o homem devia buscar a iluminação através da meditação e a mulher consegue-o através do homem, por meio do amor. Muitas relações vivem na esfera da periferia, não se conhecem mesmo, não se respeitam, em vez de haver amor existe um controlo. Muita vezes as pessoas também estão juntas porque socialmente fica bem, e em termos financeiros também fica tudo muito melhor. Em vez de estarem num quarto alugado, estão num apartamento. Cenas assim do género, mas que depois quase ninguém admite e diz que está porque ama o outro. Outras vezes é o conforto e rotina, ao fim de uns anos as pessoas estão acostumadas a estar juntas, e já não sabem viver sem o outro. E muitas vezes julgo ser esse o amor que muita gente diz que depois faz sofrer. E depois de sofrerem sentem medo de entrar numa outra relação e fecham-se.
Algumas mulheres não as entendo, parece que acham que não têm direitos, como o do prazer, masturbação, orgasmo, e ficam achando talvez que sejam superiores a isso tudo, que têm outras coisas, ou até que são mais iluminadas talvez, não sei. Mas eu acho que a descoberta do nosso corpo é importante e, que devemos ter a liberdade de fazer o que quisermos dele, sem ninguém nos julgar por tal. Nunca deviamos ser julgados por certas coisas que fazemos, mas sim pelo que somos. Ou seja deve-se realçar o que somos e não o que fazemos. E parece me a mim que muita gente vive entretendo o tempo para não pensar, porque pensar talvez vejam depois o vazio que suas vidas carregam. Je ne sais pas.
Algumas mulheres não as entendo, parece que acham que não têm direitos, como o do prazer, masturbação, orgasmo, e ficam achando talvez que sejam superiores a isso tudo, que têm outras coisas, ou até que são mais iluminadas talvez, não sei. Mas eu acho que a descoberta do nosso corpo é importante e, que devemos ter a liberdade de fazer o que quisermos dele, sem ninguém nos julgar por tal. Nunca deviamos ser julgados por certas coisas que fazemos, mas sim pelo que somos. Ou seja deve-se realçar o que somos e não o que fazemos. E parece me a mim que muita gente vive entretendo o tempo para não pensar, porque pensar talvez vejam depois o vazio que suas vidas carregam. Je ne sais pas.













