Artista:Vhils, na Rua de São Tomé em Lisboa
Foi acordei cedo para ir a uma entrevista. Mas ainda meio a dormitar, senti algo que me atormentou. Tomará eu que fosse algum desejo, mas não, simplesmente, e não tão simples, uma dor nas anginas. A inflamação na minha garganta que ao engolir saliva me provocava dor, ainda agora continua e, sinceramente nem sei porquê, não é muito usual, visto que tenho tido cuidado com alimentação. Deve ser castigo ou algo algum bruxedo que me lançaram. E vendo bem, ontem conheci uma senhora que passei horas a falar com ela sobre cenas meio maradas para alguns. A início era sobre política, mas depois era sobre reencarnação e cenas que tais.
Com algum custo, lá me levantei para não chegar atrasada. Lá fiz o que tinha que fazer, e dei muito à perna, pode ser que fique com pernas fortes. ahahah E sim! Aqui a Anónima tem um fraquinho por homens com pernas fortes. Não se trata de gostar de homens musculados, mas sim de homens fortes, do género vickings. eheh Onde ia eu....tratei das minhas cenas, pelo caminho comprei uns pasteis de nata. Sim! um só não basta. E quando estava de volta a casa, após sair do comboio vejo uma senhora no chão. Vejo que caiu, e perto estava um rapaz e começou a ajudar. Eu junto-me e ajudo também. Ao se levantar vejo que está grávida e, penso logo em ligar para o 112. E não pensei na altura, mas penso antes e agora também, que é sempre bom ter o telemóvel connosco por estas coisas. No outro dia quando sai de casa, por causo sai sem telemóvel e sem relógio, mas também sem hora para chegar a casa, guio-me pela luz e pela fome.
A senhora estava muito aflita, pois escorregou e caiu de frente batendo com a barriga no chão na calçada. Felizmente acho que deve estar tudo bem. O rapaz não sei se chegou atrasado a algum sítio, mas se sim, não sei se vão acreditar no que ele vai dizer para justificar o atraso. Isto faz-me lembrar o meu irmão que teve um acidente e um senhor ajudou e estava com um funcionário, e curioso foi que o funcionário disse que era melhor não ajudar porque não havia tempo, que iam chegar atrasados. cenas da vida, em que nos ensinam a viver apressados e só pensar em nós. Seja como for, continuando, eu depois ainda permaneci ali um pouco à espera da ambulância. Depois apareceram mais mulheres, e uma delas conheci-a de vista. Diziam para ela não chorar e graças a Deus ela não sangrou. Estava de 7 meses. Apareceu uma senhora que dizia ser tia, mas depois foi-se embora. Algo bizarro mesmo, em que eu e mais duas ficamo-nos a olhar no género - que cena marada. No fim essa que conhecia de vista é que foi fazer companhia, senão eu já tinha pensando que iria eu, pois nunca podia deixar uma senhora assim ir sozinha.
Quando os bombeiros seguravam-na para a ambulância, ela me agradeceu. Mas sinceramente não precisava, e entendia perfeitamente se não o fizesse. Mas lembrei me quando uma vez que aconteceu algo com o meu ex-namorado nunca pude agradecer, porque tive, não sei por alma de quem, atender o telemóvel dele, porque a mãe não parava de ligar. Já a minha felizmente passa bem dias seguidos sem falar comigo e acho bem, pois maus hábitos nunca foi algo bom. Como namorado para a namorada não ficar ciumenta, dar o telemóvel a esta ou passwords do facebook para ela conferir que ele não a trai. Nem tanto à terra nem tanto ao mar.