Foto de Edu Cesar, com Judith Caggiano, de 82 anos, e Vitor Sanchez, de 59
No outro dia falava com um amigo sobre tabus, sim! conversa interessante, e ele me disse certas coisas interessantes. Tanto que estava ao telefone com ele, e até lhe disse, espera vou buscar o caderno para apontar senão me esqueço lol. Estavamos a falar sobre relações, sobre fantasias e o facto de algumas pessoas procurarem fora o que podem ter em casa. Acrescentar uma terceira pessoa à relação é uma fantasia recorrente de alguns casais, tenham eles uma relação estável ou não. Mas eu pergunto-me até que ponto essa fantasia é também da mulher mesmo?! E até que ponto não é uma ideia do homem, e pela qual a mulher aceita compactuar. Até que ponto é normal ela aceitar isso, mas depois ela não ser capaz de dizer ao marido que também fantasia (imaginemos que fantasia também estar om outra mulher) em estar com outro homem ou outros homens?! Pensemos minha gente, sim! para isso temos o cérebro. Sim! o cérebro não serve só para efeito para quem pensava que aquilo estava ali por estar.
Uma vez li algures há muitos anos atrás, quando tinha à volta de 15 anos e nunca mais me esqueci. Que o maior orgão sexual é o cérebro. Esqueçam os pénis e vulvas por momentos ok. Cencentremo-nos no cérebro. E agora analisemos a palavra Fantasia. Fantasia é imaginar na mente, certo! Então pergunto-me a mim mesma, porque raio (desculpem a expressão) podemos ter a fantasia X, se nunca imaginamos na nossa mente como seria ter essa fantasia!? Sabemos que queremos realizar a fantasia, e que provalmente será bom, mas não imaginar não chega a ser macabro ou melhor irónico?! E pior é ir fazer algo que não se pensa - omo será depois?; - O que sentirei depois? . Pois claro dirão alguns e cheiros de razão que nunca sabemos o futuro, mas podemos antever de certa forma. E às vezes há que pensar - e se correr mal será que estou disposto a aceitar os riscos recorrentes disso?. Quase tudo na vida tem riscos. Um exemplo muito fácil de entender é fazer sexo sem protecção, sem preservativo. Quando o fazemos corremos um risco de apanhar uma doença, até Sida. Então será que muitas pessoas que apanharam essa doença pensaram antes?! Se calhar se tivessem pensado não tinham apanhado a doença. No momento acredito que tudo saiba bem, mas depois, os riscos. Ah pois é. pensamos que só acontece aos outros, mas isso é pura ilusão. Se queremos fazer da fantasia realidade há que pensar bem nos riscos.
Na conversa com o meu amigo, ele me dizia, algumas mulheres subjugam-se ao marido nas ideias, para não o perder, para o controlar. Preferem alinhar com as coisas que ele diz do que dizer não. Mas na verdade não tiveram antes a coragem de dizer certas coisas e, teoricamemte quanto mais intimidade se tem mais se devia partilhar, menos medo se devia sentir, mais abertura, mais loucura; isto é a minha linha de pensamento. Algumas mulheres têm medo de admitir que se masturbam (outras porém podem mesmo ser sinceras e não o fazem), medo de se expor, que o marido olhe para elas com outros olhos, como se não fossem as esposas certas, mas umas devassas talvez e, então elas se reservam, se protegendo. Então assim é cada vez mais pertinente falar sobre as coisas e, não para servir de moda ou de padrão, mas sim para fazer as pessoas pensarem, para quebrar tabus. Saber aceitar e desmistificar algumas coisas sobre sexo.
Uma vez li algures há muitos anos atrás, quando tinha à volta de 15 anos e nunca mais me esqueci. Que o maior orgão sexual é o cérebro. Esqueçam os pénis e vulvas por momentos ok. Cencentremo-nos no cérebro. E agora analisemos a palavra Fantasia. Fantasia é imaginar na mente, certo! Então pergunto-me a mim mesma, porque raio (desculpem a expressão) podemos ter a fantasia X, se nunca imaginamos na nossa mente como seria ter essa fantasia!? Sabemos que queremos realizar a fantasia, e que provalmente será bom, mas não imaginar não chega a ser macabro ou melhor irónico?! E pior é ir fazer algo que não se pensa - omo será depois?; - O que sentirei depois? . Pois claro dirão alguns e cheiros de razão que nunca sabemos o futuro, mas podemos antever de certa forma. E às vezes há que pensar - e se correr mal será que estou disposto a aceitar os riscos recorrentes disso?. Quase tudo na vida tem riscos. Um exemplo muito fácil de entender é fazer sexo sem protecção, sem preservativo. Quando o fazemos corremos um risco de apanhar uma doença, até Sida. Então será que muitas pessoas que apanharam essa doença pensaram antes?! Se calhar se tivessem pensado não tinham apanhado a doença. No momento acredito que tudo saiba bem, mas depois, os riscos. Ah pois é. pensamos que só acontece aos outros, mas isso é pura ilusão. Se queremos fazer da fantasia realidade há que pensar bem nos riscos.
Na conversa com o meu amigo, ele me dizia, algumas mulheres subjugam-se ao marido nas ideias, para não o perder, para o controlar. Preferem alinhar com as coisas que ele diz do que dizer não. Mas na verdade não tiveram antes a coragem de dizer certas coisas e, teoricamemte quanto mais intimidade se tem mais se devia partilhar, menos medo se devia sentir, mais abertura, mais loucura; isto é a minha linha de pensamento. Algumas mulheres têm medo de admitir que se masturbam (outras porém podem mesmo ser sinceras e não o fazem), medo de se expor, que o marido olhe para elas com outros olhos, como se não fossem as esposas certas, mas umas devassas talvez e, então elas se reservam, se protegendo. Então assim é cada vez mais pertinente falar sobre as coisas e, não para servir de moda ou de padrão, mas sim para fazer as pessoas pensarem, para quebrar tabus. Saber aceitar e desmistificar algumas coisas sobre sexo.














