quarta-feira, 31 de julho de 2013

Toddler and Tiaras



Já tinha ouvido falar deste programa aqui na internet, hoje por curiosidade vi uma parte disso na tv. Vi que nem todas as mães são mães gordas a feias, mas contudo nada me tira da cabeça que são mães com problemas ou de auto estima ou fracasso. Ou seja são pessoas que não estão bem com elas mesmas, e incutem valores e ideias erradas nas crianças, nem as deixam ser crianças. Muitas meninas estão ali esperançosas no fundo de agradar a mãe, e não porque elas próprias queriam aquilo. No fundo levam uma lavagem cerebral do que deve ser feito, de que é bom ganhar e serem competitivas e que precisam de ser mais bonitas e melhores que as outras.

Pegam em crianças ainda inocentes, e metem um monte de porcaria na cabeça delas, e não as deixam ser puras, simplesmente crianças sem preocupações. A beleza ali é tão importante neste concurso que a pressão é imensa, e até recorrem a muitas coisas falsas e artificiais afim de realçar a beleza natural. É dizer que não são belas o suficiente sem maquilhagem, sem cabelo falso, sem bronzeamento, sem dentadura, sem tirar pêlos das sobrancelhas, ou seja sem sofrer, sem fazer sacrifícios. E por vezes as crianças mostram que não querem estar ali, mas como aquelas mães e pais já gastaram muito dinheiro a investir em algo, em roupa e outros bens, nada os demove de sair do concurso. Estão no fundo a alimentar uma indústria que fomenta se aproveitar disto para mudar as crianças e ganhar mais dinheiro. No fundo o dinheiro é que move isto tudo, e a estupidez e ego das pessoas.  

Se estes pais e mães dedicassem tanto tempo como dedicam aqui, a amar a criança, este mundo seria muito melhor. Mas se calhar estes pais ainda são crianças que não cresceram e por tal fazem isto. É mais importante ganhar o concurso e usar um filho como se fosse um boneco. No fundo é isso que eu acho, que são pessoas frustradas que usam os filhos para aliviar isso. Mas claro que não admitem, mesmo entre eles criticam-se uns aos outros. Porque no fundo ninguém sabe avaliar o que faz, só o que os outros fazem. Como eu estou a fazer aqui lool. Felizmente em Portugal não vamos tão longe como os americanos, acho que somos mais autênticos. Mas tem sítios onde se já vê crianças na escola pintadas, e com cabelo pintado também. É mesmo ridículo. 

Este programa existe desde 2008, eu pergunto no futuro como serão estas crianças. Isso devia ser estudado depois. Como será o seu desenvolvimento emocional, e a sua auto estima no futuro quando forem adultos. As crianças aprendem a fingir, a ser algo que os outros querem que elas sejam, afim de ter algo em troca. Só que este algo consegue se com base em aparências e não valores sólidos, para no fim ter algo que vai ser vazio. E pensando bem às vezes quando penso também não acho bem crianças nos filmes e etc. Mas continuando e falando só disto. Fazem sorrisos falsos, e depois nem sabem ser autenticas como deveriam ser. Genuínas. Ficam achando caso não sejam bonitas não conseguem ser felizes.

Há pessoas que se desculpam dizendo que há crianças a passarem fome, quer dizer agora porque há algo pior isto não faz mal é isso!? Afinal para que se tem filhos?! Amar um filho é o quê afinal? Isto não é cultura, não é amar, não é coisa nenhuma. Se alguém entendesse alguma coisa de psicologia entenderia. Lá porque sou mãe não quer dizer que tudo o que faça é certo, ou que se pode fazer tudo de um filho. Um filho não é propriedade dos pais. E agora me pergunto e se uma filha destas ficasse obesa ou doente, ou queimada como seria?! Onde estaria o amor!? É que me parece que só está na beleza física.
Os pais não querem que os filhos se divirtam, querem que eles ganhem. E os filhos querem agradar os pais como é normal. Enfim...

Eu acho que tudo isto está tirando a autenticidade das crianças, a criatividade delas. Está sim formatando para o que deve ser, como devem ser, que é mais importante serem belas fisicamente do que belas no interior. Para depois quando algo não corre bem ficarem numa depressão, por não conseguirem ser belas, como ser como acham que devem ser. 





segunda-feira, 29 de julho de 2013

Que mundo é este?!


Não há um dia em que não aconteça algo de mau no mundo. Agora foi um acidente com um autocarro em Itália, e há pouco tempo um comboio em Espanha. Pergunto-me por exemplo o que ia na cabeça daquele condutor para em vez de ir a 80km ir a 190km. Ainda por cima dizem que antes disso ele tinha postado no facebook que gostava de velocidade, mas que depois isso foi eliminado. Enfim...É preciso termos consciência dos nossos actos, antes de fazermos coisas como estas. Mas acho que são poucas as vezes é que as pessoas sabem mesmo o que fazem. Acham que é como um jogo talvez, em que  podem fazer tudo o que lhes apetece. 

A violência doméstica que só cresce em vez de diminuir é prova da maldade que nós temos, de que estamos longe de saber amar. Torna-mo-nos obsessivos, e até chamamos amar a tudo menos amar. Mesmo moços novos são machistas, e se acham no direito de se acharem donos de uma mulher. Parece que mexe muito o orgulho de um homem como esses, uma mulher não o querer, e então decidem se vingar. Do género - se não é meu, não é de mais ninguém. A mulher tem vindo, e continua a ser tratada como um objecto, como uma boneca, que pode ser usada a deitada fora. Como um robó que tem que servir o homem, porque afinal temos de ter propósitos de vida né. Um homem pensa, para que quero uma mulher, se ela não sabe cuidar de mim e da casa. Infelizmente há coisas que estão longe de terminar, de serem mudadas para melhor.

Eu sinceramente não entendo como é que certas pessoas que não amam, que nem gostam do outro, esperam que o outro goste delas. Exigem algo que não dão. E se dão algo é a pensar em ter em algo em troca, isso é um negócio, não é uma relacionamento. Se as pessoas não estão bem porque continuam, porquê que existem pessoas que querem obrigar a outra pessoa a ter algo que não quer. Parece que existe um prazer doentio nisso, em ter algo à força, baseado na criação do medo na outra pessoa. 




Pintura de Brad Kunkle

sábado, 27 de julho de 2013

Traição


Concordo em pleno com o Quintino Aires, quando ele diz que, "quem ama não trai". E é sobre este tema que hoje vou falar, sobre traição. 

Embora vivamos numa sociedade menos acorrentada, com mais liberdade, a sinceridade ainda é um problema. E pergunto-me eu, se num relacionamento amoroso não existe sinceridade, e se esconde do parceiro um outro muita coisa, como pode haver amor? Incrível como existem pessoas que dizem que amam seus parceiros ou parceiras, e continuam a trair. Incrível mais, e até chocante para mim, que existam coisas como a mulher trair o marido e o marido gostar de tal e gostar de assistir a tal. Acho que a minha mente, embora seja aberta, é ainda muito conservadora. Talvez isto seja fruto de muita repressão antiga, não sei. Se bem que eu sou de uma família à antiga mesmo, e não sinta a menor vontade de fazer coisas como tais. Contudo também faz de mim alguém um pouco ingénua, e parvinha, num mundo onde as pessoas se usam. 

Para mim o sexo não pode ser banal nem vulgar, nem tem sentido. Acho que antes me fazia alguma confusão, quando era virgem, embora também tivesse curiosidade, mas de facto para mim quando li sobre tantra tudo fez mais sentido. Ou melhor achei que naquelas palavras se enquadrava a minha maneira de ser. Contudo estou longe de saber o que é o tantra ou sexo tantrico. Mas a ideia de que não vou só partilhar o meu corpo, mas a minha alma também ali, um respeito pelo outro, uma partilha, como algo lindo. É que para muita gente o sexo é conseguir algo, ter algo, e só dar afim de depois o seu ego estar mais elevado. Mas para mim nunca pode ser isso, é uma espécie de forma primitiva de chegar ao amor. Ao amor de um homem/mulher, amantes, porque existem outros tipos de amor, como mãe - filho/a, ou amigo - amiga, etc etc. 

Quantos milhares de homens (e também mulheres) procuram pessoas na internet para ter algo. E por incrível que pareça, eles não se inibem ao dizer o que querem, nem que têm namorada, enfim...O que até certo ponto é bom, mas acho que o fazem comigo, por eu ser anónima talvez. 

Depois há coisas que me transcendem também, pessoas que gostam do sexo, que dizem que necessitam de sexo, mas que não gostam de se masturbar. Então não gostam deles mesmos?! E depois não será que usam os outros para ter algo, pensando que também estão a dar algo aos outros. Tipo - toma lá, dá me cá. Parece que só dão algo em troca de outra coisa, e isso é uma espécie de negócio. Se bem que o que reparo é que ás vezes é visto como uma mercadoria o sexo, e as pessoas como meio de obter essa mercadoria que eles também querem adquirir. Alguns querem sentir que elas os desejem, faz bem ao ego. 

Muitas pessoas continuam a viver relações sem sentido, e não saem delas por medo, embora não admitam nem para elas mesmas. Arranjam mil e uma desculpas, e odeiam ser julgados ou até aconselhados. Nem todas as pessoas querem de facto melhorar a relação que têm com o seu companheiro. Uns estão mais esforçados em manter em sigilo a sua vida secreta do parceiro. 

As pessoas procuram afecto, amor das formas mais erradas. Eu também estou envolvida neste filme, visto que nem sempre a minha cabeça funciona bem. Mas tento, ou melhor quero chegar lá. Mas tem coisas que me deixam mal mesmo, saber que as pessoas são tão diferentes do que pensamos que elas são. Às vezes existem pessoas que parecem tão certinhas, e afinal têm uma vida secreta que me choca em parte. 






quinta-feira, 25 de julho de 2013

Aprender a amar


Tal como no trabalho, ninguém nasce ensinado, e por tal precisamos de experiência certo!. Cada vez mais se quer alguém que venha trabalhar para a empresa, mas que já tenha experiência suficiente para trabalhar sozinho, sem requerer ajuda de ninguém. No amor, também se começa a exigir o mesmo, que o outro saiba tudo, ou então que o outro nos ensine a amar. Contudo penso que aqui seja ligeiramente diferente. Acho eu, tudo depende. 

Por vezes pensamos que quem tem mais experiência é melhor, sabe mais. Embora hoje em dia as empresas prefiram pessoal sem experiência afim de serem mais moldáveis, mais facilmente manipulados, enfim...Mas vamos falar do amor, e menos do trabalho, porque senão dá confusão aqui. 
Certas mulheres acham que até é bom os homens terem experiência para serem melhores amantes por exemplo, que um virgem com certeza não será tão bom amante. Para mim nada mais errado, pela experiência que tenho. Eu mesma, quando era virgem podia saber mais coisas que muitas mulheres com experiência. 

Para aprendermos a amar, não se vê somente pelo currículo que temos, mas sim por outros factores que não estão à mostra. E primeiro de tudo, temos de mergulhar bem fundo dentro de nós, para nos conhecermos, afim de nos darmos a conhecer. Temos depois de saber mergulhar e procurar compreender a outra pessoa, não o rotulo, mas sim a essência dessa pessoa. Quando as pessoas são compatíveis, e se juntam, conhecem-se, elas se unificam, se tornam uma só. O sexo é um deslumbre disso, e é uma boa forma de praticar a partilha do corpo, o conhecer o corpo do outro, enfim...Mas amar é mais que isso, e ter uma relação muito mais ainda complicado é, acho eu. 

Se nós não sabemos amar, e não conhecemos bem a outra pessoa, e estamos mais centrados em nós próprios e não no nós, eu e ele, ou eu e ela, então a coisa claro que não funciona. Não podemos esperar que tudo seja dado, que tudo seja ensinando, que o outro tenha paciência para nos tornar bons amantes. Somos todos diferentes, e eu podia ser uma amante para um homem, mas se calhar se fizer o mesmo para outro pode não dar certo, porque ele é diferente. Não existem receitas, embora muitas leituras ajudem a nos tornarmos melhores. 

De uma pessoa com 18 anos não esperamos o mesmo de uma com 30 anos. Os objectivos de vida vão mudando. E ao passo que com 18 anos se namora ainda com o espírito de aprender a namorar, com 30 anos já esperamos nos juntar e viver juntos. E claro que quando alguém com 30 anos, encontra outra pessoa com uma mentalidade de 18, fica complicado, esperar tantos anos que alguém mude por nós. Atenção não estou dizendo que a culpa é da pessoa que não tem experiência, mas estou dizendo que a culpa também não é de quem não tem paciência para esperar que o outro seja quem queremos. 





terça-feira, 23 de julho de 2013


“O problema de muitos casais é não terem capacidade para perceber que o melhor que podem fazer por um casal é abandoná-lo. O problema de muitas pessoas é não terem capacidade para perceber que o melhor que podem fazer por uma pessoa é abandoná-la.”


"In Sexus Veritas", de Pedro Chagas Freitas


sábado, 20 de julho de 2013

Nudez entre pais e filhos

Passamos do oito para os oitenta, e certas pessoas nem têm noção do que fazem de mal para os seus filhos. Eu como um dia espero ser mãe, espero não cometer os mesmos erros que outras pessoas, porque vejo que certas coisas não são normais, e são fruto de quem não entende os filhos.

Eu confesso que certas pessoas me fazem sentir como maluquinha ou então como alguém com maldade, e que os outros é que não sentem maldade. Comentários como este que coloco aqui:

"Eu pessoalmente acho que não tem mal nenhum, cada família tem a sua dinâmica e para eles andar nu é normal. A mim não me incomoda nem um pouco. Até porque para as mães os filhos nunca crescem e nunca olham para eles de forma sexuada, ela não olha para o pénis dele especificamente, e com o filho ela não tem qualquer prendimento sexual e é por isso mesmo que não lhe faz diferença a estar na casa de banho com ele nu e não vai à casa de banho quando la está o marido (porque já envolvia o envio de uma mensagem que ela quer evitar porque não se dá muito bem com ele, logo não lhe quer dar mensagens sexuais)."

Vejam o vídeo do Quintino Aires.


E comentários aqui:
https://www.facebook.com/cristinaferreiratvi/posts/361021970623088

Felizmente eu pensei, não sou maluca, porque ele pensa como eu. E pensei em quando era pequena, e de facto por volta dos 6/7 anos pensamos nisso tudo. Eu não via os meus pais nus. Sempre houve a noção de privacidade, e acho importante. Mas acho que as pessoas confudem-se, para se mostrarem modernas, então estão nuas em casa na frente uns dos outros, sobertudo entrando na casa de banho.

Agora uma pessoa pensa, ou quer pensar, que é adulto, que vê a mãe nua na casa de banho, e que a mãe o vê nu, e que não tem mal. Mas será que é capaz de pensar que mal fez isso entre os 5 e os 12 anos?! Será que o rapaz não ficou com medo em pequeno de não ser como o pai?! Será que por isso não tem algum problema de ordem sexual agora quando está com uma mulher?! Será que ter estado com a mãe nu, ou ver a mãe nua não fez com que ficasse mais inibido. E atenção não falo em inibição em termos de se mostrar fisicamente nu. Falo que apesar disso, ele pode ter problemas em erecção, ou em ejaculação precoce  ou outro problema mas que recusa-se a ir ao médico. Onde está o à vontade afinal?!

Existem idades complicadas e são quando nós estamos a estruturar a nossa mente, e os pais não sabem bem como lidar com isso. Achar que o filho de 25 anos ainda é um menino, e que não tem mal em entrar na casa de banho quando ele está nu é para mim  vindo de alguém sem consciência do que faz. Vindo de alguém que se quer afirmar como moderno, mas depois não sabe viver bem. Essa é como aquela de dormir com os filhos até muito tarde, e os pais deixam de ter intimidade. Mas é tudo normal hoje em dia, e eu é que sou uma mente depravada né?!?!?!


Uma coisa é quando são naturalistas, e estão nus num certo ambiente, e outra coisa é invadir a privacidade do outro na casa de banho. Muitas vezes os pais fazem isto sem maldade, mas é como se diz, intenções sem maldade por vezes dão em sofrimento. Mas existem pais que acredito que tenham obsessões  e digo principalmente quando não existe uma relação de proximidade entre mãe e filho por exemplo, que se dão mal, que a mãe não gosta das namoradas, mas depois que gosta de ver o filho nu, e o filho não vê maldade nisso, porque a mãe disfarça. Mas como vamos nós saber se a mãe não olha para o filho e não se lembra do pai quando era novo?! Ou pior ainda. Mas eu tenho uma mente depravada como vão muitos pensar.

Foto de Aneta Ivanova

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Quando se está perdido


Lá porque nós nos dedicamos aos outros e eles nunca seriam capazes de fazer o mesmo por nós não devemos desistir. Por vezes custa, eu sinto isso na pele. Porque nem toda a gente está para perder tempo para nos conhecer, para nos ajudar. Por vezes só sabem lançar palavras vãs, e nem uma simples palavra como desculpa sabem dizer. Desculpa por ter errado, por te ter feito sofrer, desculpa por nunca saber o que fazer, por te rir na tua cara, etc etc. E por tal em vez de nos queixarmos temos de saber nos afastar dessas pessoas.

Há pessoas que não sabem quem são, nem o que buscam. Pensam que sabem, e depois se queixam que não têm o que querem, mas não sabem muitas vezes o que preocuram. Porque sou soubessem não perdiam tempo com alguém que afinal era uma brincadeira, se queriam uma namorada não andavam à busca de sexo sem compromisso, ou se não buscam uma namorada que não iludam dizendo que querem tal coisa como constituir uma família quando não estão preparados para tal. Nós temos que saber o que desejamos, e estar preparados para tal. Por isso dizem - tem cuidado com o que desejas. 

Por vezes as pessoas são egoístas, convencidas, por acharem que isso é auto estima em alta, mas não é. E por tal depois subestimam os outros, achando que não têm que fazer nada para provar que se pode confiar neles. Dão se ao luxo de perder amizades por teimosia, e preferem ficar com as mesmas crenças que já tinham e não mudar. Para quê mudar né?! Ou então pensam em mudar, mas isso leva muitos anos, e o tempo não espera por nós. Os outros não esperam por nós, que nós mudemos. Por isso temos que ser rápidos, e nem que tenhamos de bater no fundo do poço cometendo erros para aprender a dar valor ao que tem valor para o que queremos da nossa vida. 

Achar que a culpa é da outra pessoa porque se afastou é por vezes uma ilusão. Por vezes são dadas tantas chances, que são desperdiçadas que depois se perde a vontade de estar com essa pessoa que quando mais precisávamos nos virou costas, porque não tem nada haver com os problemas do outro. É fácil perguntarmos se está tudo bem, escrevermos palavras de algum consolo, mas a ajuda verdadeira poucos sabem dar, poucos sabem ver quem somos de verdade e gostar de nós mesmo. Poucos querem perder tempo a conhecer alguém, a tentar adivinhar o outro, quando afinal este se está a abrir. 





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