quinta-feira, 27 de junho de 2013

Falta muito para sermos evoluídos


Anos passam, séculos passam, e mesmo assim ainda falta muito para dizermos que somos uma espécie evoluída. Por exemplo no que concerne ao tema do sexo e do amor, muito existe a dizer, e muitos tabus ainda persistem e não nos deixam ser felizes. 

Na era pré histórica o sexo com certeza que era algo natural como podemos ver nos símios, mas depois passados anos de evolução, e com a religião, o sexo foi visto como algo sujo, que tinha que ser controlado e usado para ter o controlo sobre as pessoas. Passou-se de um extremo para outro.

Nós nascemos do sexo, logo o sexo é uma forma de a forma de propagar a espécie, e está inserido no nosso corpo essa vontade/desejo de procriar. É algo primitivo/básico que nós temos/sentimos. Se vermos os animais, eles nem pensam, apenas reagem ao apelo da natureza. Normalmente a fêmea é a mais selectiva, isto para a espécie ser forte e não fraca. Quando uma cadela está com o cio, ela quer estar com cães, eles por sua vez sentem através do cheiro que existe uma cadela com o cio, e lá vão eles, movidos pelo instinto sexual da procriação. Nós já somos mais parecidos com os bonobos, em que a fêmea tem o mesmo ciclo menstrual que a mulher. E aqui se vê que além de fazerem sexo por procriação, também o fazem para minimizar o stress no grupo. 

Nós humanos temos o cérebro mais evoluído, e a prova são estas coisas todas que inventamos, e por tal temos capacidades de chegar a um estado mais supremo que é o amor. Só que isso está meio atrofiado, e muitas vezes não aprendemos a usar essa energia do amor, e acabamos sentido sentimentos opostos, derivados do medo que é um das emoções mais básicas que quase todos os animais sentem, incluído os repteis. O medo é importante para a sobrevivência da espécie. Isto porque pensar leva muito tempo, e por tal temos um mecanismo que faz desencadear a reacção do medo; o coração bate mais forte, e a adrenalina aparece nas veias. 

"Como os corpos das mulheres e das raparigas estão sempre cobertos, o desejo mais profundo dos homens é ver-lhes a carne, como facilmente se imagina. Pensam nisso noite e dia, e falam muito do corpo feminino em termos que fazem pensar que algo tão bonito e natural é pecado e tem de ficar escondido no escuro. Se elas começassem a mostrar a carne, eles poderiam focar a sua atenção noutras coisas, deixando os olhos de espreitar e as bocas a sussurrar palavrões quando passasse uma rapariga." /(Tuiavii de Tiavéa, no livro Papalagui)

Hoje em dia damos por nós, a usar o sexo de forma banal, e outras pessoas que ainda estão bloqueadas no que respeita ao sexo, por acharem que é algo pecaminoso, que só pode ser feito entre pessoas casadas. O sexo é usado de forma errada, e não de forma natural. Somos controlados pelo sexo, e deveria ser ao contrário nós o controlarmos. A internet está impregnada de pornografia, e onde está algo natural ali? Mesmo os que dizem que é gravações caseiras acham mesmo que aquilo é natural? Porque se expõem? Não existe nada de natural nisso. Eu acho que como o ditado diz, nem tanto à terra nem tanto ao mar. E acho que este mundo de pornografia só está tão crescente porque a religião teve o seu contributo, em que censurou o sexo como algo mau. E depois claro dizem, que o pecado é o fruto mais apetecido. 

O que é que o sexo tem haver com o amor? Em parte nada tem haver, pois para haver sexo não é preciso amor, e para amor não é preciso sexo. Contudo entre homem e mulher, namorados, deve existir ambas as coisas, e por vezes o sexo acaba por ser a forma mais primitiva de chegar ao amor. O orgasmo dá-nos um deslumbre do paraíso, que no fundo é uma substância libertado no nosso cérebro, chamada oxitocina, e uma libertação de energia. Mas sem o amor, não passa de um deslumbre mesmo, ao passo que com amor é algo muito diferente.









quinta-feira, 13 de junho de 2013

Discursos sobre formas de pensar e ser


Nós mulheres somos logicamente diferentes dos homens, podemos dar à luz, e por tal temos capacidades que eles não têm. (Contudo existem certas mulheres que têm o cérebro mais masculinizado do que outras.) As mulheres conseguem por tal reconhecer mais facilmente emoções nas outras pessoas. E portanto ligam mais a pormenores, enquanto os homens não ligam tanto. As mulheres são mais intuitivas e sensíveis, e por tal detectam melhor as mentiras dos homens, e quando elas mentem eles por vezes nem notam, como por exemplo fingir um orgasmo. lol

Enquanto o homem só faz uma coisa de cada vez, as mulheres conseguem fazer muitas coisas ao mesmo tempo. Diz no livro, que se falar com um homem enquanto ele está a fazer a barba é provável que ele se corte. Sei que isso não é com todos, mas se calhar até pode acontecer com outros. Diz que para as mulheres é mais complicado distinguir a direita da esquerda. Realmente eu às vezes tenho que pensar. Ao passo que os homens já conseguem melhor distinguir isso. Mas sabem, o livro diz que certos homens têm o cérebro feminilizado, e certas mulheres têm o cérebro masculinizado, e é verdade. Contudo na maioria dos casos, mulher que é mulher adora compras e o homem que é homem não mostra o que sente, e não quer falar dos problemas. 

No livro tem um teste, para ver como é nosso cérebro, e eu  fiquei em meio termo, equilibrado, o que é bom, pois nem 8 nem 80. Tenho coisas em que sei que sou definitivamente mulher, e outras em que sou um pouco homem. Normalmente homens gostam mais de coisas, mulheres de relações, homens preocupam-se mais com poder, e mulheres com amor. Contudo como todos sabemos as mulheres cada vez estão mais parecidas com os homens, e isso nota-se na forma de agir, comportamentos, como por exemplo importar-se mais com a carreira do constituir família, o próprio sexo, em que é mais banalizado. Isto porque a meu ver, um homem usa o amor para ter sexo, e a mulher usa o sexo para ter amor. Estou a ser genérica, pois sei que cada caso é um caso, e existem pessoas que nem uma coisa nem outra.

Um problema que sei que não é só das mulheres, mas também dos homens, e por tal tantas relações funcionam mal, ou mesmo terminam é a falta de comunicação. E com isto não digo que se deva falar, mas saber falar. Por vezes as coisas são ditas, mas não de forma clara, e depois existem mal entendidos, que geram posteriormente conflitos. É preciso saber falar sem medo, claramente, abertamente, especificando ou dando exemplos para se entender bem.

As mulheres queixam-se dos homens, e os mesmos queixam-se que não compreendem as mulheres. Mas contudo temos que perceber, que embora haja mulheres parecidas com homens e homens parecidos com mulheres, somos como o yin e yang, opostos. E estes opostos é que se atraem. Contudo, é preciso muita perseverança e amor para compreender o outro, descobrir, saber comunicar, abrir o coração sem medo, sem jogos. E muitas vezes as pessoas não têm tempo para perder com o outro, nem têm paciência para compreender o outro e o ajudar. E isso é um problema, pois esperamos cativar os outros só com a nossa maneira de ser. Achar que temos que cultivar o amor dentro de nós, mas depois ser incapaz de partilhar isso não serve de muito, mas ninguém está para fazer sacrifícios, de facto hoje em dia achamos que não podemos sacrificar nossa vida por ninguém.





quarta-feira, 12 de junho de 2013

Novas leituras


Eu sou daquelas pessoas que vai à biblioteca e depois logo vejo o que trazer. Ou seja eu tenho que olhar e encontrar um livro que eu veja que tem interesse para mim, e hoje encontrei que é "Por que é que os homens nunca ouvem nada e as mulheres não sabem ler os mapas de estrada". E só de ler um pouco percebi que afinal a culpa não é dos homens coitadinhos, é do cérebro deles que tem menos capacidades que nós lol Este livro explica muitas diferenças que existem entre os homens e as mulheres, e um pouco como compreender melhor o outro sexo. Este livro explica, com base em estudos no cérebro humano, muita coisa, contudo como sempre há excepções. Acredito que se compreendermos melhor o outro, fica mais fácil de abrirmos o nosso coração e aprendermos a amar e sermos felizes. 

Por exemplo explica porque os homens detestam estar errados. Pelos vistos tudo remonta ao tempo dos pré históricos. Os homens não gostam de mostrar que erraram, para não perderem o controlo, e para não sentirem o sentimento de ter falhado perante os outros. Por exemplo um homem prefere não mostrar que está perdido, e se ver que está, prefere não dar a parte fraca de tal e não pergunta. Os homens também não gostam de ser criticados, e pelos visto por essa razão preferem mulheres virgens lol. Diz que o homem não admite os erros por vezes com medo de a mulher deixe de gostar dele, contudo a mulher gosta mais dele quando o mesmo reconhece os erros.  

O homem não mostra as emoções, por que pelos vistos isso está relacionado com o passado, ou seja por exemplo (como diz no livro) o homem estava na caverna com a mulher e filhos, e sempre com uma postura séria, a olhar para a paisagem para proteger os seus, e tinha como papel alimentar a família, caçar. Ele não podia mostrar medo e por tal tinha que ser forte. E se vermos bem, ainda há pouco era isso que se ensinava aos meninos, que não podem chorar, que têm que ser fortes, etc. 




terça-feira, 11 de junho de 2013

Na areia caminhei


A areia estava entre meus pés, e as ondas do mar tocavam levemente nas minhas pernas. Hoje decidi ir um pouco à praia, de calções e blusa de alças. Devo ter andado uns 7 km acho eu. Ainda pensava que ia ler, mas deitei-me e só tentei relaxar. Os pensamentos surgiam na minha mente, e cada vez mais vejo que tenho que abrir os olhos para saber avaliar melhor as pessoas. Pois nem todas ouvem a mesma música. 

Vi uma parte do programa na RTP2, Esta é a minha família, e vi como certas famílias são tão diferentes, e se preocupam com tantas regras e aparências. Eu prefiro gente mais simples, sem tanta educação, mas com bom coração. Às vezes quanto mais dinheiro pior. Eu não estou a dizer que certas pessoas sejam más, não se trata disso, mas diferentes, e onde eu não me encaixo. E não porque a minha família não seja assim, porque ela não é exemplo, mas porque sei o que é bom para mim. 

O mar é influenciado pelo que o rodeia, e conforme isso é conforme ele está. Ora pode estar calmo, ora revoltado. Ele é como é, e nunca deixa de ser ele. Nós somos seres que podemos mudar, e conforme o que sentimos, e o meio que nos envolve, estamos alegres, dizendo piadas a rir, ora estamos tristes com vontade de chorar ou de gritar. Tem pessoas que parece que não sabem lidar com isso, com a vulnerabilidade de um ser, ou melhor a instabilidade. É como existisse um mundo de aparências, onde toda a gente se dá bem, e estão sempre controlados. Se repararmos os ricos são mais assim, contudo não sei se isso é normal, se se enganam a eles mesmos ou aos outros. 




segunda-feira, 10 de junho de 2013

Somos seres sociais e não solitários como o tigre


Porque teimo em querer respostas quando não querem ser sinceros comigo? De certa forma foi enganada, iludiram-me. Eu avisei deste meu lado fraco, mas foi ignorada. Sei que tenho culpa, pois nunca devia ter feito o que fiz. Sinal da minha imaturidade, de que não sou como os outros. Não adianta querer fazer o que os outros fazem, o que os outros acham de muito normal, quando para mim não é suficiente. Preciso e mereço muito mais. E é isso que certas pessoas não compreendem. Tem pessoas que penso mais valia não as ter conhecido, pois só querem tirar uma parte de mim, e não me dar nada para a minha felicidade. Só sabem me encher de esperança, ilusões, prazer, que depois se desfaz no céu como cinzas. 

Eu sou um ser social, venho dos macacos, e por tal preciso de companhia, para ser alguém. Sozinhos não somos nada. A quem andamos a enganar?! Achamos que somos alguém sozinhos, que podemos ser felizes sozinhos?! O amor só se consegue com partilha, e não sozinho. Acho que cada vez estamos tão civilizados, que nos tornamo-nos frios, calculistas, falsos moralistas para os outros verem, um corpo com aparência. Se calhar aprendíamos mais com a gerações mais antigas, e com os indígenas também. Enfim...quem sou eu para falar né!

Com isto de ter perdido o emprego, ando pior, sem motivação nenhuma, sem vontade de nada. Tinha a certo momento vindo a motivação e inspiração para pintar, mas partiu com quem me enganou. Tenho sonhos, mas sozinha é quase impossível os concretizar, preciso de pessoas de confiança, e quando as perco perco tudo. 

Teimo em achar que afinal tudo pode mudar, porque ainda me tinham dado esperança. Será que não sabem que é feio dar esperança, quando sabem que não é. Pessoas egoístas, que ficam às espera que mudemos para eles poderem dizer - olha podes agora entrar no meu mundo, no meu coração. Eu não sou boneca, nem um cão que fica ali à espera de algo. Sobretudo quando essas pessoas não o fazem por mim. E ainda admito que sou meio inocente, pois facilmente me deixo levar pela conversa de algumas pessoas, embora haja quem ache que eu é que sou a esperta. Não me conhecem é o que é. É triste não me conhecerem, mas acho que talvez seja simplesmente porque somos de mundos muito diferentes, logo não tenho que me chatear ou ficar triste por perder a amizade de alguém que não merece a minha amizade, ou que eu não concordo com a sua maneira de ser. Não gosto de falsos moralismos, e de me passarem a mão na cabeça só para o ego deles ficar bem. Vai demorar, mas hei-de conseguir, e se precisar ficar só com 2 ou 3 amigos então que fique, melhor esses do que ter outros que depois me desiludem e mentem. Como posso confiar em quem me mentiu, e ainda por cima diz que por culpa minha mentiu. 

É fácil conhecer um corpo, mas conhecer uma alma isso sim é um desafio. 


domingo, 9 de junho de 2013

Quem sou eu? #6


Já aconteceu encontrar pessoas que liam o que eu escrevia, mas que depois não sei por alma de quem, pensaram que eu era diferente. Isto só porque só interpretaram uma pequenina parte de mim, e não eu na minha plenitude. Eu sou todas as palavras que escrevo, sou alguém que ambiciona crescer e compreender melhor este mundo. Bem sei! que o mundo não se fez para o compreendermos, mas gosto muito de encontrar pessoas de confiança, pessoas que fazem de mim uma mulher pessoa. 

Ontem estava a ler as cartas que tenho. Sim! tive anos em que escrevia cartas para algumas colegas, e até escrevi para um professor e professora da secundária. Eu de facto era um pouco diferente, pois lembro-me de escrever papelinhos para todos da minha turma, com uma mensagem personalizada. Mesmo na universidade, cheguei a entregar postais com mensagens para professores. Atenção não era graxa, era apenas algo que eu fazia com bom agrado, e porque me fazia sentir melhor. Na universidade só contava mesmo a nota da frequência e não outras coisas, logo não interessava se era muito calada ou não, o que interessava era o que eu fazia na hora do teste, o que para mim era óptimo. 

Acho que quando comecei a trabalhar, senti na pele o que era me usarem só para seu proveito, e o valor a ficar abafado pelos outros. Quem sabe falar, quem sabe ser esperto é que fica bem, e os outros por mais que se esforcem dificilmente conseguem os mesmos patamares. E depois de uma pessoa se sentir como a substituta, e como alguém descartável, que só serviu para os outros ficarem melhor, a nossa auto estima ainda baixa mais em vez de ficar melhor. Com o tempo ficamos calejados, e raivosos contra coisas não têm sentido. Afinal parece que temos que ser como máquinas, e não ser pessoas. 

O meu primeiro patrão dizia que ali era como uma família. Uma família meio estranha, onde eu não era bem vinda, por mais que trabalhasse, e fizesse muitas tarefas de bom gosto. Depressa ou não, apercebemo-nos que os esforços que fazemos pelos outros, eles nunca fariam por nós. Sabe bem ajudar, mas também custa quando sentimos na pele que só nos ajudam por interesse do bem estar deles mesmos e não por mim. Custa não nos dizerem as coisas na cara, e andarem com indirectas e acharem que nós temos que perceber. Qual o problema em dizer a verdade, o que pensamos na cara do outro? A verdade por mais que doía é sempre a melhor solução, passar a mão na cabeça dos outros dizendo uma coisa e depois nas costas dizer outra coisa é algo sujo mesmo, que não é de amigos verdadeiros. 

Uma coisa que custei a perceber, é que muita gente não gosta de ter ligações verdadeiras com os outros, mas sim amizades de interesses, amizades superficiais, onde têm sempre uma parte deles escondida, e que quando nós nos mostramos usam os nossos defeitos para nos prejudicar. Muitas pessoas vivem em mundos de aparências, em que parecem ser uma coisa, e mesmo quando estão numa relação nunca retiram sua capa, ficando sempre na defesa. E ás vezes vivem anos juntos, e bem, mas na verdade não se conhecem. A verdade pode ser dura, mas é importante confortarmo-nos com ela. Mas a verdade é que muita pessoas não estão preparadas para ouvir o que pensamos, preferem o mundo das aparências. 

Perdi o contacto de tantas pessoas, tantas pessoas que parece que lidavam comigo por pena talvez. Pelo menos foi isso que uma vez me dizeram. Embora eu saiba que certas pessoas não sejam assim, e que na verdade viam algo diferente em mim, como a minha sensibilidade para ver o que eles eram. Ou então talvez fosse o meu coração inocente. Claro que ele vai estado calejado, porque neste mundo não podemos ser inocentes e acreditar em tudo o que nos dizem. Tem pessoas que parecem ser mesmo nossas amigas, mas depois nos traem, nos usam, e não têm a mesma dedicação que nós temos para com eles. 









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