quarta-feira, 12 de junho de 2013

Novas leituras


Eu sou daquelas pessoas que vai à biblioteca e depois logo vejo o que trazer. Ou seja eu tenho que olhar e encontrar um livro que eu veja que tem interesse para mim, e hoje encontrei que é "Por que é que os homens nunca ouvem nada e as mulheres não sabem ler os mapas de estrada". E só de ler um pouco percebi que afinal a culpa não é dos homens coitadinhos, é do cérebro deles que tem menos capacidades que nós lol Este livro explica muitas diferenças que existem entre os homens e as mulheres, e um pouco como compreender melhor o outro sexo. Este livro explica, com base em estudos no cérebro humano, muita coisa, contudo como sempre há excepções. Acredito que se compreendermos melhor o outro, fica mais fácil de abrirmos o nosso coração e aprendermos a amar e sermos felizes. 

Por exemplo explica porque os homens detestam estar errados. Pelos vistos tudo remonta ao tempo dos pré históricos. Os homens não gostam de mostrar que erraram, para não perderem o controlo, e para não sentirem o sentimento de ter falhado perante os outros. Por exemplo um homem prefere não mostrar que está perdido, e se ver que está, prefere não dar a parte fraca de tal e não pergunta. Os homens também não gostam de ser criticados, e pelos visto por essa razão preferem mulheres virgens lol. Diz que o homem não admite os erros por vezes com medo de a mulher deixe de gostar dele, contudo a mulher gosta mais dele quando o mesmo reconhece os erros.  

O homem não mostra as emoções, por que pelos vistos isso está relacionado com o passado, ou seja por exemplo (como diz no livro) o homem estava na caverna com a mulher e filhos, e sempre com uma postura séria, a olhar para a paisagem para proteger os seus, e tinha como papel alimentar a família, caçar. Ele não podia mostrar medo e por tal tinha que ser forte. E se vermos bem, ainda há pouco era isso que se ensinava aos meninos, que não podem chorar, que têm que ser fortes, etc. 




terça-feira, 11 de junho de 2013

Na areia caminhei


A areia estava entre meus pés, e as ondas do mar tocavam levemente nas minhas pernas. Hoje decidi ir um pouco à praia, de calções e blusa de alças. Devo ter andado uns 7 km acho eu. Ainda pensava que ia ler, mas deitei-me e só tentei relaxar. Os pensamentos surgiam na minha mente, e cada vez mais vejo que tenho que abrir os olhos para saber avaliar melhor as pessoas. Pois nem todas ouvem a mesma música. 

Vi uma parte do programa na RTP2, Esta é a minha família, e vi como certas famílias são tão diferentes, e se preocupam com tantas regras e aparências. Eu prefiro gente mais simples, sem tanta educação, mas com bom coração. Às vezes quanto mais dinheiro pior. Eu não estou a dizer que certas pessoas sejam más, não se trata disso, mas diferentes, e onde eu não me encaixo. E não porque a minha família não seja assim, porque ela não é exemplo, mas porque sei o que é bom para mim. 

O mar é influenciado pelo que o rodeia, e conforme isso é conforme ele está. Ora pode estar calmo, ora revoltado. Ele é como é, e nunca deixa de ser ele. Nós somos seres que podemos mudar, e conforme o que sentimos, e o meio que nos envolve, estamos alegres, dizendo piadas a rir, ora estamos tristes com vontade de chorar ou de gritar. Tem pessoas que parece que não sabem lidar com isso, com a vulnerabilidade de um ser, ou melhor a instabilidade. É como existisse um mundo de aparências, onde toda a gente se dá bem, e estão sempre controlados. Se repararmos os ricos são mais assim, contudo não sei se isso é normal, se se enganam a eles mesmos ou aos outros. 




segunda-feira, 10 de junho de 2013

Somos seres sociais e não solitários como o tigre


Porque teimo em querer respostas quando não querem ser sinceros comigo? De certa forma foi enganada, iludiram-me. Eu avisei deste meu lado fraco, mas foi ignorada. Sei que tenho culpa, pois nunca devia ter feito o que fiz. Sinal da minha imaturidade, de que não sou como os outros. Não adianta querer fazer o que os outros fazem, o que os outros acham de muito normal, quando para mim não é suficiente. Preciso e mereço muito mais. E é isso que certas pessoas não compreendem. Tem pessoas que penso mais valia não as ter conhecido, pois só querem tirar uma parte de mim, e não me dar nada para a minha felicidade. Só sabem me encher de esperança, ilusões, prazer, que depois se desfaz no céu como cinzas. 

Eu sou um ser social, venho dos macacos, e por tal preciso de companhia, para ser alguém. Sozinhos não somos nada. A quem andamos a enganar?! Achamos que somos alguém sozinhos, que podemos ser felizes sozinhos?! O amor só se consegue com partilha, e não sozinho. Acho que cada vez estamos tão civilizados, que nos tornamo-nos frios, calculistas, falsos moralistas para os outros verem, um corpo com aparência. Se calhar aprendíamos mais com a gerações mais antigas, e com os indígenas também. Enfim...quem sou eu para falar né!

Com isto de ter perdido o emprego, ando pior, sem motivação nenhuma, sem vontade de nada. Tinha a certo momento vindo a motivação e inspiração para pintar, mas partiu com quem me enganou. Tenho sonhos, mas sozinha é quase impossível os concretizar, preciso de pessoas de confiança, e quando as perco perco tudo. 

Teimo em achar que afinal tudo pode mudar, porque ainda me tinham dado esperança. Será que não sabem que é feio dar esperança, quando sabem que não é. Pessoas egoístas, que ficam às espera que mudemos para eles poderem dizer - olha podes agora entrar no meu mundo, no meu coração. Eu não sou boneca, nem um cão que fica ali à espera de algo. Sobretudo quando essas pessoas não o fazem por mim. E ainda admito que sou meio inocente, pois facilmente me deixo levar pela conversa de algumas pessoas, embora haja quem ache que eu é que sou a esperta. Não me conhecem é o que é. É triste não me conhecerem, mas acho que talvez seja simplesmente porque somos de mundos muito diferentes, logo não tenho que me chatear ou ficar triste por perder a amizade de alguém que não merece a minha amizade, ou que eu não concordo com a sua maneira de ser. Não gosto de falsos moralismos, e de me passarem a mão na cabeça só para o ego deles ficar bem. Vai demorar, mas hei-de conseguir, e se precisar ficar só com 2 ou 3 amigos então que fique, melhor esses do que ter outros que depois me desiludem e mentem. Como posso confiar em quem me mentiu, e ainda por cima diz que por culpa minha mentiu. 

É fácil conhecer um corpo, mas conhecer uma alma isso sim é um desafio. 


domingo, 9 de junho de 2013

Quem sou eu? #6


Já aconteceu encontrar pessoas que liam o que eu escrevia, mas que depois não sei por alma de quem, pensaram que eu era diferente. Isto só porque só interpretaram uma pequenina parte de mim, e não eu na minha plenitude. Eu sou todas as palavras que escrevo, sou alguém que ambiciona crescer e compreender melhor este mundo. Bem sei! que o mundo não se fez para o compreendermos, mas gosto muito de encontrar pessoas de confiança, pessoas que fazem de mim uma mulher pessoa. 

Ontem estava a ler as cartas que tenho. Sim! tive anos em que escrevia cartas para algumas colegas, e até escrevi para um professor e professora da secundária. Eu de facto era um pouco diferente, pois lembro-me de escrever papelinhos para todos da minha turma, com uma mensagem personalizada. Mesmo na universidade, cheguei a entregar postais com mensagens para professores. Atenção não era graxa, era apenas algo que eu fazia com bom agrado, e porque me fazia sentir melhor. Na universidade só contava mesmo a nota da frequência e não outras coisas, logo não interessava se era muito calada ou não, o que interessava era o que eu fazia na hora do teste, o que para mim era óptimo. 

Acho que quando comecei a trabalhar, senti na pele o que era me usarem só para seu proveito, e o valor a ficar abafado pelos outros. Quem sabe falar, quem sabe ser esperto é que fica bem, e os outros por mais que se esforcem dificilmente conseguem os mesmos patamares. E depois de uma pessoa se sentir como a substituta, e como alguém descartável, que só serviu para os outros ficarem melhor, a nossa auto estima ainda baixa mais em vez de ficar melhor. Com o tempo ficamos calejados, e raivosos contra coisas não têm sentido. Afinal parece que temos que ser como máquinas, e não ser pessoas. 

O meu primeiro patrão dizia que ali era como uma família. Uma família meio estranha, onde eu não era bem vinda, por mais que trabalhasse, e fizesse muitas tarefas de bom gosto. Depressa ou não, apercebemo-nos que os esforços que fazemos pelos outros, eles nunca fariam por nós. Sabe bem ajudar, mas também custa quando sentimos na pele que só nos ajudam por interesse do bem estar deles mesmos e não por mim. Custa não nos dizerem as coisas na cara, e andarem com indirectas e acharem que nós temos que perceber. Qual o problema em dizer a verdade, o que pensamos na cara do outro? A verdade por mais que doía é sempre a melhor solução, passar a mão na cabeça dos outros dizendo uma coisa e depois nas costas dizer outra coisa é algo sujo mesmo, que não é de amigos verdadeiros. 

Uma coisa que custei a perceber, é que muita gente não gosta de ter ligações verdadeiras com os outros, mas sim amizades de interesses, amizades superficiais, onde têm sempre uma parte deles escondida, e que quando nós nos mostramos usam os nossos defeitos para nos prejudicar. Muitas pessoas vivem em mundos de aparências, em que parecem ser uma coisa, e mesmo quando estão numa relação nunca retiram sua capa, ficando sempre na defesa. E ás vezes vivem anos juntos, e bem, mas na verdade não se conhecem. A verdade pode ser dura, mas é importante confortarmo-nos com ela. Mas a verdade é que muita pessoas não estão preparadas para ouvir o que pensamos, preferem o mundo das aparências. 

Perdi o contacto de tantas pessoas, tantas pessoas que parece que lidavam comigo por pena talvez. Pelo menos foi isso que uma vez me dizeram. Embora eu saiba que certas pessoas não sejam assim, e que na verdade viam algo diferente em mim, como a minha sensibilidade para ver o que eles eram. Ou então talvez fosse o meu coração inocente. Claro que ele vai estado calejado, porque neste mundo não podemos ser inocentes e acreditar em tudo o que nos dizem. Tem pessoas que parecem ser mesmo nossas amigas, mas depois nos traem, nos usam, e não têm a mesma dedicação que nós temos para com eles. 









sábado, 8 de junho de 2013

A conjuntura dos meus dias


Estamos a viver numa era bera mesmo, cada ano que passa é muito pior. Eu agora estou desempregada, ainda nem sei se vou ter direito a fundo de desemprego, uma injustiça é o que é. E já não basta não ganhar, também me tiraram o nome do Centro de Emprego. Como sou licenciada, de certa forma sou discriminada, e por tal as formações a que tenho direito são muito poucas. De facto quando perguntei sobre tal, até me disseram – mas você tem o nível 5. Apesar disso, encontrei uma formação gratuita numa outra instituição do Estado, à qual o centro de emprego nem tinha qualquer informação de tal. Nesta formação está uma colega, um pouco mais velha que eu, que é formada em arquitectura, que também está desempregada. Pelos visto já algum tempo que o está, e já teve de trabalhar nos andares do hotéis, onde se ganha pouco mais que 500 euros por mês. E claro está só se dava bem com as outras, porque não exigia nada do que ficava nas saídas dos clientes. Sim! Porque há clientes que deixam muita coisa mesmo, cheguei a ver as empregadas a levaram sacos com coisas, nem davam conta de levar tanta coisa por dia. Não são todos os dias, mas essas coisas são dinheiro e de certa forma compensam o pequeno vencimento.

Por vezes há quem me diga – ah vais encontrar empregos, vais ver. E depois existem pessoas que ganham bem, de 1000€ para cima, e ainda se queixam que mereciam ganhar mais. Enfim…quem me dera a mim ganhar 1000€, nunca ganhei isso, e já sei que não o vou ganhar, sou menos ambiciosa. Tanto que desejava ter ao menos um emprego onde não fosse explorada, mas até isso parece complicado de aparecer. Envio muitos currículos, mas fica difícil mesmo, quando nem uma resposta negativa nos sabem dar, simplesmente vivemos numa sociedade que nos ignoram.
Parece que cada vez mais se separam as pessoas, e quantos não são os licenciados com capacidades que não conseguem empregos, e às vezes até fico parva, pois por vezes perdemos para pessoas com menos capacidades. Existem pessoas que nem sabem preencher uma ficha de candidatura, sim! Cheguei a ajudar pessoas a preencherem a tal ficha. E depois o caricato é que alguns dizem que sabem fazer tudo. Confiança a mais, ou menosprezo do trabalho dos outros, não sei.

Falando em empregos, eu posso não ser uma pessoa muito confiante no trabalho, mas tento ser boa, e fazer o correcto. Ou seja, acho que confiança a mais traz arrogância, e isso presenciei algumas vezes. Não gosto que ser enganada, ou melhor, acho que é melhor admitirem que erraram e depois corrigirem o erro, do que vir com porcarias de desculpas para desculpar o erro, em que tudo dizem menos que erraram. Nada como ser humilde. Mas isso é muito mal visto. Contudo, já lidei com pessoas que lidam muito melhor com esta minha forma de ser do que o contrário, porque nem toda a gente é burra. Eu gosto de lidar com as pessoas, como eu gostaria de ser tratada também. Eu não tinha problemas em pesquisar coisas para os clientes no computador, e até imprimir para eles. Quando não sabia, tentava me informar, e aprendi muito assim. Quando era simpática, era porque eu queria, e não porque ficava bem. Não gosto de cinismos, e pensando que não, existem clientes que notam quando somos mesmo sinceros de coração e quando somos cínicos. Claro que pessoas cínicas por natureza gostam de pessoas cínicas também. Mas em contrapartida existem outras que são tão lindas, que partilham tanto connosco.

Às vezes oiço dizer – não gosto nada dos ingleses, são arrogantes. Mas eu não concordo, acho que com a globalização sobretudo, estamos cada vez mais parecidos, e porquê que somos assim tão diferentes, né! Existem pessoas boas aqui, como más, e nos outros países é igual. Eu vi pessoas espetaculares vindas de muitos países, mas também tive clientes muito chatos também. E às vezes acho que os portugueses são os piores, porque quando é a altura mais caro, ficam mais chatos, mais arrogantes, achando que temos que fazer tudo por eles. Claro que também há clientes portugueses bons também. Mas às vezes as pessoas só sabem exigir, e nem sabem pedir um favor. Estamos ali a trabalhar, mas não somos escravos de ninguém, logo toda a pessoa deve ser tratada com valor. Claro que às vezes existem funcionários antipáticos e burros também, como os clientes, mas isso é como tudo na vida. Pois infelizmente já tive de resolver problemas que os meus colegas não resolviam e quando os clientes vinham ter comigo já vinham mesmos chateados, quando às vezes bastava mudar o quarto na data da entrada. Mas enfim… às vezes são burocracias. Tive um colega que mentiu aos clientes (achando que eles eram burros) que o hotel estava cheio, e por tal não podia mudar o quarto. Nada pior que um cliente insatisfeito, não volta e faz má publicidade. O cliente que não era burro percebeu, e eu confirmei, e tratei do assunto. Mas nem sempre conseguia resolver os assuntos, e era complicado. Sobretudo quando se aceitam reservas a mais do que temos para oferecer.


Já trabalhei em algumas áreas, e isso de facto traz me muito conhecimento e humildade. Já trabalhei em 6 empresas, e 3 áreas diferentes, em que fiz muita coisa mesmo. É óbvio que mesmo assim acho que sei pouco, e tenho áreas que admito que não entendo nada de nada. Hoje em dia o que dá de emprego é a programação, informática, isso é o emprego que para quem gosta do que faz, ganha-se bem mesmo. Mas há de haver um dia que isso termina como terminou como os arquitectos, acho eu. Ou então caminhamos para o mundo das máquinas, e esquecemos a natureza. 



Falando de mim, eu não consigo separar o corpo da alma, e nem sei como existem tantas pessoas que fazem coisas sem ter consciência depois do que fazem, como se fosse algo natural, e transformam em algo vulgar. 
Nada mais lindo que conhecer outra pessoa, e não ter medo de lutar por isso, de conhecer sua alma, e de a ajudar a ser melhor, a estar melhor. Nada mais lindo do que receber o amor de outra pessoa, sem interesses. 

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Sugestões para prendas para mulher - Para os homens


Por vezes os homens não sabem o que oferecer às suas respectivas. Aqui vou lançando algumas sugestões. Contudo, cada mulher tem um gosto particular, e é preciso assim ter sensibilidade para saber o que cada mulher gosta e precisa. E fazer surpresa, não é dizer que se vai oferecer algo ou então pior dizer o que se vai oferecer. Por vezes a mulher pode até ficar desiludida, pois nós somos mais fantasiosas nesse sentido. Existem mulheres que nem ligam a estas coisas, mas quando a mulher é romântica geral geral liga sempre muito a isto, como forma de demonstrar seu sentimento, seja numa data especifica, seja numa data qualquer. Ofereçam algo, antes que ela vos exiga algo. Se ela mandar a boca - ah estás a ver o namorado da minha amiga lhe ofereceu isto - Neste caso o melhor é calarem, e depois a seguir (um dia ou 2) fazerem uma pequena surpresa. Sejam criativos. Atenção, eu acho que as mulheres também devem ser românticas para vocês homens, e claro que se deve mimar sempre uma pessoa especial, seja homem ou mulher. Contudo nós mulheres regra geral gostamos de flores e vocês não. eheheh





Está no Facebook, in Lover Creations (tem coisas lindas)

Em várias lojas se podem encontrar Fondue à venda 


Flores, seja naturais, ou artificiais, ou mesmo em vaso, flores é aquela prenda linda. Se for mesmo paixão ou amor, nada como rosas vermelhas ou outras flores vermelhas. 

Perfumes (Este é um que hei-de comprar num avião da Rynair que fica mais barato) 
Por falar nisso tenho ainda um frasco inteiro de perfume Vanderbild que uns clientes Holandeses me ofereceram.


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