domingo, 26 de maio de 2013

Que o teu coração bata ao som da música


Deixa a música invadir a tua mente,
Cada molécula do teu corpo,
Cada músculo da tua alma.
Deixa o amor crescer e o teu coração ficar quente,
Deixa a melodia  flutuar até ficares sem fala,
Sem pensamento, sem controlo, somente solto.

Abre teu coração,
Deixa os teus medos de lado,
De pensar no que os outros pensam ou acham,
E solta o corpo para a dança da paixão,
E aventura-te num mundo desconhecido.

Deixa a música tirar te o controlo,
Tira te o receio de falhares, de não encontrares
O que pensas que tu buscas.
Dança até ficares sem folgo.


(A ouvir Tonight, com Jessica Sanchez e Ne-Yo)

Pintura de Paolo Troilo


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Sofrimento & Amor


Há quem diga que quem ama sofre, e há quem diga opostamente que quem sofre é porque não ama. 
Em que ficamos afinal?
Muitos dirão que já sofreram por amor certo! Eu mesma me sinto tentada a dizer o mesmo. Mas será mesmo verdade?!

Sofrimento, é quando algo na vida não corre bem. Existem sofrimentos físicos e psicológicos, mas visto que estamos a falar de amor, vou falar somente de psicológicos. Quando nos traem a confiança, quando nos mentem, não confiando em nós, quando nos iludem, nos fazendo acreditar em algo que depois afinal não é. Quando temos expectativas sobre algo, que depois não se concretiza. 

Amor, uma energia que nasce dentro de nós, e que nos torna melhores pessoas, que nos transforma, que abre nosso coração para recebermos o amor de outras pessoas. Amor quando partilhado nos eleva a níveis de felicidade. 

Quando se ama, acredita-se, tornamo-nos vulneráveis, e acreditamos, confiamos, e por tal não mentimos, não iludimos. Por tal tentamos ser claros, transparentes ao mostrar o que sentimos e pensamos. Quando amamos aprendemos a perdoar o outro, quando o outro se desculpa. No amor há sinceridade, tentativa de compreender o outro, respeito. 

Por vezes o que se passa é que no meio da energia do amor aparece um remoinho de sentimentos maus, mesquinhos, que não nos deixam viver em pleno, baseados talvez no nosso ego. Sentimo-nos traídos quando a outra pessoa não se dedica tanto a nós, como nós nos dedicamos a ela, e então acabamos por sofrer. Se houvesse amor verdadeiro das duas partes, uma total entrega, um olhar para dentro do outro, compreender o outro, a sua essência, além de dois corpos se juntarem, se juntam duas almas, numa sinfonia harmoniosa. É óbvio que dias maus existem sempre, e que problemas há-de sempre existir, mas acredito que com amor de duas partes os problemas se resolvem. Se não houvesse nenhum obstáculo, o amor nunca tinha como ser provado entre aspas. 




terça-feira, 21 de maio de 2013

Amar mais o dinheiro que pessoas


Quando eu penso que pode sossegar um pouco é mentira. A confusão volta novamente e toda uma amargura de vida dos outros pisa em cima de mim. Que mal fiz eu?! Parte do tempo passo ocupada para os outros, ou para mim mesma em problemas, e nem tenho tempo para estudar, nem quanto mais pintar e descansar como deve ser. Em parte pensando que não, entrar no computador, ver, escrever ajuda-me a descansar e a me abstrair um pouco disto tudo. 

Aqui em casa de novo o meu pai anda mal, e sabem que mais, o problema é sempre o mesmo, o dinheiro. Estou tão saturada disto do dinheiro, que toda a gente ache que o dinheiro e posses é mais importante que tudo o resto. Acreditam que o meu pai está com medo que a minha avó seja enganada e venda as terras. Era bem feita digo eu! Eu assim por assim não tenho direito a nada, e quando ter já estou velha para usufruir, logo não faz sentido para mim. Agora vem se queixar que não viveu a vida dele, que podia ter emigrado e estar rico e não conseguiu isso por causa dos pais dele, mas depois não deixa os outros viverem a vida deles. Engraçado não é! 

Nem a minha mãe entendeu logo a fúria do meu pai, mas eu entendi logo, porque tento pensar com a cabeça dele. E estas pessoas são egoístas, só pensam nelas mesmas. Quer que a minha avó não vá para o lar, que seja a minha mãe a sacrificada a cuidar dela, para depois ele ficar descansado que fica com tudo. Isto porque ele acha que merece, porque trabalhou e sacrificou muito. Afinal, pergunto eu, sacrificou a vida dele em prol de bens materiais? É que se sim é como uma prostituta que vende o corpo em prol de dinheiro sem sentimento. Mas como ele é homem, e como só as mulheres é que são p*tas, logo ele é um inocente como outros homens. Isto porque ele trabalha e sustenta a casa, para poder jogar implicitamente na cara dos outros que nos dá casa. 

Fico passada com a maldade repetida das pessoas e eu ter que fingir que nada se passa ou passou. Ter que esquecer todo o mal feito é dose, quando nem pedem desculpa, quando nem sabem admitir os erros. Isto porque acham que fazem tudo bem, e são os bons. E que assim como eu sou uma ingrata, como já foi chamada. A minha mãe chegou a estar no hospital, eu a trabalhar e a cuidar de casa, a fazer comida, limpar, etc, e mesmo assim a me chamar de ingrata, porque disse que quem estava pior era a mãe e não concordei com o meu pai que ele é que tinha ficado mal com aquilo. 

Mas onde eu estava, a falar das relações que as pessoas têm com o dinheiro. Sim! existem pessoas que não usam o dinheiro, mas usam pessoas para conseguir o dinheiro. Parece que não querem ter relações com pessoas mas sim com dinheiro. Amor! bem isso é palavra que não consta do vocabulário destas pessoas francamente. E depois pior, eu vou fazer algo, e para eu não poder nunca abrir a boca e me pagar o que faço, pagam com dinheiro. Quer dizer não podiam pagar com tempo, ou com amor, não! dinheiro que é fácil. Ficamos achando que o dinheiro paga tudo, até a preocupação da outra pessoa. Mas dinheiro não paga amor, nem sentimentos. Eu não vou ser boa para depois ter de herança. Se não quer dar, não dé. Eu não vou fingir gostar de alguém que não gosta de mim, nem dos que eu mais gosto, e que separou a família, porque acha que só a parte dele é que é boa. 


segunda-feira, 20 de maio de 2013

Amor, por Osho


"O amor pode ter três dimensões.

Uma é a da dependência; eis o que acontece à maioria das pessoas. O marido é dependente da esposa, a esposa é dependente do marido; eles exploram um ao outro, dominam um ao outro, possuem um ao outro, reduzem um ao outro a uma mercadoria.

Em 99 por cento dos casos, isso é o que está acontecendo no mundo. Eis por que o amor, que pode abrir as portas do paraíso, abre apenas as portas do inferno.

A segunda possibilidade é o amor entre duas pessoas independentes. Isso também acontece de vez em quando. Mas isso também traz infelicidade, porque há um conflito constante. Nenhuma adaptação é possível; os dois são muito independentes, e ninguém está pronto para se comprometer, para se adaptar ao outro.

Os poetas, os artistas, os pensadores, os cientistas, os que vivem num tipo de independência, pelo menos mentalmente, são pessoas cuja convivência é impossível; são pessoas excêntricas. Dão liberdade ao outro, mas a liberdade deles parece mais indiferença do que liberdade; dá a impressão de que eles não se preocupam, de que não se importam.

Eles se entregam mutuamente ao seu próprio espaço. A relação parece ser apenas superficial; eles têm medo de se aprofundar mais uns nos outros porque estão mais ligados à própria liberdade do que ao amor, e eles não querem se comprometer.

E a terceira possibilidade é a da interdependência. Isso acontece muito raramente; mas sempre que acontece, uma parte do paraíso cai na terra.

Duas pessoas, nem independentes nem dependentes, mas numa grande sincronicidade, como que respirando no mesmo corpo, uma alma em dois corpos - sempre que isso acontece, acontece o amor.
Só isso se pode chamar de amor.

As outras duas formas não são realmente amor, são apenas vínculos - sociais, psicológicos, biológicos, mas vínculos. A terceira forma é algo espiritual."

Osho


Surpresa


Existem mentiras e mentiras. Existem mentiras que depois se podem tornar numa agradável surpresa  e outras que se podem tornar num motivo para tristeza ou desgosto. E acho de mau gosto comparar uma com a outra, e achar que eu por exemplo sou mal agradecida. :P Enfim... vou dar dois exemplos a ver se compreendem a diferença e a ver se alguém aprende com os erros dos outros. 

Ele finge que se esqueceu do aniversário, e depois faz uma surpresa, como uma festa de aniversário com amigos dela. 
Ela pediu para comprar algo, e ele finge que não comprou, e depois faz surpresa.
Ou seja nestes casos a pessoa fica a pensar que não tinha nada, mas depois surge uma surpresa. Havia uma expectativa de receber algo, por momentos pensa-se que não se vai receber nada e surge a tristeza, mas depois em seguida surge a surpresa e o momento de alegria ainda é maior. 

Ele finge que não comprou nada, e diz que prendas não são importantes, e depois mesmo que ela encontre uma prenda, ele fica achando que ela estragou a surpresa e diz que a prenda não era para ela. 
Nesta caso, ela também tinha expectativa, depois fica triste e depois ainda mais triste. Pior é quando afinal mais tarde se descobre que a prenda era para ela, mas ele mentiu e estranhou tudo, e nem chega a dar a prenda. 

Resume: Não mintam ok. Isso é mesmo mau, quando alguém sofre em vão. 










Quem sou eu? #5


"Considero-te uma rapariga sincera, que gosta do que é frontal e que sente muito as coisas como elas são, precisavas de sentir um pouco mais de segurança em relação ao futuro, visto que emocionalmente gostarias essa mesma segurança e ao não conseguires, parece que tudo o que existe à tua volta é posto um pouco em causa, no entanto os teus valores não o podem ser porque sabes naquilo que acreditas e sabes lutar por isso."

Escrito por um leitor e amigo que tenho, mais novo que eu, mas de uma perspicácia muito grande, que captou logo um pouco de mim. 
Escrito a 23/01/2010





sábado, 18 de maio de 2013

Pensamentos


Estou a ver um filme em que foi dito "Só atacam se se sentirem ameaçados.", e de facto é o que eu faço, sinto-me ameaçada e depois ataco. Quando sinto que não confiam em mim, quando me sinto apenas um objecto e não a pessoa que merecia ter o valor que devia, sinto me mal e ataco. 

A auto estima é algo que está no topo, e que nos fazer ser melhores ou não pessoas. Um amigo ou amiga ajuda e é ajudada por nós, onde existe confiança. Nada melhor do que ter alguém connosco que desperta o melhor de nós, que puxa por nós sem pedirmos, afim de sermos melhor. A meu ver, um amigo não espera que nós mudemos sozinhos, mas ajuda-nos a tal, está no nosso lado. 

"Você está com tanto medo, medo de inimigos que fecha as portas de sua casa. Agora nem sequer um amigo poderá entrar, o próprio amante ficará lá fora. O amante continuará a bater à sua porta, mas você tem medo, ta,vez seja o inimigo. Então você fecha-se." (Osho)

Acho que é fácil quem está junto durante muitos anos, casada ou casado falar do que é estar sozinha. Parece que só eles ou elas é que tiveram o direito ao clique, que acham paixão, amor. E que os outros têm que se contentar apenas com sexo, como se isso fosse suficiente. Mas só alguém que está no mesmo patamar pode falar. Pois essas pessoas sempre tiveram ao lado delas alguém que as apoiava, que mostrava carinho, ajuda, etc, enquanto os outros sempre tiveram que conquistar tudo sozinhos. A felicidade não depende só de nós, mas dos que nos rodeiam também. E ter alguém, um marido/esposa é muito importante também. Não é para todas as pessoas, mas é para muitas, e sim! mexe muito com a auto estima da pessoa. 

Há pessoas que me irritam porque não me compreendem, acham que é tudo fácil. Porque para eles foi tudo fácil. Quantas pessoas com a mesma idade já estão a viver numa casa própria, com liberdade, sem dar satisfação a pais. E podem dizer ah o solteiro pode viver sozinho também. Mas e pagar a renda, é muito diferente serem duas pessoas a pagar do que uma. Por isso muita gente continua junta mesmo não gostando um do outro, por causa do dinheiro. 

Há pessoas que não correm riscos, e mesmo algumas que estão juntas nunca correram riscos, as coisas apenas cairam do céu (sorte). Odeio insinuações de que eu nunca amei, até parece que todas as pessoas são capazes de amar da mesma forma. É muito fácil amar alguém perfeito, lindo de morrer, mas alguém com defeitos já é diferente. E por isso os tímidos ficam para ultimo, os que são introvertidos, mesmo que não sejam muito boas pessoas, e os menos bonitos. As pessoas olham para as capas, e não para o conteúdo do livro. E apaixonam-se pela capa e ficam assim até ao resto. Não sei se é triste isso, se eu é que sou maluca. Mas eu não quero que gostem de mim só pela minha beleza, mas pelo que eu sou. E por tal não vou gostar de alguém só pela sua capa. Uma pessoa tem um potencial muito grande, e temos que ver mais além.



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