segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Confidência Íntima

Só perdi a virgindade aos 27 anos, mas mesmo assim tenho dias que penso que devia ter sido mais tarde. Mas a vida é assim, por vezes a pressa é inimiga da perfeição. Claro que na vida também temos que arriscar, mas eu confesso que foi um pouco ingénua demais. Ainda hoje deixo-me levar pelas emoções e perco-me da realidade. Enfim...ainda tenho muito que crescer e aprender. É que existem sempre pessoas que se querem aproveitar de nós, ou mesmo que são mal intencionadas. Existem umas que podem não ter más intenções, mas deixam-nos com o coração partido e a auto-estima de rastos. Dizem que de boas intenções está o inferno cheio e, se calhar é verdade.

Mas continuando....hoje estou com alguém que me faz feliz, que é compatível comigo, e nem sabem o que isso me faz bem. Continuo com problemas, mas hão-de se resolver. Só sei que contigo o sexo é maravilhoso. Sim! Porque como eu sempre pensei, quando as pessoas se gostam de verdade, quando existe um diálogo verdadeiro, o sexo é bom. E porquê?! Porque não existe essa cena de tentar adivinhar o que o outro pensa ou quer, mas simplesmente diz-se o que quer sem complexos. Existe uma vontade de descoberta a dois, o que torna a coisa fantástica. E nem sempre estou certa é verdade, mas desta vez posso dizer com gosto que estou.

E quando estou contigo não consigo resistir porque tu és bom demais, e porque francamente, e tu sabes, também sou um pouco carente. Mas estamos numa etapa em que passamos bem sem sexo também. Embora seja melhor quando existe. Ai ai


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O amor é viver um projecto em conjunto

“O amor caracteriza-se também por ter reconhecido naquela pessoa a compatibilidade de um projecto em conjunto. Mesmo que cada um tenha os seus projectos próprios, reconhecer a possibilidade de criar um projecto mais amplo a realizar pelos dois.”
(página 143, do livro de Quintino Aires, o amor é uma carta fechada)

O namoro caracteriza-se pelo tempo para conhecer a outra pessoa, e não a preparação do casamento, segundo Quintino. Ou seja aquela pessoa tem que produzir em nós tranquilidade e não ansiedade. Num relacionamento o mais importante, entre muitas coisas, é a confiança. Aliás, a confiança é a base tanto do amor, como de uma amizade. Como saber que podemos confiar no outro/outra? Como fazer com que confiem em nós?

Para mim a felicidade e o amor, que estão ligados (Quando falo agora em amor, falo em termos gerais, e não amor entre homem-mulher.), não depende da sorte ou azar, mas sim do que fazemos para lá chegar. Ok! Isto é relativo. Imaginem uma pessoa que está num país em guerra, será feliz?! O que fez ela mal?! Nada. Mas enfim…foi envolvida num filme que não sabe como começou nem se irá acabar. Por isso pessoas como nós, devíamos darmo-nos por felizes, pois temos muita sorte. Assim se já temos sorte, o que nos falta nós?! Liberdade?! Humm talvez. Mas podemos não ter tudo na nossa mão, mas temos a maioria, ou seja temos o poder de sermos melhores.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Pode o amor perdoar tudo?

Hoje vou escrever sobre um assunto que no outro dia falava com um colega. Eu falava com ele sobre o rapaz que matou brutalmente a ex-namorada à facada. Para quem não se lembra, o que é normal, deixo aqui o link da notícia. O crime ocorreu há um ano, e ao que parece ele ainda não foi julgado, contudo está preso para nosso bem. Mas o tema da nossa discussão foi o perdão. Será possível perdoar alguém que matou outra pessoa? Poderão os pais perdoar um filho que matou outra pessoa inocente, e que até nem mostra assim tanto arrependimento?

Eu sou de opinião que não. O amor não pode perdoar tudo, mesmo sendo meu filho, sangue do meu sangue, por mais amor que lhe tenha, não foi para isso que o eduquei. Se a ideia de que façam mal a um filho meu é insuportável, então não posso esperar alguma vez que perdoem um filho meu que matou outro ser humano por capricho e um sentimento de possessão. E eu não o posso perdoar, a não ser que ele se arrependesse com o coração. Sim! Porque as palavras são apenas palavras e nada significam sem acções. Mas mesmo que ele mostrasse arrependimento, tinha que se esforçar muito para eu o perdoar. Mas enfim…só vivendo para saber. Se bem que o meu colega disse logo que se tivesse um filho que matasse o perdoaria.

Quando uma criança faz algo mal, nós damos um raspanete, ou um castigo, afim de ele aprender que está errado e, depois poder agir correctamente. Sim! Porque temos que ter regras para poder estar em sociedade. Nunca podemos fazer o que nos dá na real gana, certo!. Se não gostamos de ser maltratados, então não devemos maltratar os nossos semelhantes. Aqui somos todos irmãos, pelo menos é isso que aprendi, independentemente da nossa cor, religião, cultura, etc, devemos respeitar o próximo, e não pensarmos que só nós temos o direito de estar aqui; todos nós temos o direito à vida. E sim! Temos o direito ao perdão.

Mas quando alguém matou outra pessoa, então não a perdoo, nem lhe deu uma chance, certo! Porque vamos nós dar o perdão a uma pessoa que não sabe perdoar? Ou melhor, porque vamos perdoar um acto destes, para depois esse filho pensar que vai sempre perdoado, e que não faz mal ser mimado e fazer tudo o que quer, mesmo que seja matar alguém. Todos temos direito à vida, e acho que quem faz tal crime merece sentir na pele a dor, o sofrimento para saber estava errando. E sou de opinião que os meus filhos não têm mais direitos que os outros. Se matassem um filho meu, queria que o culpado fosse julgado, então se fosse um filho meu a cometer o crime também tem que ser julgado.

Eu estou com esta conversa, mas ainda nem tenho filhos, quanto mais viver uma situação destas. Mas penso, tento imaginar.



domingo, 28 de agosto de 2011

A importância do sexo

Dizem que o sexo não é o mais importante, contudo não deixa de ter importância numa relação amorosa. Ou seja a ausência dele pode ser sinal de que as coisas não andam bem. Mas se já antes víamos pessoas que tinham relações sem sentido, ou melhor dizendo, alguém que ia com todo o mundo para cama, hoje em dia ainda é pior. Ou seja a banalização, ou mesmo o uso do sexo para obter algo não é o mais correcto. Para mim o sexo deve ser algo que resulta de uma relação saudável entre duas pessoas, onde a paixão que existe entre ambos desencadeia uma reacção química onde se gera a vontade de partilhar nosso corpo com o outro. Mas tem gente que só anda com outra pessoa para ter sexo, e não porque gosta mesmo dela, porque a respeita.

Um dia um amigo me contou o seguinte. No trabalho dele havia muitos mexericos. Havia uma mulher que pelos vistos dormia com quase todo o homem. Um deles chateado com não sei o quê, disse que ela era isto e aquilo e que não tinha vergonha na cara porque dormia com meio mundo, ao que ela disse em voz alta, que ele só se conseguia vir se ela metesse o dedo no cú dele. Ui! A isto eu acho falta de respeito, e promiscuidade de ambas as partes. O que quero assinalar é que não se dá valor ao sexo, e usa-se como forma de satisfação.

E hoje ficamos por aqui, que o tempo não é muito.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Memórias que o tempo não apaga

O tempo passa e fico sem tempo para escrever aqui no blog. Hoje vou falar sobre um desabafo que um amiga me contou, algo muito íntimo. Só vou contar porque aqui somos todos anónimos. No outro dia ela estava muito triste, e eu não a consegui animá-la. Existem memórias que por mais que tentemos não conseguimos apagar. Ela é separada, com 3 filhos, e tem dificuldades económicas o que atrapalha mais a sua vida. Teve mais que um marido e pelos vistos não teve sorte nos amores. Nós sabemos que o dinheiro não é o mais importante na vida, mas nestas circunstâncias faz muita falta a até percebo quando as pessoas adoptam medidas drásticas para ganhar dinheiro, como vender, ou melhor alugar o seu corpo. Neste caso específico, ela até tem resistido apesar de ter tido propostas. Quer dizer, tem homens que se apercebem da aflição que ela passa com o dinheiro, e então oferecem dinheiro em troca do corpo dela. Para mim isto é deprimente, no fundo não querem ajudar, mas se aproveitar da fraqueza dos outros. Mas o que ela me contou de íntimo é que…foi violada em criança, pelo próprio pai. Não é preciso dizer mais nada para ver que a vida dela não foi fácil, e que isso deixou marcas permanentes. Sinceramente é algo que não consigo compreender, como um pai pode fazer tanto mal a uma filha. Ela conta que a mãe nada fez para terminar com isso, e que a irmã vende seu corpo, e se continua dando com os pais. Mas para mim, pais assim não são pais, se queremos mesmo ser felizes por vezes temos que cortar certos laços, e começar de novo. Esquecer o passado não é fácil, mas é passado, e temos de ser fortes para conquistar nosso pedacinho de felicidade, de paz na alma.


sábado, 13 de agosto de 2011

"Uma nuvem pode tapar o sol, mas não é o céu inteiro."

"Uma nuvem pode tapar o sol, mas não é o céu inteiro. Ver o lado bom também é mudar o nosso fado para melhor."

Como um amigo meu diz, isto mais em relação a uma nossa amiga, não podemos viver os problemas, mas sim as soluções. Ou seja não vale a pena nos queixarmos sempre das coisas más da nossa vida, o importante mesmo é arranjarmos soluções, e ir em busca da felicidade. Isto porque essa amiga farta-se de queixar da vida, e do seu passado. É certo que teve um passado muito mau, mas também não tem que se fazer de coitadinha. Enfim...mas noutro dia com mais tempo falo aqui sobre ela, e sobre o pouco que ouvi dela.

Mas esta frase é bestial, e faz-nos pensar na forma como encaramos a vida. Bem...e vou sair para curtir o fim de semana prolongado.

Fiquem bem!!





quinta-feira, 7 de julho de 2011

Donzela Desmaiada

Era uma vez...uma donzela. Quer dizer, não era bem uma donzela, mas sim aqui a nossa Anónima, ou melhor eu! Pois é aqui a Anónima, múi frágil desmaiou. Ainda esperei que o príncipe viesse me dar um beijo para eu acordar, mas népia de príncipe, nem muito menos beijos. Embora pareça caricato aconteceu-me desmaiar, e nem sei bem explicar o porquê disso ter acontecido. Então é assim, vou passar a contar; foi fazer análises de rotina, e então foram-me tirar sangue. Ora como normal, custam-me a encontrar uma veia decente para tirar sangue, o que já chateia. Mas enfim...ela meteu a agulha para me tirar o sangue, mas só que aquilo não estava fácil, tanto que me queixei que a agulha estava a fazer doer, e ela se queixava que estava difícil de sair o sangue. Mas prontos, isso já é normal. Só que depois de ela me tirar o sangue, eu começo a me sentir um pouco tonta, e começo a ver desfocado. Ainda fiquei um tempo na cadeira, e depois pensei que já estivesse bem, mas....pois a Anónima engana-se e bem. Então eu disse que já estava melhor e foi para a casa de banho com o frasco para colocar a amostra de urina. Mas ainda bem que a porta ainda estava fechada. Nisto.............pois.....nisto não me lembro de nada. E quando acordei estava no chão com as senhoras do laboratório a tentarem me ajudar. Lá me levantei e foi me deitar outra vez. E como todas as histórias, no final ficaram todos felizes. Enfim...pode ser que para a próxima apareça o príncipe. eheheh

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