domingo, 5 de junho de 2011

Parabéns mamã

Na madrugada deste sábado nasceu o filho de uma amiga minha. Foi uma notícia muito boa. Por isso neste fim de semana foi a visitar. Ela apesar de tudo parecia estar bem, e o bebe estava lindo. A principio tive algum receio de o pegar ao colo, mas como ela insistiu para a tia Anónima pegar, lá peguei. Foi muito bom, e confesso que fiquei babada. Já vou pensando nisso, em ter filhos, em como será quando os ter, como irei cuidar deles, etc etc. Também a idade vai passando, e pelos vistos mais nova não estou a ficar. É que cada vez mais acho que fica mais complicado educar uma criança, e não é só o problema do dinheiro, mas outros problemas. Mas enfim...um bebe apesar de dar muito trabalho, é sempre uma bênção, um motivo para lutar mais. Mas também acho que mulheres que decidem não ter filhos não deixam de ser mulheres por isso. Em compensação há umas que querem e não podem o que pode ser frustrante.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Pensamentos

Um rapaz conhecido disse-me também um pouco na brincadeira, que o que não queria eram virgens. Isto porque elas diziam que nunca se iam esquecer da sua primeira vez. Ou seja a última vez nunca vai ter tanta importância como a primeira vez; a primeira vez vai ser sempre a mais importante, a de referência, enquanto as outras não. Por isso ele não queria ter esse peso com ele. Mas claro que ele disse isso meio a brincar. E claro que também é muito pouco provável que ele encontre uma virgem, isto porque a idade dele, salvo erro é 32 anos. Ou melhor é quase uma raridade encontrar uma pessoa virgem com estas idades.

Mas falando de outros casos, tem pessoas que não gostariam de estar ou ficar com um ou uma virgem porque este ou esta tem pouca experiência. Isto para mim é que é o cúmulo, porque a experiência não significa nada. Para já todas as pessoas são diferentes, por isso os mistérios são diferentes. O importante mesmo é haver comunicação, respeito e tentar agradar o outro. Por vezes existem uns quantos bacanos ou bacanas que são egoístas e só se preocupam com o seu belo prazer, por isso não querem saber de agradar o outro. Mas isto tem que ser dar e receber, tem que haver sempre os dois lados da moeda.

Mas falando deste rapaz que falou comigo, ele terminou um namoro de longa data. Por um lado fico triste por ele, pois é sempre mau ver namoros assim terminarem, mas por outro espero que ele encontre alguém que o mereça, e que ele mereça.

Eu sei que tenho escrito muito pouco aqui, mas enfim...falta de tempo, mas também sinal que tenho trabalho, o que é bom. Fiquem bem!!!

domingo, 22 de maio de 2011

Poema: Por um instante, de Ariel di Thira

"Agora vamos
Temos de ir
A vida espera-nos lá fora
Temos de a continuar
Não podemos ficar
O tempo parou apenas por um instante
Parou para nós
Tudo se quedou
Como num frame de um filme
E fez-nos juntar aos dois
Num minuto?
Numa hora?
Não sei
O tempo parou
Para nos deixar recuperar
O tempo que passou
Os momentos que não vivemos
Os instantes que não partilhámos
A vida que não tivemos
Mas os rios voltaram a correr
As brisas a soprar
As ondas voltaram á praia
E a Terra a girar
Temos de voltar
Para a nossa vida continuar
E o nosso mundo não acabar!"

Escrito por Ariel di Thira

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Em que podemos confiar mesmo?

A confiança é como um diamante, precioso e valioso, mas que se pode quebrar e perder para sempre. Era bom que encontrássemos diamantes em cada virar de esquina, mas infelizmente não. A confiança é como os diamantes, raros e por tal com mais importância. Ao contrário de diamantes, a confiança podia muito bem haver mais, mas infelizmente a mente das pessoas parece que se preocupa mais com outras coisas, como o egoísmo, enfim…

Em quem podemos confiar mesmo? Cada vez se torna mais difícil saber ao certo em quem podemos confiar. Em cada rua ouve-se uma história sobre falta de confiança, sobre pessoas que foram fiadores e depois foram enganados e ficaram com a dívida dos outros. E quando pensamos que podemos confiar na família, pois também se ouve falar de casos em que acontece entre pais e filhos problemas destes.

Quem podemos dizer que são nossos amigos de verdade? Algumas pessoas só gostam de nós, ou dizem-se ser nossas amigas somente quando temos algo para dar a essa pessoa. Acho que as pessoas têm uma caixinha de surpresas dentro delas, umas têm coisas boas, outras coisas más, mas por vezes acho que nem a própria pessoa sabe o que vai sair dali. Ou seja as pessoas conseguem mesmo imprevisíveis e por tal bastante complexas, o que faz com que nunca saibamos se são mesmo de confiança, ou se são nossos amigos para sempre como seria de esperar.

Consciência. Acho que existem pessoas que nem têm consciência do mal que fazem aos outros, pois o cérebro deve estar mecanizado somente para pensar no bem deles e mais nada. Vou dar um exemplo, uma amiga minha, emprestou dinheiro a outra, fim de uns meses, quase um ano, pede o dinheiro de volta, pois também precisava. Ora não é que a outra teve uma reacção inesperada, a dizer que esta minha amiga só pensava em dinheiro. Ora ora, gente sem humildade, gente estúpida a meu ver.

Li algures que não podemos confiar em quem fica ao lado do dinheiro, e isso é verdade. Mas uma coisa digo amor sem confiança não existe. Por isso muitos dizem que amam e coisa e tal, mas não amam coisa nenhuma, se não confiam não amam. E sabem qual é a coisa mais bonita que se pode fazer por amor? Confiar.

domingo, 1 de maio de 2011

Namoro à distância

Uns acreditam, outros nem por isso, e outros simplesmente negam que seja possível haver namoros à distância e estes darem certo. E é disso que vou falar hoje, sobre namoros à distância.

Como dizia eu, para certas pessoas o namoro à distância é uma situação insustentável. Segundo conversas com uma outra colega de trabalho de 20 anos, esta me disse que tem um relacionamento ou melhor uma curte com um rapaz que vive a cerca de 300km, mas que ele não quer namorar, ou seja assumir por causa da distância. Será que vale a pena neste caso alimentar a relação? Talvez não. Mas mesmo assim ela continua a gostar dele, e a querer estar com ele. Mas será a distância o verdadeiro obstáculo entre ambos? Ou o facto de simplesmente não gostarem o suficiente um do outro? Enfim…pode ser muita coisa.

Pelo contrário existem casos em que os namoros à distância efectivamente dão certo, mesmo que a distância seja grande, isto porque depende das pessoas, e a distância não é assim sinónimo de que as pessoas não se conheçam bem e vivam na ilusão. Conheço exemplos de pessoas que eram de longe e deu certo, claro que a certa altura uma das pessoas tem que se mudar para outro local, ou então mudam-se os dois para um sítio novo a fim de viverem juntos.

Para mim ter um namoro à distância pode resultar, desde que as pessoas se vejam, estejam juntas, convivam. Pois ver a outra pessoa, estar com ela é importante também, mesmo que sejam poucas as vezes. O contacto físico, a intimidade também é importante para a relação evoluir. Mas em certos casos a distância pode aumentar o ciúme, quando não existe confiança suficiente. Claro que existem pessoas e pessoas, e como o mundo anda, certamente não existem pessoas de confiança em cada virar de esquina. Mas que existe amor existe, e por tal tudo é possível com a energia do amor.

Desde que te conheço que não tem um dia que não fale contigo. A saudade depressa de dissipa, pois meu coração se reconforta no amor, na confiança que tenho por ti. Já passaram 11 meses, e ainda tenho o mesmo entusiasmo quando te vejo, pois embora tenhamos 237 km de distância conseguimos ter os nossos fins-de-semana juntos, e viver intensamente ao mesmo tempo com a calma de quem já vive junto. Desde o início que sinto como já te tivesse conhecido há muito tempo, e se não tivesse sido a internet nunca te teria conhecido. E foi naquela praia em que ambos passamos o verão que demos o primeiro beijo. Contigo sinto-me mais completa, mais liberta, pois contigo não tenho segredos. Sempre te desejei mesmo antes de te conhecer, e quando menos esperava te encontrei e percebi que tu és a minha luz, quer dizer não percebi logo logo, mas cada vez mais tenho certeza disso, que tu és o meu homem” (Meritaton)



sábado, 30 de abril de 2011

O ciúme é como o veneno

Em conversas no trabalho, uma colega com 18 anos, me disse que o namorado dela é muito desconfiado. Eu ainda disse que a situação podia mudar, ou seja que ele podia mudar visto que também é novo, e se conversarem como deve ser pode ser que fique tudo bem. Ela diz que quando sai à noite com amigas ou sozinha, ele depois aparece lá para confirmar se ela se está a portar bem.

E a respeito disso, vou falar sobre a falta de confiança num casal, e que os ciúmes são por vezes a causa de rompimentos de relacionamentos.

Uma pessoa muito ciumenta é alguém que simplesmente não confia na outra pessoa, mesmo que diga que a ama. Na verdade quem ama confia, ou seja onde existem ciúmes não pode coexistir amor, pois quando se ama de verdade o ciúme desaparece.

De repente damos por nós a sermos controlados com telefonemas e mensagens a questionar onde estamos e com quem estamos. Existem pessoas que por não confiarem completamente no outro, vão espreitar as mensagens de telemóvel da outra pessoa, vasculham gavetas na certeza de encontrar provas de infidelidade ou algo assim, ou até cheiram a roupa do parceiro só para saber se tiveram com outra pessoa. Enfim…invadido a privacidade do outro, tentam perceber se afinal o outro é de confiança ou não. Apesar de um casal viver junto, cada um tem direito à privacidade e a viver a sua vida com seus amigos, e por tal não se pode viver em função do outro. Um relacionamento serve para completar e não para sufocar.

Segundo Osho, “Se você está apegado a uma mulher ou a um homem sexualmente, fica sempre com medo de que essa pessoa possa ir embora com outra. Não há um relacionamento real. É apenas uma exploração mútua. Vocês estão explorando um ao outro, mas não amam, e vocês sabem disso, por isso têm medo.
Esse medo torna-se ciúme, e você começa a não permitir certas coisas. Começa a vigiar. Toma todas as medidas de segurança para que o homem não possa olhar para outra mulher. Só o olhar já é um sinal de perigo. O homem não deve falar com outra mulher, pois falar... E você sente medo de que ele possa ir embora.”

Existem também aqueles que são tão ciumentos, que mesmo sem provas decidem passar à agressão. Eu acho que mesmo que haja provas não se deve partir para a violência, caso não haja amor não vale a pena continuar, e temos que partir para outra.

Mas de que serve ser assim tão ciumento ao ponto de colocar em risco a relação? Será que quem é desconfiado também gosta que o outro desconfie dele? Ah pois é! Normalmente nós estamos sempre certos, os outros é que estão mal, os outros é que traem, mas por vezes isso pode ser enganador. Eu penso que quando se ama mesmo temos que aprender a confiar sabiamente no outro, e compreender o espaço do outro também. Tratar o outro como nós gostaríamos de ser tratados.


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