terça-feira, 28 de setembro de 2010

Amo-te

Nunca te disse que te amo. Será que o sinto ou não?! Será que o amor é algo que se deva dizer, proclamar pelo vento afora?! Será importante dizer “amo-te”? Será importante ouvir “amo-te”? Talvez seja o medo de dizer uma palavra tão carregada de um sentimento tão nobre, e depois essa mesma palavra deixe de fazer sentido. Um nome, um verbo, um adjectivo que reafirma o que temos e sentimos cá dentro, na nossa alma. Mas que ao mesmo tempo, por ser dita tantas e tantas vezes passa a ser banal, um vazio num coração que pensa amar.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Encontrei a "Felicidade" lol

Ontem foi com duas amigas, que ainda não se conheciam, ao cinema. Foi com a Princesa e a Pocahontas, e vimos o filme Residente Evil - After life. Gostei, também já há algum tempo que não ia ao cinema. E não é que depois do filme, conversa menos conversa, falou-se sobre casamento. Ya! A princesa perguntou-me se eu sabia se Y já tinha casado, ora eu disse que sim, mas que só sabia por causa do facebook, onde tinha visto uma foto. E depois a Pocahontas falou sobre como acha que o casamento deve ser, que para quê que as pessoas vão à igreja jurar algo, ou seja um amor na tristeza e na alegria se depois não são capazes! Para ela faz mais sentido gastar o dinheiro numa festa, juntar o pessoal, e depois o resto fica para a lua de mel. Tipo! para quê papel assinado, se depois passado um tempo se tem os mesmos direitos. Eu também falando de mim, se casar um dia, quiça, iria ser separação de bens para não haver confusão um dia, quiça.

No outro dia no supermercado (vou fazer publicidade lol) Jumbo, comprei um livro chamado Felicidade por 3 euros. E hoje já dei uma vista de olhos, leitura vertical, que é bom o livro, com dicas boas para abrirmos os olhos. O autor Thomas D'Ansembourg escreveu: "Ser feliz não é necessáriamente estar alegre, é estar plenamente presente naquilo em que vivemos". Acho que a frase tem muita verdade, e o que sei é que fiz bom negócio. Porque o meu investimento, entre aspas, do euro milhões não anda a dar frutos lol.

domingo, 26 de setembro de 2010

Acreditar ou não no casamento?! (2)

Será que o casamento é importante para sermos felizes? Ou será que o casamento é apenas uma canseira e motivo para depois terminar uma relação?

Ter filhos, uma relação estável não está nos planos de toda a gente, e só temos de respeitar isso. Ou seja, o casamento não está assim nos planos de todos. Contudo mesmo quem não acredita muito nele casa, e depois divorcia-se. Não sou contra quem se divorcia. Mas por haver muitos divórcios deixa-se de acreditar tanto no casamento. E por ver nossos pais a se darem mal talvez. Sei que a estabilidade de uma relação não passa pelo casamento. E nem todos querem viver para sempre com outra pessoa.

Num casamento não é tudo um mar de rosas, e se vermos bem até as rosas têm espinhos, por tal não podemos partir do princípio que depois de casar vai ser tudo maravilhoso, sentamo-nos no sofá e deixamos o filme passar. Não! Depois de casar não é para se ficar pensando que já se agarrou o parceiro, e por tal já não é preciso fazer nada para melhorar a relação. Pelo contrário é para continuar a namorar.
Depois de casar continua a ser o mesmo que viver junto, as mesmas responsabilidades, obrigações, etc, principalmente quando já existem filhos. Os filhos por vezes são uma causa para também casamento não dar certo. Porque talvez também certas pessoas estejam tão habituadas a ser filhos que depois não sabem ser pais.

Carlos Eduardo, escreveu aqui o seguinte: “Entramos no casamento mantendo ainda a postura de filhos, cobrando de nosso conjuge um zelo e paciência paternal, nos esquecendo que nossos companheiros não são nossos pais. Pois nossos pais nos amam incondicionalmente, mas nossos companheiros não. O amor destes é condicional sim; seja a beleza, ao bem-estar ou ao companheirismo. Ninguém fica casado com alguém que não lhe faça feliz, relacionamento é uma troca sim e não há nada de errado nisso. Com nossos pais podemos cometer os maiores erros, conscientes de que sempre seremos perdoados, mas com nossos companheiros nem sempre tal coisa é possível. Portanto o marido não é pai de sua esposa, tão pouco ela é mãe de seu marido.”

Envelhecer junto a alguém é algo lindo. Eu pelo menos acho, ver velhinhos juntos, românticos, apaixonados. Talvez a maioria não seja assim, mas existem casais que conseguem fazer com que as coisas funcionem, e ainda manter a chama acesa. E acho que é nisso que temos de acreditar. Acredito que não existam soluções para um relacionamento dar certo, mas dicas para tornar ele melhor, pois o tempo dá-nos também depois a experiência e maturidade suficientes para viver com mais sabedoria.

Acreditar ou não no casamento?!

Há pessoas que simplesmente não acreditam no casamento, que dizem que é uma ilusão, e que já não é como era antigamente. Apesar de haver quem não acredite, existe quem acredite. Mas para dizermos se acreditamos, ou melhor que ele tem ou não sentido para a nossa vida, temos de analisar o seu significado. Cada pessoa terá a sua interpretação, e certamente cada uma estará certa.

Para mim simplificadamente o casamento é uma festa, para celebrar a união entre duas pessoas que têm um compromisso de amor. Onde existe confiança, fidelidade, respeito, entre outros aspectos importantes para uma relação funcionar. Assim qual a diferença entre compromisso e casamento? Para mim o compromisso vem antes do casamento, e o casamento por sua vez é uma espécie de bónus. O compromisso tem que existir há posteriori, caso contrário o casamento também não faz muito sentido.

Há quem prefira juntar-se a casar. Faz sentido, ainda por cima com a falta de dinheiro que existe. Casar fica caro, e por tal algumas pessoas colocam isso para segundo plano. Primeiro juntam-se, compram casa, e depois logo pensam no casamento. Mas também penso que dá para fazer um casamento mais acessível, se tornamos as coisas mais práticas. O importante mesmo é juntar a família, amigos, e o resto é conversa, ou seja pormenores. Eu pessoalmente também penso em viver antes junta, e depois planeio tudo, a festa, claro está!

Para mim já nem faz muito sentido casar na igreja, mas respeito quem tenha essa opção. Acho mais romântico casar perto da praia por exemplo. Para mim também não faz muito sentido, embora respeite, casar virgem. Aquela coisa da noite de núpcias, lua de mel, também já não faz muito sentido, ou melhor não tem o sentido que teria há anos atrás, ou que terá para outras pessoas.

O contrato nada muda, nem o anel, nem a festa. Mostrar ao mundo que casamos também não muda nada, ou melhor não deve mudar em nada o compromisso que se tem com a outra pessoa; a não ser para melhor!. Mas apesar disso para certas pessoas o casamento acaba por ser considerado uma pressão psicológica, ou uma prisão. Daí haver quem viva junto, esteja tudo bem, e depois quando se casam, puuuff, terminaram. Penso que seja mesmo psicológico.

Apesar de o casamento ser por amor, existe muito boa gente (ou não) que casa sem ser por amor. Casamentos por interesses, por dinheiro, por fama, para agarrar, pelos filhos, para mostrar aos outros, enfim…razões existem muitas, e nem todas são as melhores, daí a coisa nem sempre também correr bem. Pensar no casamento como uma meta também não acho boa política, tem que ser algo por nós, que sentimos que faz sentido, e que não vai estragar o relacionamento que temos.

sábado, 25 de setembro de 2010

Contigo...

Sinto que contigo sou valorizada. Sinto mais, porque o sentimento entre nós é maior, cada vez maior ao ponto de levitar com simples beijos. O poder está na mente, na emoção. Mas o que é uma emoção? O que é um sentimento? Até que ponto as coisas são reais, e não meras criações da nossa mente, obstinada em ter algo?! Até que ponto não somos eludidos pelo que pensamos ser e não o que é de facto. Criamos expectativas com base na aparência. A vida são variáveis constantes, o que sentimos é uma inconstante e, o que somos é também um mistério.

Sentido da vida...

Qual será o sentido da vida?! Planos, ideias, objectivos que nos enchem de esperança, ora de entusiasmo, sonhos, ora de dor, tristeza ou frustração.
Parar no tempo?! O tempo não para, e é o tempo que causa em nós mais o stress, a ânsia de viver tudo, ou ficar na inércia de viver e na insegurança de avançar.
Por vezes não sei se ando a perder tempo, ou se fico parada no tempo, sem quase nada fazer. Por vezes desejo, desejo ter mais, mas mesmo assim acho que estou bem melhor, me queixo menos do que antes. Talvez o segredo seja conformarmo-nos e viver cada dia de cada vez, sem pensar no futuro, ou na vida alheia.
A complexibilidade da vida, e o facto de o tempo ser tão fugaz, o corpo tão frágil, torna tudo com mais sentido e com um valor acrescido.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amanhã não estou em casa lol

Ontem o meu amigo passou para a enfermaria, e amanhã o vou ver. A minha mãe até me apoiou para o ir ver, o que foi bom. Pois é! ainda ando por casa, sem trabalho, mas também não pode ser, visto que tenho que auxiliar por aqui. Para o mês que vem hei-de encontrar em alguém sítio, e não deixar que me ponham em baixo, como foi em entrevistas. No fundo eu sei que fazem isso como estratégia para pagarem pouco, e então eu trabalhar sem contrato. Enfim...tretas.

Hoje lá fiz um bolo de laranja. lol Um docinho para adoçar a boca. Muita gente terá falta disso, até eu.



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