domingo, 26 de setembro de 2010

Acreditar ou não no casamento?!

Há pessoas que simplesmente não acreditam no casamento, que dizem que é uma ilusão, e que já não é como era antigamente. Apesar de haver quem não acredite, existe quem acredite. Mas para dizermos se acreditamos, ou melhor que ele tem ou não sentido para a nossa vida, temos de analisar o seu significado. Cada pessoa terá a sua interpretação, e certamente cada uma estará certa.

Para mim simplificadamente o casamento é uma festa, para celebrar a união entre duas pessoas que têm um compromisso de amor. Onde existe confiança, fidelidade, respeito, entre outros aspectos importantes para uma relação funcionar. Assim qual a diferença entre compromisso e casamento? Para mim o compromisso vem antes do casamento, e o casamento por sua vez é uma espécie de bónus. O compromisso tem que existir há posteriori, caso contrário o casamento também não faz muito sentido.

Há quem prefira juntar-se a casar. Faz sentido, ainda por cima com a falta de dinheiro que existe. Casar fica caro, e por tal algumas pessoas colocam isso para segundo plano. Primeiro juntam-se, compram casa, e depois logo pensam no casamento. Mas também penso que dá para fazer um casamento mais acessível, se tornamos as coisas mais práticas. O importante mesmo é juntar a família, amigos, e o resto é conversa, ou seja pormenores. Eu pessoalmente também penso em viver antes junta, e depois planeio tudo, a festa, claro está!

Para mim já nem faz muito sentido casar na igreja, mas respeito quem tenha essa opção. Acho mais romântico casar perto da praia por exemplo. Para mim também não faz muito sentido, embora respeite, casar virgem. Aquela coisa da noite de núpcias, lua de mel, também já não faz muito sentido, ou melhor não tem o sentido que teria há anos atrás, ou que terá para outras pessoas.

O contrato nada muda, nem o anel, nem a festa. Mostrar ao mundo que casamos também não muda nada, ou melhor não deve mudar em nada o compromisso que se tem com a outra pessoa; a não ser para melhor!. Mas apesar disso para certas pessoas o casamento acaba por ser considerado uma pressão psicológica, ou uma prisão. Daí haver quem viva junto, esteja tudo bem, e depois quando se casam, puuuff, terminaram. Penso que seja mesmo psicológico.

Apesar de o casamento ser por amor, existe muito boa gente (ou não) que casa sem ser por amor. Casamentos por interesses, por dinheiro, por fama, para agarrar, pelos filhos, para mostrar aos outros, enfim…razões existem muitas, e nem todas são as melhores, daí a coisa nem sempre também correr bem. Pensar no casamento como uma meta também não acho boa política, tem que ser algo por nós, que sentimos que faz sentido, e que não vai estragar o relacionamento que temos.

sábado, 25 de setembro de 2010

Contigo...

Sinto que contigo sou valorizada. Sinto mais, porque o sentimento entre nós é maior, cada vez maior ao ponto de levitar com simples beijos. O poder está na mente, na emoção. Mas o que é uma emoção? O que é um sentimento? Até que ponto as coisas são reais, e não meras criações da nossa mente, obstinada em ter algo?! Até que ponto não somos eludidos pelo que pensamos ser e não o que é de facto. Criamos expectativas com base na aparência. A vida são variáveis constantes, o que sentimos é uma inconstante e, o que somos é também um mistério.

Sentido da vida...

Qual será o sentido da vida?! Planos, ideias, objectivos que nos enchem de esperança, ora de entusiasmo, sonhos, ora de dor, tristeza ou frustração.
Parar no tempo?! O tempo não para, e é o tempo que causa em nós mais o stress, a ânsia de viver tudo, ou ficar na inércia de viver e na insegurança de avançar.
Por vezes não sei se ando a perder tempo, ou se fico parada no tempo, sem quase nada fazer. Por vezes desejo, desejo ter mais, mas mesmo assim acho que estou bem melhor, me queixo menos do que antes. Talvez o segredo seja conformarmo-nos e viver cada dia de cada vez, sem pensar no futuro, ou na vida alheia.
A complexibilidade da vida, e o facto de o tempo ser tão fugaz, o corpo tão frágil, torna tudo com mais sentido e com um valor acrescido.


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amanhã não estou em casa lol

Ontem o meu amigo passou para a enfermaria, e amanhã o vou ver. A minha mãe até me apoiou para o ir ver, o que foi bom. Pois é! ainda ando por casa, sem trabalho, mas também não pode ser, visto que tenho que auxiliar por aqui. Para o mês que vem hei-de encontrar em alguém sítio, e não deixar que me ponham em baixo, como foi em entrevistas. No fundo eu sei que fazem isso como estratégia para pagarem pouco, e então eu trabalhar sem contrato. Enfim...tretas.

Hoje lá fiz um bolo de laranja. lol Um docinho para adoçar a boca. Muita gente terá falta disso, até eu.



quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Pornografia na Net ...

A internet faz parte da cultura, por tal modifica nosso comportamento. Na internet talvez a pornografia seja a mais lucrativa. O mais grave é a pornografia infantil, redes de tráfico que se criam para explorar as pessoas, e gerar dinheiro com base nisso. Grave é também haver tanta gente a consumir isso, e por tal é um mercado em expansão. Quem nunca viu nada de pornografia na net que ponha a mão no ar! Já para não falar da pornografia que é posta só por pôr.

Ouvi um caso que se passou numa universidade. Uma rapariga ou mulher dormiu com um, e pelos vistos ele colocou essa informação na internet. Resultado! Muita gente viu; mas pelos vistos ela também descai-se e conta. Ora que fama tem ela?! Expôs algo íntimo. Pelos vistos pelo que ouvi essa mesma rapariga também dormiu com um (não sei se foi o mesmo) para ter 17 num exame. Enfim…

O mal não é quando vemos por curiosidade, mas sim quando a coisa se torna mais compulsiva, ou quando acreditamos que muita coisa que se vê é verdade. Também depende da idade com que se vê, e de saber filtrar essa mesma informação. Quando falo em verdade, falo em que naquele acto haja efectivamente prazer. Nalguns casos é tudo ensaio, feito por dinheiro. Enfim…criam-se estereótipos de como deve ser o sexo, contudo muita coisa é falsa. Digo eu. Acho que também em muitos casos é mais a preocupação de dar prazer ao homem, quando até devia ser ao contrário. E o facto é que no meio existem imagens ou vídeos mais chocantes. No sexo existe de tudo, incluindo sexo com animais, ou cenas violentas mesmo.

Assim quando adolescentes exibem imagens da sua intimidade na internet também é pornografia. Por vezes as imagens são capturadas por telemóveis. O mal não é os jovens terem telemóvel muito cedo, nem internet muito cedo, mas sim os limites que existem, os valores que são ensinados. Liberdade a mais acaba por ser prejudicial. E se mesmo os adultos não sabem filtrar bem certas imagens ou informações, quanto mais os mais jovens.

Acho que devia haver controlo da pornografia. Deve haver muita coisa ilegal, mas não sei porquê continua a haver. Eu confesso que uma vez vi algo que fiquei chocada, que até tenho agora medo de ver outra coisa. Não vou dizer que nunca mais vou ver nada, pois não sei, mas que tem de ser ter muito cuidado isso é. Para depois não ficarem traumas, ou ideias erradas como se aquilo fosse natural.

"Dois amantes profundamente afinados um com o outro se dissolvem. Apenas um existe. Eles respiram juntos, estão juntos, existe um companheirismo. Isso não seria possível se houvesse a presença de observadores. Eles nunca seriam capazes de relaxar se outros estivessem observando. Os próprios olhos se tornariam uma barreira. Assim, tudo o que é belo, tudo o que é profundo, acontece no escuro. " (Osho)

Visitem este link que fala sobre a necessidade da privacidade:

http://www.palavrasdeosho.com/2010/01/necessidade-de-privacidade.html

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Corpo perfeito?!

Ao longo do tempo, e também das culturas o conceito de beleza tem mudado. De certo, já ouviram a expressão “gordura é formosura”, mas o certo é que este conceito está desactualizado. Nem sou contra, nem a favor; acho é que temos de ter saúde, nem muito magros, nem muito gordos, obesos.

Toda a pessoa tem as suas especificações, a sua estrutura óssea, a sua cara, e por tal ninguém é igual a ninguém, no máximo podemos ser parecidos, ou muito semelhantes como os gémeos.

Como ia dizendo o conceito de beleza tem mudado, e hoje em dia existem estereótipos do que é belo ou bela. Em revistas, na televisão, na internet somos confrontados com imagens de “modelos” de beleza, mesmo que por vezes seja mais fachada. À custa disso certas pessoas sujeitam-se a cirurgias plásticas para mudar. Outras passam pela anorexia, bulimia afim de atingir o tal peso ideal. Outras gastam fortunas em roupa e outros acessórios só para aparentar a chamada beleza.

Por vezes algumas pessoas, principalmente em crianças, são alvo de gozação. Por vezes isso até cria traumas nas pessoas, e por isso não aceitam seu próprio corpo, o que é mau também para a auto-estima. Contudo ninguém é melhor ou pior que ninguém, e cada um tem o corpo que tem.

Devido a estereótipos também, criamos uma imagem na nossa mente do que queremos ser, o que depois cria frustração. Não devemos tentar ser como os outros são. Cada um com os seus defeitos, e devemo-nos aceitar como tal. Devemos respeitar nosso corpo como um templo, amá-lo, cuidar dele. Se não gostarmos do nosso corpo, não vai ser plásticas que vão resolver o problema, o problema está na mente. E aí é a tal insatisfação.

A beleza verdadeira está dentro de nós, e quem olha só para o superficial é porque ainda não abriu os olhos como deve ser. Se sermos bons por dentro, isso se transmite para fora, nem que seja no nosso olhar. O corpo é superficial, e a beleza dele é mutável, desvanece-se com o tempo. Por isso, temos é de cuidar da beleza do interior, e aos poucos isso passa para fora. O segredo mesmo é amar nosso corpo, e não viver em obsessões, mas sim naturalmente.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Porque as relações não dão certo?!

Não quero falar sobre não conseguirmos encontrar a tal pessoa, mas de casos em que já se pensa que se encontrou a tal pessoa, e que certo dia, puf! Tudo se desfez. Estou a falar de certos relacionamentos que chegam a durar alguns anos, em que alguns casam-se ou juntam-se, e outros não chegam a isso.

Actualmente assistimos a muitos mais divórcios e separações. E porquê que existe tanta diferença? Ao contrário do que se via antigamente, quase ninguém está para sofrer hoje em dia. Antes algumas pessoas diziam que era o destino, conformavam-se, aguentavam e até penavam, mas porque era mal vista uma separação as pessoas continuavam juntas, mesmo havendo traição, ou violência. Hoje em dia existe uma maior troca de parceiros, e uma maior diversidade de sexo.

No inicio é a paixão que chega a cegar em alguns casos. Isto porque por vezes as pessoas não são compatíveis, mas continuam, às vezes na esperança que haja mudanças de personalidade. No inicio é a atracção, a fantasia, que por sua vez cria expectativas. O mal das expectativas é, que mais tarde ou mais cedo dão lugar a desilusão ou frustração, visto que depois a imagem criada na nossa mente não corresponde com a realidade. Isto, também porque na nossa mente imaginamos tudo lindo, sem problemas financeiros, doenças, ou depilação por fazer lol.

Com o passar do tempo perde-se o entusiasmo, perde-se a capacidade de namorar, e por vezes depois começa o interesse por outras pessoas. Mas depois pode tudo se tornar no mesmo filme, visto que a aparência também pode enganar, e tudo não passar de uma ilusão, ou uma procura da mudança. Existem casos em que mudam muito, porque existe uma insatisfação, e por tal existem pessoas que têm quase um vício de sexo, mesmo sem sentimento.

Para uma relação dar certo, além de haver compatibilidade, diálogo, etc etc, há que conseguir “entrar” na alma da outra pessoa, conhecendo-a como ser, e não como corpo. Para além do amor que é o cimento, ou os alicerces de qualquer relação. O amor que supera muitos obstáculos. Quando uma pessoa não é amada não sabe o seu valor (falo de amor no geral e não de homem-mulher). O mal também é quando as pessoas deixam de acreditar no amor.

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