segunda-feira, 12 de julho de 2010

Falta de tempo :P

Peço desculpa por estar tanto tempo afastada do blog, mas é falta de tempo mesmo. Há três dias que trabalho noutro emprego, ou melhor trabalho, e por tal o tempo tem sido menor. Também é num supermercado, mas desta vez é melhor do que no outro. Também por haver muito mais pessoas, o supermercado tem mais condições, também por ser muito maior. Vou ganhar uma porcaria mesmo, mas é o que se arranja. Se é vergonha ou não, acho que não ! Não ando a roubar, nem a maltratar ninguém. Mas é assim! não se pode ter sorte em tudo. Não posso escrever muito, pois daqui a pouco tenho que tratar do resto das coisas e bazar. Mas fica dito que estou bem, apesar de ser um pouco difícil a adaptação. Sorte a minha que tenho alguém que me ajuda, me apoia. Pois tenho noção que para algumas pessoas é vergonhoso mesmo, ou seja mais um motivo talvez para se sentirem superiores. Mas talvez porque vivam do ego, e não percebem que somos todos feitos da mesma matéria. Este tipo de trabalho serve também para dar muito valor às coisas, e ver que o dinheiro para ganhar custa muito mesmo. E eu ainda vivo com os meus pais, nem imagino quem tem filhos, casa e contas para pagar. E não me venham com a história que as pessoas deveriam ter estudado, porque eu estudei e também ando no mesmo barco. Está complicado mesmo, é preciso é ter valores, e acreditar nas coisas boas da vida. Ou seja os nossos valores e crença de que tudo de arranja é a bóia de salvação para o nosso barco que se afunda cada vez mais.


quarta-feira, 7 de julho de 2010

Histórias Inventadas - Cartas com esperança (3)




HISTÓRIAS INVENTADAS - CARTAS COM ESPERANÇA (3)






Posso ser inexperiente em muitas coisas da vida, ter vivido parte de minha vida fechada numa caixa, mas mesmo assim, por leituras, por escutar, por muitas outras formas tenho amadurecido. Posso não estar bem madura, mas vou aprendendo, e contigo acredito que vou ser melhor. Sim! Tu és a minha luz. Uma luz pela qual me sinto atraída, pela qual a minha pulsação pulsa mais depressa. Quase que me perco em ti, nesse teu amor, nesse amor que vou sentido sem saber o que dizer. Mas sim! Confesso ainda sou alguém que tem que aprender, ou encontrar uma maneira de se valorizar. Sim! Preciso de ter mais auto-estima, de acreditar em mim, coisa em que tem dias que fica difícil mesmo. Mas contigo sinto-me de certa forma criança, como se nada mais importasse a não ser nós dois. Quando estamos juntos, é muito bom, é maravilhoso. Desde que sejamos verdadeiros um com o outro, e que sejamos fortes na nossa relação acredito que vá durar. Mas eu também sou alguém, que embora tenha passado uma derrota, ainda tem esperança, e sim! Quero acreditar e acredito que tu és o meu príncipe, meu amigo e amante.

O primeiro beijo

Caminhando na areia junto a ti,
Descalça, calma e sem pressa,
Escutava a doce melodia do mar,
Aproximava-me sem querer do meu par.

Naquela praia, nesta praia
Onde ambos passamos as férias de Agosto,
Onde ambos demos o primeiro passo,
O primeiro beijo com tanto gosto.

Quando menos esperávamos,
Nossos lábios se uniram,
Eu fiquei sem fala, olhando para ti,
E tu com um sorriso só para mim.

A sério que gosto de ti,
De seres quem és, simples e bom coração,
E quanto estou contigo perco-me em tanta emoção,
Perco-me num sonho tão lindo.



terça-feira, 6 de julho de 2010

Hoje :P :P :P

Não sei o que se passa comigo, mas hoje não estou nos meus dias. De facto confesso, :P chorei. E porquê?! Porque sou uma parva. Sim! Essa é a verdade. Ou então deve ser também por causa do calor, que me deixa mole sem vontade nenhuma.

Hoje ao entrar no blogue, foi publicar um comentário da Heidi. Perdoa-me Heidi, mas houve um problema, e ele não foi publicado.

Hoje foi a uma entrevista, outra vez para supermercado, pode ser que fique. O ordenado é fraco, sendo que o horário também vai ser de 30 horas semanais. Pelos vistos não me posso queixar, eu sei disso, mas mesmo assim tentam-me desanimar. :P Devem pensar que é tudo fácil, ou então que eu sou muito burra. Porque eu mesma começo a pensar isso. Tipo, porque os outros aguentam e eu não consigo aguentar os trabalhos?! Será que não tenho capacidades?!

Hoje alguém me disse, porque não tinha eu ficado no primeiro trabalho, onde ganhava muito mais; porque tinha eu me despedido. Ao que respondi, que antes que me dessem um chuto no cú, eu dei neles, para não atravessar a época de maior trabalho, sem ganhar mais nada em troca disso. Eu era para ter ficado efectiva, mas com trocas e baldrocas não fiquei. Será que afinal eu não tinha valor?! Será que eu não tenho?!

Hoje não estou bem, e nem consigo fazer o que tenho que fazer. Também parece que ninguém confia no meu trabalho, eu mesma começo a desconfiar de tudo já.

Hoje chegou uma carta a casa de uma empresa que tinha criado com uma, que afinal é uma aldrabona, e a minha mãe a fazer perguntas. Porque eu tenho que passar por tanta vergonha, ou melhor senti-la. Os outros é que me dão a volta à cabeça, e eu me deixo enganar, e ainda sou alvo de me chatearem os miolos à custa disso. Por isso minto, farto-me de mentir. E estou farta, farta de tanta treta, de tanta falta de confiança. Farta que gostem de uma aparência e não de mim.

Não digo com coisa com coisa, porque não estou nos meus dias, apesar de ter razões para sorrir, mas sinto-me mal, mal comigo mesma, e sem vontade de falar com ninguém.

Hoje também foi fazer compras, após a entrevista. Entrei em três supermercados, uma seca para mim, mas consegui despachar-me. E chego a casa ainda me fazem perguntas da treta, devem pensar que não tenho mais nada da vida do que servir os outros. E pior aqui em casa não falam, gritam. :P por isso também não bato bem dos miolos. Mas não adianta, não quero preocupar ninguém, deve ser coisa da lua, e por isso estou de mal humor, meio deprimida.
Encontrei este post, que tem tudo haver.


segunda-feira, 5 de julho de 2010

Divagações

Estás distante de mim, e tem momentos que isso pode ser complicado. Adversidades que se colocam no nosso caminho; será que o caminho é o mesmo para nós os dois?! O tempo passa, e vamos deixando de acreditar em certas coisas, abrindo a mente, aprendendo a perdoar, a amar, e a andar de cabeça erguida mesmo quando não existem razões para isso. Fácil! Viver não é fácil, é sim uma constante aprendizagem, como saber valorizar; não vulgarizando cada momento da nossa vida.

Ontem estava vendo a televisão, e numa reportagem sobre as manobras que as pessoas faziam para esticar o dinheiro, vi um casal de velhinhos, muito querido mesmo. O homem também ajudava na lida de casa, e ao que parece não eram só aparências, pois apesar do pouco dinheiro pareciam bem, satisfeitos um com o outro. Eu pensei é assim que eu quero ser. Não digo ter que fazer manobras com o dinheiro, mas ter alguém ali ao meu lado, como sempre sonhei, para sempre. Mesmo lindo.

O calor é muito grande agora, e isso cria em mim uma certa inércia, uma certa moleza sem vontade de lutar. E quando luto, só sei escavar, em vez de tentar melhorar. Em vez de dar as mãos, alteio mais os murros que me separaram. Quero me proteger, talvez um instinto natural em virtude de tudo o que de injusto se tem passado. Ou talvez eu me queira esconder somente. Não sei…mas gostava de ter um emprego ou trabalho, onde não fosse explorada. Será tão difícil assim?!

Não estou escrevendo coisa com coisa, mas sei lá. Há coisas que não fazem muito sentido, escrevemos só para escrever, divagamos só para tirar para fora. Bom, bom era ganhar o euro milhões. Ai ai

domingo, 4 de julho de 2010

De tempos em tempos :P

De tempos em tempos sinto uma certa insegurança em mim, tal que me deita a baixo, e me inunda de uma certa dose de melancolia. Não sei explicar bem a razão, talvez sejam muitas. Mas agora não ter emprego, e não me terem dado valor quando trabalhava é uma delas. Acho que foi injustiçada, comparativamente com outras pessoas. A meu ver me esforcei bem no primeiro trabalho, e afinal foi uma peça fácil de substituir. Aprendi que todos nós somos substituíveis. A minha professora de step dizia uma vez que as pessoas são insubstituíveis, mas cada vez mais vejo ao contrário. Bem sei que tenho que pensar ao contrário, mas também vejo que cada vez está mais difícil, e mesmo tendo sorte noutras áreas, existem coisas nas quais se baseia, ou melhor dependem, a minha auto estima. Tudo é um circulo, e por tal certas coisas são complicadas. Até tenho certos instantes que sinto vontade de chorar confesso. Também fraquinha como sou dá nisso né. Quem me segue há algum tempo já vai fazendo uma ideia do que sou, penso que não é preciso saber como sou ao vivo para conhecer de certa forma a minha essência. De que adianta saber se sou alta, baixa, magra, gorda, acho que mais importante que isso são os meus valores, no que acredito e defendo, né! E por me conhecerem minimamente já sabem um pouco como funciono, há quem se identifique, ou melhor compreenda e quem pelo contrário não seja nada assim, e pense doutra forma. Sou algo sonhadora e bué cabecinha pensadora, se bem que às vezes não penso :P

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Desvalorização ou Sobre valorização?!


Vivemos num mundo em que as aparências têm muita importância. De facto, quando olhamos para alguém é para a aparência física que olhamos, assim como para a forma como se veste e etc. Não sou ser cínica e dizer que a aparência não é importante, pois de uma certa medida o é, por mais não seja pelos olhos, ou pelo sorriso que nos encantou. Contudo as aparências podem ser ilusórias, podemos pensar que a pessoa é assim, mas afinal é assado, e desiludirmo-nos, ou então o contrário.

Vivemos num mundo descartável, e por tal olha-se para o mais fácil, e não para o mais importante, o conteúdo. Num mundo em que podemos ter praticamente tudo com dinheiro, e que praticamente tudo está ao alcance de quem quer e pode. Mas será que o facilitismo não cria um certo sentimento de desvalorização relativamente a esse bem ou pessoa, se assim se pode dizer?! Será que a aparência, ou mesmo o físico prevalece sobre o que de facto a pessoa é?!

Vivemos num mundo em que o sexo está em todo o lado, fácil e acessível. Quantidades muito grandes de pornografia. Algo que supostamente era para ser íntimo, contudo é tão banalizado, que acaba-se por nem dar importância a isso. O sexo acaba por ser também uma energia, ou melhor uma forma de obter essa energia, esse estado de aproximação com o divino. Sem sexo, através da meditação é possível isso, contudo a energia sexual caso seja bem utilizada pode-nos elevar a um estado mais supremo. Quando falo em energia sexual, não significa que tenhamos que fazer sexo, nada disso. Enfim…filosofias. Onde quero chegar aqui é que para quê banalizar, quando podemos valorizar?!

Quando olhamos para alguém essa primeira imagem é que nos fica na memória, e com base nisso, fazemos o resto, que pode ou não corresponder mais tarde à verdade. Admitamos ou não, a aparência física, de como se veste, etc, é importante para escolhermos a tal pessoa. Mas numa certa medida até é razoável, mas noutras podemos estar a pôr de parte alguém que até é compatível connosco, mas porque somos muito exigentes e só nos apaixonamos pelo físico então, ficou excluída. Mas o que quero mesmo falar é de aparências e do facto de tudo hoje me dia ser descartável e sem valor.

Mas conhece-se a pessoa, e depois. Há pessoas que se fazem de difíceis, para ter mais valor, às vezes até desperdiçam oportunidades de amar, de serem amadas. Há quem claro que aprecie muitos as inatingíveis, e que pense que as que se fazem de difíceis é porque são boas de facto. Há quem pense que aquela mulher que se atirou de cabeça até pode nem ser de confiança, pois na cabeça do homem, ela pode o trair. O pensamento geral será; se ela fez isto comigo fará com outro. Contudo as coisas não são bem assim, não se pode generalizar, nem criar estereótipos, cada um é como é, e cada situação ou maneira de ser etc, fazem com que as coisas sejam diferentes.

Mas vejamos um exemplo concreto. Ela falo com um homem, que até se dão bem como amigos, um dia surge um beijo, e no outro surge uma oportunidade de algo mais. Ela entrega-se sem receios, e ele também avança. Ambos queriam, e por tal acaba por acontecer. Até podiam não estar logo apaixonados, mas houve um clima, e aconteceu, fizerem sexo. Mas depois até ele confessa a ela, que ela foi muito fácil, que não deveria ser assim. Onde ficamos afinal?! Então só as mulheres é que são fáceis, e os homens?! Acho que os homens também são fáceis. Porque só as mulheres têm que se fazer de difíceis, de controlar. Até parece que as mulheres não sentem desejo também!

O que já ouvi de certas mulheres é que não podemos dar tudo de bandeja, que temos de ser difíceis, que eles é que nos têm de conquistar, afim de nós termos o nosso valor. Mas eu penso, será que só os homens têm esse papel de conquistar?! Será que as mulheres têm que estar à espera. Quer dizer a mulher ir logo para a cama com o homem é assumido como fácil, e por tal até pode ir para a cama com outros, mas será?! E o mesmo já não se aplica aos homens?! Quer dizer só eles podem ter o controlo, assumir a posição de comando, de caçador e presa. Eu acho que o que é para um, deve ser para os dois, e talvez os dois se devessem controlar, valorizar tal acto.

Banalização do sexo ou sobre-valorização do sexo?!?! Existe uma quantidade mesmo muito grande de pornografia ao acesso de todos nós, tudo é fácil e acessível. É tal o exagero que o sexo á algo tão fácil de ter que não se dá valor. Por vezes até olham para certos filmes ou vídeos e pensam que aquilo é que é, quando no fundo não se apercebem da fachada, do fingimento, do horror de algumas cenas. Digo horror, porque existem casos mesmo escandalosos, como menores, e estupro a meu ver.

Por outro lado existe um sobre valorização do sexo. Será que é algo natural, ou algo que só devemos dar ou fazer quando se gosta mesmo daquela pessoa. No fundo pode ser só um alívio de corpos, mas será! Não será um aliviar a alma?! Não será mais importante o amor, o cultivar o amor, e não saber as posições do kamasutra lol?!

Talvez certas coisas, como o sexo, estejam tão banalizadas que depois não damos o devido valor, porque achamos que não tem. E por tal somos descartáveis, meros objectos de produção de uma sociedade consumista. Vivemos numa sociedade hipócrita, que critica as prostitutas, quando estas são produto de valores estúpidos que as pessoas defendem de forma errada e dissimulada. Existe tanto a dizer, que vou ficar por aqui, e não escrever mais. :P

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