Uma vez já há muito tempo, no tempo do outro blog um leitor me escreveu algo. Vou escrever agora sobre isso, a propósito do que escrevi sobre inseguranças (no pensamentos incertos), e também da banalização do sexo e o ego. Espero que ele ao ler isto não fique chateado comigo.
Resumindo, ele está junto à cerca de 20 anos com uma pessoa, e escreveu-me algo sobre a importância da primeira vez. Para ele, ela foi a primeira, mas já com ela não. Ela perdeu a virgindade com um qualquer que não queria compromissos. Por isso foi um acto isolado, algo inconsciente a meu ver, pois ela era muito nova. Diz que se fosse hoje não teria feito o mesmo. Mas o passado ninguém muda. O facto é que para ele isso é de certo um fantasma na cabeça dele. Ele quando me escreveu isto, foi para eu não me entregar a qualquer um, ou seja ser um troféu nas mãos de alguém, o que também agradeço muito. De facto eu agradeço muito estes testemunhos que ao longo do tempo me têm enviado.
“Eu sou um tipo normalíssimo, nada preconceituoso, sem tabus nenhuns no sexo, mas para mim o sexo não é gratuito, isto é, é uma intimidade, há uma invasão do corpo de alguém, e isso é muito pessoal. Não acho que deva ser banalizado. Já que estou com ela há tantos anos, neste momento, sabendo o que aconteceu, já gostaria de ter sido eu o escolhido. Porque o escolhido é alguém de quem nunca te vais esquecer sempre que se falar no assunto. Para mim é como se fosse um fantasma. Cada vez que o assunto está no ar, seja num filme ou qualquer coisa, ela estar-se-á a lembrar inevitavelmente de outra pessoa, pessoa essa que quando muito se estará a gabar aos amigos de ter sido ele o escolhido. Estaria tranquilo se soubesse que tinha acontecido no decorrer de uma relação normal entre duas pessoas que se amam e não que tinha sido combinado, numa de simples prazer carnal. Teve a experiência física mas por ter sido tão esporádico nem aprendeu nada, portanto a mais valia dessa experiência foi muito diminuta. É algo que ensombra inconscientemente a nossa relação.”
Também tive uma mulher que me deu seu testemunho, ela a partir de uma idade sentia-se digamos inferior, ou posta para trás por ser virgem. Assim certo dia perdeu a virgindade com um, ao qual não lhe disse que era virgem. Ou seja com qualquer um. Ela diz que a experiência foi má, e na altura ainda esperava pelo amor, pois estava sem ninguém. São experiências de vida, e penso que não devemos ser penalizados por isso. Nem sempre tomamos as decisões mais certas, mas nem sempre temos sorte também. Ela foi alguém que eu simpatizei embora não conhecesse, pois também me ajudou. Espero sinceramente que ela encontre alguém especial como eu.
“Claro que não vou contar a ninguém o que se passou, até porque poucas pessoas compreenderiam, que não foi uma escolha, e que eu não merecia que fosse assim, mas foi mais forte que eu, era uma questão psicológica. A primeira vez não foi só para sexo, foi para não "enlouquecer", estava a afectar-me profundamente. Se não levar isto comigo para sempre como segredo, a pessoa a quem o contar, é porque imagino que tem capacidade para compreender e não julgar, e porque acredito que me ama. Não é a qualquer um que contaria este tipo de segredos.”
Espero que estes testemunhos sirvam para ajudar outras pessoas, e que quando se ama não se pode pensar no passado, há que esquecer o orgulho, ou o ego, e perdoar. Manter um relacionamento não é fácil, mas possível com amor. E isso sim é difícil de conseguir, de atingir. Só sei que nunca devemos começar uma relação para esquecer outra. Porque aí também surge muito sofrimento por causa disso, e a frustração que a pessoa ideal não existe. Para haver amor também há que haver um nível de entrega muito grande, deixarmos de ser nós mesmos, libertar-nos do ego, e por tal o resto não importa mais.
Resumindo, ele está junto à cerca de 20 anos com uma pessoa, e escreveu-me algo sobre a importância da primeira vez. Para ele, ela foi a primeira, mas já com ela não. Ela perdeu a virgindade com um qualquer que não queria compromissos. Por isso foi um acto isolado, algo inconsciente a meu ver, pois ela era muito nova. Diz que se fosse hoje não teria feito o mesmo. Mas o passado ninguém muda. O facto é que para ele isso é de certo um fantasma na cabeça dele. Ele quando me escreveu isto, foi para eu não me entregar a qualquer um, ou seja ser um troféu nas mãos de alguém, o que também agradeço muito. De facto eu agradeço muito estes testemunhos que ao longo do tempo me têm enviado.
“Eu sou um tipo normalíssimo, nada preconceituoso, sem tabus nenhuns no sexo, mas para mim o sexo não é gratuito, isto é, é uma intimidade, há uma invasão do corpo de alguém, e isso é muito pessoal. Não acho que deva ser banalizado. Já que estou com ela há tantos anos, neste momento, sabendo o que aconteceu, já gostaria de ter sido eu o escolhido. Porque o escolhido é alguém de quem nunca te vais esquecer sempre que se falar no assunto. Para mim é como se fosse um fantasma. Cada vez que o assunto está no ar, seja num filme ou qualquer coisa, ela estar-se-á a lembrar inevitavelmente de outra pessoa, pessoa essa que quando muito se estará a gabar aos amigos de ter sido ele o escolhido. Estaria tranquilo se soubesse que tinha acontecido no decorrer de uma relação normal entre duas pessoas que se amam e não que tinha sido combinado, numa de simples prazer carnal. Teve a experiência física mas por ter sido tão esporádico nem aprendeu nada, portanto a mais valia dessa experiência foi muito diminuta. É algo que ensombra inconscientemente a nossa relação.”
Também tive uma mulher que me deu seu testemunho, ela a partir de uma idade sentia-se digamos inferior, ou posta para trás por ser virgem. Assim certo dia perdeu a virgindade com um, ao qual não lhe disse que era virgem. Ou seja com qualquer um. Ela diz que a experiência foi má, e na altura ainda esperava pelo amor, pois estava sem ninguém. São experiências de vida, e penso que não devemos ser penalizados por isso. Nem sempre tomamos as decisões mais certas, mas nem sempre temos sorte também. Ela foi alguém que eu simpatizei embora não conhecesse, pois também me ajudou. Espero sinceramente que ela encontre alguém especial como eu.
“Claro que não vou contar a ninguém o que se passou, até porque poucas pessoas compreenderiam, que não foi uma escolha, e que eu não merecia que fosse assim, mas foi mais forte que eu, era uma questão psicológica. A primeira vez não foi só para sexo, foi para não "enlouquecer", estava a afectar-me profundamente. Se não levar isto comigo para sempre como segredo, a pessoa a quem o contar, é porque imagino que tem capacidade para compreender e não julgar, e porque acredito que me ama. Não é a qualquer um que contaria este tipo de segredos.”
Espero que estes testemunhos sirvam para ajudar outras pessoas, e que quando se ama não se pode pensar no passado, há que esquecer o orgulho, ou o ego, e perdoar. Manter um relacionamento não é fácil, mas possível com amor. E isso sim é difícil de conseguir, de atingir. Só sei que nunca devemos começar uma relação para esquecer outra. Porque aí também surge muito sofrimento por causa disso, e a frustração que a pessoa ideal não existe. Para haver amor também há que haver um nível de entrega muito grande, deixarmos de ser nós mesmos, libertar-nos do ego, e por tal o resto não importa mais.












