terça-feira, 15 de junho de 2010

Testemunhos

Uma vez já há muito tempo, no tempo do outro blog um leitor me escreveu algo. Vou escrever agora sobre isso, a propósito do que escrevi sobre inseguranças (no pensamentos incertos), e também da banalização do sexo e o ego. Espero que ele ao ler isto não fique chateado comigo.

Resumindo, ele está junto à cerca de 20 anos com uma pessoa, e escreveu-me algo sobre a importância da primeira vez. Para ele, ela foi a primeira, mas já com ela não. Ela perdeu a virgindade com um qualquer que não queria compromissos. Por isso foi um acto isolado, algo inconsciente a meu ver, pois ela era muito nova. Diz que se fosse hoje não teria feito o mesmo. Mas o passado ninguém muda. O facto é que para ele isso é de certo um fantasma na cabeça dele. Ele quando me escreveu isto, foi para eu não me entregar a qualquer um, ou seja ser um troféu nas mãos de alguém, o que também agradeço muito. De facto eu agradeço muito estes testemunhos que ao longo do tempo me têm enviado.

“Eu sou um tipo normalíssimo, nada preconceituoso, sem tabus nenhuns no sexo, mas para mim o sexo não é gratuito, isto é, é uma intimidade, há uma invasão do corpo de alguém, e isso é muito pessoal. Não acho que deva ser banalizado. Já que estou com ela há tantos anos, neste momento, sabendo o que aconteceu, já gostaria de ter sido eu o escolhido. Porque o escolhido é alguém de quem nunca te vais esquecer sempre que se falar no assunto. Para mim é como se fosse um fantasma. Cada vez que o assunto está no ar, seja num filme ou qualquer coisa, ela estar-se-á a lembrar inevitavelmente de outra pessoa, pessoa essa que quando muito se estará a gabar aos amigos de ter sido ele o escolhido. Estaria tranquilo se soubesse que tinha acontecido no decorrer de uma relação normal entre duas pessoas que se amam e não que tinha sido combinado, numa de simples prazer carnal. Teve a experiência física mas por ter sido tão esporádico nem aprendeu nada, portanto a mais valia dessa experiência foi muito diminuta. É algo que ensombra inconscientemente a nossa relação.”

Também tive uma mulher que me deu seu testemunho, ela a partir de uma idade sentia-se digamos inferior, ou posta para trás por ser virgem. Assim certo dia perdeu a virgindade com um, ao qual não lhe disse que era virgem. Ou seja com qualquer um. Ela diz que a experiência foi má, e na altura ainda esperava pelo amor, pois estava sem ninguém. São experiências de vida, e penso que não devemos ser penalizados por isso. Nem sempre tomamos as decisões mais certas, mas nem sempre temos sorte também. Ela foi alguém que eu simpatizei embora não conhecesse, pois também me ajudou. Espero sinceramente que ela encontre alguém especial como eu.

“Claro que não vou contar a ninguém o que se passou, até porque poucas pessoas compreenderiam, que não foi uma escolha, e que eu não merecia que fosse assim, mas foi mais forte que eu, era uma questão psicológica. A primeira vez não foi só para sexo, foi para não "enlouquecer", estava a afectar-me profundamente. Se não levar isto comigo para sempre como segredo, a pessoa a quem o contar, é porque imagino que tem capacidade para compreender e não julgar, e porque acredito que me ama. Não é a qualquer um que contaria este tipo de segredos.”

Espero que estes testemunhos sirvam para ajudar outras pessoas, e que quando se ama não se pode pensar no passado, há que esquecer o orgulho, ou o ego, e perdoar. Manter um relacionamento não é fácil, mas possível com amor. E isso sim é difícil de conseguir, de atingir. Só sei que nunca devemos começar uma relação para esquecer outra. Porque aí também surge muito sofrimento por causa disso, e a frustração que a pessoa ideal não existe. Para haver amor também há que haver um nível de entrega muito grande, deixarmos de ser nós mesmos, libertar-nos do ego, e por tal o resto não importa mais.

Inseguranças

Sou de certa forma insegura de mim mesma. Talvez a culpa nem seja só minha, mas também de uma sociedade que vive da comparação. Por isso por vezes vivemos numa espécie de competição para ver quem é melhor ou pior, mesmo que digamos que não. E por hoje em dia tudo ser tão descartável, tão fútil e banal, que em qualquer momento podemos ser substituídos, e isso cria em nós um sentimento de mal estar, de tristeza. Por vezes é o medo, outras vezes é a melancolia de não sermos tão bons como os outros, ou sei lá o quê!.
Será que todas as verdades são para ser ditas, ou existem umas que provocam em nós um sentimento de insegurança e mal estar, que seria melhor nem sabermos disso?! Nada melhor que a sinceridade, mas existem alturas em que a verdade é dura demais, e nos magoa muito, e não conseguimos ser imparciais, face ao que sabemos por outras bocas. E existem verdades que também não mudam nada, a não ser isso, a insegurança, e mais tarde surgirem bocas foleiras.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Banalização do sexo

Fala-se muito em sexo. Quer dizer se calhar até não é assim tanto, mas que ele está em todo o lado isso é verdade. Nos jornais existe cada vez mais publicidade de acompanhantes, pessoas que prestam serviços sexuais. E cada vez menos emprego! Mas isso é outra questão. Parece tudo fácil. É só pagar e temos acesso a sexo, à realização de fantasias. Basta um telefonema. Mas e depois?! Não será um vazio. No fundo é a satisfação do corpo, do prazer. Mas e o amor?! Amor onde há confiança, sinceridade, respeito, onde não existe egoísmo, inveja.

O sexo está cada vez mais visível, seja na televisão ou na internet. É certo que antes o sexo era visto como tabu, e hoje não, mas não será demais agora?! Não será que estamos banalizando algo?! Fala-se de sexo como algo vulgar, o que de certo até incentiva jovens a iniciar sua sexualidade sem estarem realmente preparados, maduros.

Através do que se mostra para fora, publicidade, na tv, internet ou que seja, relativamente a sexo, não prejudica só os jovens, mas também os adultos com falsos mitos. Alguns vídeos são feitos para cativar público, apelativos, e não o que deve ser. Muitas vezes nem usam preservativo, o que incentiva o não uso deste, quando é mesmo necessário. E também formas de prazer que são erradas, muitas vezes é tudo fingido, e mais virado para o prazer masculino que o feminino. Pois algumas vezes, senão muitas é fingido o prazer.

Depois as pessoas podem querer comparar, e pode inclusive haver frustração por não terem o corpo assim, ou por não conseguirem tal performance. Contudo proibir é pior, pois como todos sabem algumas vezes o fruto proibido é o mais apetecido. O mal disto é que não existe muita informação, mas sim mitos, distorções até do que é o sexo.

Uma vez no twitter falei com um que dizia que tinha que fazer sexo todos os dias, ou seja para tal traia a mulher. O que achei muito mal mesmo. Contudo ele dizia que amava a mulher. Para mim treta mesmo, pois não sabe o que é o amor. Tinha que ser sincero com ela, e contar toda a verdade. Mas onde quero chegar agora é que ele tinha aquela necessidade cega de sexo, um vício, como que algo banal. Às tantas uma doença, mas para alguns algo normal. E aqui está a questão; o que é normal?! E quando o normal deixa de ser normal e passa a ser vicio?! Ou quando passa a ser algo banal e sem valor algum?!

“A contradição é evidente. De um lado, o sexo banalizado, a mulher objecto, o prazer imediato, o sensacionalismo e a superexposição do corpo. De outro, o sexo natural, bonito, que pode ser associado à prevenção, ao amor e ao carinho.”
....
"Ou a imprensa erotiza e pressiona o adolescente para que baseie a sua vida sexual nos modelos da publicidade que excita, ou defende um discurso professoral de que os jovens devem adoptar um estilo de vida saudável, cuidadoso e responsável", defende Patu. Para Vieira, é preciso encontrar um meio termo. "A mídia não deve ser excessivamente erótica, nem excessivamente neurótica. Deve falar de sexo com a mesma naturalidade que fala da boca ou da orelha, apenas atenta para não banalizar. O problema do tom professoral é que ele sacraliza o sexo. Pode-se gerar uma frustração enorme em um adolescente, que fica cheio de expectativas antes da primeira transa e, depois, descobre que o sexo é uma coisa natural, quase como um espirro", afirma.
(Por Gabriela Goulart, Nanan Catalão e Rilton Pimentel, de Brasília)


terça-feira, 8 de junho de 2010

"Filosofia Sexual"

O acto sexual não é apenas um acto físico, mas algo muito espiritual, é de certa forma a personificação do amor. É quando duas energias se unificam. É assim a ligação entre a terra e o universo. De maneira que o acto sexual não limita apenas ao desejo, mas ao amor incondicional, à devoção e respeito ao outro. Segundo a visão tântrica, “cada ser humano representa o universo em miniatura, tendo em conta que o todo está incluído na parte e que a parte reflecte o todo.” (Arcand, 2001:180). Assim o homem e a mulher são vistos como seres divinos, e no acto amoroso todas as imperfeições desaparecem. “Cada um é então realmente amado por aquilo que é, a necessidade egoísta do outro desagrega-se. Os parceiros tornam-se verdadeiramente livres e esta liberdade permite-lhes gozar um do outro mais intensa e espontaneamente, no amor, no respeito e no dom de si próprio.” (Arcand, 2001:184).
No que diz respeito às energias, o Tao visa unir a energia feminina e masculina. O Tao é constituído por dois princípios, ying e yang. A energia ying é representada pela mulher, com as suas secreções sexuais e fluidos. A energia yang representa o masculino. Ao passo que a mulher é um depósito inesgotável de energia ying, no homem essa energia diminui, contudo é compensada pela energia feminina.“O homem deve excitar a mulher até conseguir que a humidade da zona erógena dos dois chegue à sua abundância máxima. Ao conseguirem ambos esta sensação de ying, chega o momento do yang intervir com a penetração do homem na mulher, até chegar ao prazer máximo do casal. Concluído o acto sexual em estado de êxtase, o casal deve esperar alguns minutos e permitir que o corpo relaxe por completo. Quando se chega a esse ponto de descanso, os amantes devem visualizar, dando-se as mãos um ao outro e beijando-se ao mesmo tempo, a imagem da terra e do céu integrados entre eles.” (Iam, 2004:23)“O sexo não é considerado uma sensação, mas sim um sentimento; a atracção não é um apetite, mas sim um “contacto de olhares”; o amor não é uma reacção, mas sim uma criação cuidadosamente fomentada, um prolongado êxtase mental e corporal cujos fogos se mantêm vivos por meio do estímulo prolongado dos órgãos sexuais, e não pelo simples alívio recíproco.” (Iam, 2004:29)

Bibliografia:
- Iam, Mabel (2004), O Amante Perfeito, Publicações Europa-América, 1ª edição, Mem Martins
- Arcand, Manon (2001), O Poder da Meditação, Publicações Europa-América, 1ª edição, Mem Martins


Narcisismo & Ego

Vou falar sobre algo chamado narcisismo. Não sei se todos sabem o que é, eu pelo menos antes não sabia bem. Basicamente significa apaixonar-se pelo seu reflexo, pelo seu ego; e não por si próprio, pela outra pessoa.

Por exemplo uma mulher elogia muito o homem, este fica com o ego cheio. Este também ao elogiar a mulher por exemplo, pode dizer algo como, és mais linda que a Cleópatra. Mas o certo, como Osho diz, o amor não compara. Para quê comparar?! Penso que o importante é saber que aquela pessoa gosta de nós, pelo que somos, e não por comparar com outras. As pessoas são diferentes, e por tal comparar não é o mais acertado.

O ego vive da comparação. E não confundamos com o amor próprio, pois este não compara. O ego e o amor não podem coexistir. Para amarmos verdadeiramente temos de abandonar o ego, embora algumas pessoas tenham medo disso, pois depois é como se nada fossem. O ego é um falso eu. O ego, acaba por ser “o reflexo, aquilo que os outros pensam. Se ninguém pensa que ela tem alguma utilidade, se ninguém a aprecia, se ninguém lhe sorri, então, também, um ego nasce - um ego doente, triste, rejeitado, como uma ferida, sentindo-se inferior, sem valor. Isso também é ego. Isso também é um reflexo.” (Osho)

O ego acaba também por ser um produto da sociedade, do meio que nos rodeia. A sociedade de certa forma exige que nos comportemos de determinada forma, e se não o fazemos, podemos ficar ou ser descriminados, e aí o nosso ego fica abalado. Moralidade e o ego são meios ou formas pelas quais a sociedade pode controlar-nos.

“O verdadeiro só pode ser conhecido por meio do falso, portanto, o ego é uma necessidade. Temos que passar por ele. Ele é uma disciplina. O verdadeiro só pode ser conhecido por meio da ilusão. Você não pode conhecer a verdade directamente. Primeiro você tem que conhecer aquilo que não é verdadeiro. Primeiro você tem que encontrar o falso. Por meio desse encontro, você se torna capaz de conhecer a verdade. Se você conhece o falso como falso, a verdade nascerá em você.” (Osho)

O ego faz com que dependemos dos outros. “Há toda uma cultura narcísica em que o outro é importante enquanto me fizer bem e eu não tenho de fazer nada pelo outro.” (Frei Bento Dominguez) Cada vez mais vivemos numa era em que tudo pode ser descartável, e isso também é bastante mau, em que a aparência importa mais do que somos de verdade.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Nada melhor que a amizade

No meio dos passeios, aproveitei a praia, tanto que tenho alguma corzinha, embora também me tenha queimado um pouco, apesar de ter usado protector. Mas tudo ok! Na praia até foi fazer como as minhas amigas, massagem. Ou melhor! Fizeram em nós. E devo dizer que foi muito bom mesmo, era uma chinesa, e lá se conseguiu preços um pouco mais baixos, como éramos um conjunto. Acreditem que ela ficou contente, pois ainda ganhou algum connosco. Até disse que tinha ganho muito mais que o marido que também fazia o mesmo.

Vocês certamente sabem da Linda, uma amiga minha que prezo muito, assim como outras, assim como a Princesa, amiga de mais anos, que apesar da distância sei que está ali para me ouvir nos meus problemas. Às vezes até parece mal só telefono ou falo para chatear. Ao passo que parece que não fazem isso muito comigo, embora todos passemos por dificuldades algum momento na nossa vida. A Linda é alguém que quando me conheceu abriu logo seu coração, e isso eu prezo muito mesmo. Não sei de quem gosto mais, nem interessa mesmo. Sei que tenho amigas, e amigos também valiosos, em quem posso confiar, que gostam de mim, o que é raro mesmo, mas existe. Não se pode é deixar de acreditar, deixar de acreditar na amizade, no amor. Porque tudo isso existe sim.

Há coisas que às vezes parece que me deixam mal, não sei. Até comentei com o namorado da Linda, que agora não arranjo nome para ele lol. Ele tem uma mente aberta mesmo, mas também acha isso um pouco mau. Tipo não que seja contra, como eu, mas imaginem num jantar, ou numa saída á noite, os casalinhos, para quem não tem ninguém fica um pouco mal. Por isso no grupo deles, os rapazes ficam num lado e as raparigas noutro. As conversas são diferentes, e não há mau clima, a meu ver. Há coisas que exageram, coisas que para mim são feitas quando só se fazem quando o casalinho está junto, ou seja só eles. Para quê haver tanta exibição?! Acho que o importante é gostarem um do outro, e não há necessidade de se mostrar isso. Mas isto sou eu a pensar né. Pois cada um é livre de fazer o que quiser, desde que não prejudique outrem.

O mal de algumas pessoas é que precisam de outras para encher o ego também. Mas o caso que falei anteriormente não significa isso. Mas que existe isso também existe. Por isso talvez seja difícil para certas pessoas estarem sozinhas, porque isso implicaria entrarem em contacto com o seu eu, ou então não é isso, é porque é mesmo complicado estar sozinho. Mas também acho quando estamos com alguém, não precisamos ser inseparáveis, temos de continuar a ter a nossa vida, embora mude, há sempre coisas que mudam. E mudar também é bom. Uma vez ouvi que as pessoas não têm medo da mudança, mas sim de mudar.

Numa série da tv, nem sei o nome, ouvi algo que retive, que foi “às vezes as melhores decisões são aquelas que não fazem sentido algum”. Concordo plenamente com isso. Também porque o coração não é racional, os sentimentos são parte importante e nem sempre tem explicação, contudo e apesar de poderem não fazer sentido, podem ser a escolha mais acertada, a que nos fará ou não felizes. Às vezes atiramo-nos de cabeça até pode ser o mais acertado, seguir o coração. Nem sempre é claro, mas acreditar no amor é das coisas mais lindas que há, ou melhor transpirar amor, e partilhar.


Voltei das férias lol

Como disse aqui foi viajar, ou melhor passear, dentro e fora do país. Estive 9 dias fora de casa, e foi bom, muito bom, nem que seja pelas companhias que foi tendo. Conheci pessoas novas, e isso é sempre uma mais valia. E sabe bem quando também ficamos a saber que simpatizaram connosco. Pois! porque é normal que nem todos gostem de mim, né!. Assim como eu não engraço com todos. O mal é mesmo aquelas pessoas que se fazem nossas amigas, como a outra que me enganou. Se eu dissesse aqui quanto emprestei a ela, tinham um ataque de coração. E acham que ela tem consideração, não! Mas é uma lição, dinheiro não se pode emprestar, nunca sabemos até que ponto podemos confiar. E o incrível é que parecia haver ali empatia entre mim e ela, mas tudo esquemas mesmo. Alguém que se soube aproveitar dos meus pontos fracos, da minha ingenuidade por assim dizer. São as chamadas amizades interesseiras. O melhor mesmo é não falar disso.

Falando em dinheiro agora na conta à ordem tenho uma miséria de dinheiro. Se um ladrão mo pedisse, eu dava logo o pin, por tão pouco dinheiro nem valia a pena discutir. Ando a ficar mesmo pobre lol, mas tenho algumas poupanças onde posso mexer. Sim! Tenho umas que não toco nelas, só se fosse mesmo para comprar uma casa, porque de resto não mexo mesmo, e não ser que fosse uma emergência. Mas já foi a outra entrevista nesta semana que passou, e acho que correu bem. Agora vamos lá ver. Tenho que continuar a enviar currículos, porque a coisa está mesmo mal. Mais de 10% da população portuguesa está desempregada. E temos que ver que algumas pessoas, como eu agora, não estão inscritas no centro de emprego. Também lá é só trabalhos onde se ganha muito pouco, e eu ainda tenho algum orgulho, e não estou para ser explorada. Acredito que algo de bom venha para mim.

Costumam dizer que sorte no amor, azar no dinheiro. Quiça não é por isso que agora me dá sorte para eu estar assim bem. Bem sei que não né! Mas acreditem ou não, o dinheiro não é tudo, e há sempre coisas que podemos fazer. Porque depois quando começar a trabalhar vai ter de parar, e vou ter de me empenhar bem para mostrar algum do meu valor. Posso não ser muito inteligente, que não sou, mas quando motivada sou trabalhadora. Pois apesar de tudo me considero uma pessoa honesta, e isso é importante. Hoje em dia vai se perdendo muito a humildade, e vê-se muito as pessoas que têm inveja, as pessoas que querem passar por cima dos outros. Até parece que há quem se sinta melhor com a infelicidade dos outros. Mas é isso! Tenho que acreditar em mim mesma, e lá porque saí de dois trabalhos, me despedi ,não é por aí que não hei-de de ter valor, embora haja quem pense o contrário. Quem não gosta azar! Ou as pessoas aceitam e têm um pensamento positivo ou então é colocar para as costas, porque nem vale a pena pensar em certas coisas.

Por muito tempo matutei coisas na minha cabeça, como amores platónicos perdidos, como empregos que acabaram por ser uma frustração, como problemas aqui em casa. Tive momentos em que me deitavam mais para baixo, em que eu me colocava mais para baixo, como se não tivesse valor. Mas digo que não pode ser assim. Cada pessoa tem o seu valor. Mas claro! Que acima de tudo existem coisas que preço muito como a honestidade, sinceridade. Essas coisas de interesses, de aparências, de dinheiro é algo que não tem valor algum. Há pessoas que se calhar não são capazes de ser amigas de um varredor de ruas, só de pessoas do mesmo escalão, com o carro xpto. Por isso como disse, acima de tudo também humildade. Não digo que nos deixamos pisar, mas sim ser humildes, porque o nosso valor também depende dos outros.

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