quinta-feira, 20 de maio de 2010

Porque somos tão hipocritas?!

Hipocrisia. Acredito que algumas pessoas sejam hipócritas sem terem consciência de tal. Ser hipócrita é fingir algo que não se é. É por exemplo alguém punir outra pessoa, quando na verdade também se faz o mesmo. É defender algo, como crença, virtude, ideia ou pensamento que na verdade não se possui. É triste quando as pessoas são assim, mas enfim, fazer o quê mesmo! O mal é que algumas pessoas não têm consciência disso, dos seus actos, e por tal não sabem avaliar bem isso.

Existem pessoas que defendem determinados valores, mas depois noutras situações já é diferente. Às vezes costuma-se dizer que quem critica muito, quem é muito esquisitinho costuma ser o pior mesmo. Li um exemplo de um juízo que condenou uma mulher por adultério, quando este mesmo rasgava no mesmo momento um bilhetinho para a mulher de um colega, com a qual tinha estado. Ora é a tal coisa!, para uns umas regras, e para outros outras.

O certo é que somos regidos, enquanto sociedade por muitas regras e leis, às quais nem sempre é possível seguir à risca. A verdade é que deve ser rara a pessoa que se assume como hipócrita, mas contudo elas existem por aí, caso contrário também não haveria tanta falsidade né. Mas vejamos algo mais simples, alguém diz, como eu podia dizer que, nunca desejei mal a ninguém, ou nunca falei mal nas costas de alguém, quando no fundo é mentira. Isto porque é algo mal aceite socialmente, talvez. Mas o certo é que às vezes desejamos o pior para os outros, em virtude também do que nos fazem, ou sejamos por vezes até nos podemos tornar nos outros.

Aqueles sorrisos amarelos também fazem parte da hipocrisia, que muitas vezes somo quase que obrigados a fazer. Isto porque se vamos ser sempre sinceros também estamos tramados. Eu acho que devemos ser sinceros para quem é connosco, e para quem não é azar!.

“Existem infinitamente mais homens que aceitam a civilização como hipócritas do que homens verdadeiramente e realmente civilizados, e é lícito até perguntarmo-nos se um certo grau de hipocrisia não será necessário à manutenção e à conservação da civilização, dado o reduzido número de homens nos quais a tendência para a vida civilizada se tornou uma propriedade orgânica.” (Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud' )

Ablação

Ablação. Palavra estranha, não é! Para mim era. O que quero falar é sobre mutilação genital feminina, mais especificamente sobre ablação do clítoris. Isto é daquelas coisas que me confundem profundamente, ou melhor me perturbam. Existe este post que encontrei que fala sobre isso, sobre um testemunho de alguém que assistiu a tal atrocidade.
No dia 12 de Fevereiro de 2004 foi comemorado o dia pela abolição das mutilação genitais femininas, mas mesmo assim ainda se continua a praticar, inclusivé há quem já tenha morrido devido a tal pratica.

“Apesar de ser oficialmente proibida há uma década, a maioria dos egípcios defende a ablação do clítoris para frear o desejo sexual feminino e garantir a honra e a fidelidade da mulher a seu esposo.”

Talvez para dominar a mulher, fazendo que esta não tenha prazer sexual, que se pratica isso. Sinceramente não sei bem ao certo porque se faz isso. O que sei é que são mulheres que fazem em crianças, inclusive em bebés. E pergunto, será que estas acharam bem, quando fizeram nelas?!

“A ablação é praticada em 28 países africanos, tanto de tradição cristã como muçulmana ou animista, e é um fenómeno não comum em países muçulmanos tão fechados como Afeganistão ou Arábia Saudita.”
“Segundo especialistas do CNIM, a ablação não é uma prática faraónica ou religiosa, como alguns acham, mas um costume africano muito antigo que data de antes do Judaísmo. É provável que tenha sido introduzida no Egipto com a invasão dos etíopes na época da XXV dinastia faraónica, que governou o Egipto entre 736 e 657 a.C.
Egipto, Sudão, Somália, Djibuti e Iêmen (embora neste último só entre 10% e 29%) são os únicos países árabes onde se amputa o clítoris.”

“A mutilação genital é a tortura mais atroz que se pode infligir a um ser humano, meninas inocentes que são cortadas com uma gillete e sem nenhuma anestesia Corta-se o clítoris profundamente, depois eliminam-se os pequenos lábios e corta-se a parte interior dos grandes lábios. Depois fazem-se buracos com espinhos de acácia, uma planta muito conhecida na Africa, e costura-se ficando apenas uma abertura do tamanho de um grão de arroz para sair a urina e a menstruação que dura 15 dias, sendo as cólicas insuportáveis. No dia do casamento, o noivo é um desconhecido e geralmente sempre mais velho. Para poder penetrar a noiva, corta-a novamente com uma faca ou gilette, ou penetra-a á força e rasga–a; é ele quem decide, ele é seu dono e senhor. A mulher passa a ser um objecto e ele faz o que quiser com ela. Os gritos de dor e angústia são tantos que a cidade inteira sabe o que se passa. Ali, naquela altura e naquele momento, está sendo desflorada uma adolescente. Normalmente, enquanto a menina desmaia de dor o povo faz a festa, ela vai passar 15 dias sangrando e 3 meses com dores. É isto a mutilação genital! A operação dura uma hora e vinte minutos e enquanto isso a menina desmaia e volta a si várias vezes, em muitos casos elas morrem de hemorragia ou de tétano, em outros casos elas nunca mais conseguem falar sobre o assunto, dizem que não há explicação nem comparação para a dor que se sente. E a tortura continua. A menstruação é incrivelmente dolorosa. No parto, podem acontecer complicações sérias para o bebé e para a mãe. Nessas ocasiões, elas precisam fazer a reabertura da vagina e qualquer demora acarreta uma pressão às vezes fatal no crânio e na coluna da criança. Quando a mãe não faz a abertura da vagina, a saída do bebé do útero pode provocar cortes que vão da vagina ao ânus. Para além disso, a parteira tem de as cozer novamente, de forma a deixar a vagina pequena de novo como um grão de arroz, para aumentar o prazer masculino. Todo este suplício, angustia e dor servem apenas para aumentar o prazer masculino, pois as mulheres não sentem nem desejo nem prazer nenhum, elas são autênticas escravas e são obrigadas a faze-lo, faz parte de uma cultura bárbara.”


Aqui está um a falar de um livro muito interessante que fala de quem já passou por isso.

Fonte:

http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2005/07/31/ult1766u11209.jhtm

http://ocantinhodalia.blogspot.com/2008_06_11_archive.html



quarta-feira, 19 de maio de 2010

Acima de tudo o que falta muito é o diálogo...

Acho alguma piada a algumas revistas, confesso que algumas conseguem ter coisas que me até fazem rir, e outras que fico a pensar, não devem ter mais nada para escrever, então escrevem coisas só mesmo para atrair a atenção, para vender. Falar de sexo atrai sempre a atenção, querendo ou não. E existem revistas que têm sempre algo a falar sobre isso, algumas colocam questões ou dúvidas de alguns leitores, e respondem afim de ajudar.

Ao ler por exemplo a revista, Maria (fazendo publicidade :P), há coisas que alguns escrevem, ou seja colocam como dúvidas que me fazem rir mesmo. Por vezes é algo tão simples, e que só o parceiro ou parceira pode responder. Diálogo. Sim! As pessoas se querem ter uma relação, precisam de dialogar, falar abertamente. Não percebo qual o problema disso, e como quem não conhece as pessoas também pode ajudar em muito. Por exemplo, um diz algo como, quero fazer sexo anal com a minha companheira, não sei como convencê-la. Não será mais fácil falar com ela, aos poucos fazendo com que a outra pessoa se sinta à vontade para tal, caso queira. Porque sexo anal, a meu ver, é mais complicado que sexo convencional, ou seja vaginal por assim dizer.

Existem também coisas que vê-se mesmo é para atrair a atenção, nem percebo como algumas revistas conseguem ter tanto artigo só sobre sexo mesmo, o pior é que alguns são coisas escritas sem grandes estudos mesmo, teorias de como nós mulheres ou os homens devem ser afim de atrair o sexo oposto por exemplo. O que devemos ou não ser, quando isso é algo bastante diverso e vasto. Se fosse assim seríamos todos iguais, e isso seria uma grande treta mesmo.

Acho que algumas revistas, só usam imagens estereotipadas, ou seja, por exemplo, fotos de mulheres que socialmente são as belas, as elegantes, etc, e depois quem vê, se sente por vezes diferente, por vezes até criam complexos com o próprio corpo. Algumas por causa dessa imagem até vão por caminhos como bulimia ou anorexia. Acerca de algo assim, li numa revista chamada Happy, de Setembro de 2009, o seguinte que uma mulher de 27 anos disse; “Os homens casados costumam dizer que gostam das mulheres tal como elas são. Mentira! Todos gostam de corpos tonificados e eu gosto de ter o meu tonificado”. Isto que ela disse foi no contexto de um artigo sobre mulheres solteiras que gostam de ser solteiras. Eu não concordo com o que ela disse, pois cada um é como é, e diga-se de passagem que não é só o aspecto físico que interessa ou seduz uma pessoa, e falo por mim. Acho e acredito firmemente que é assim alguns homens também.

Mas o que acho que falta muito nas pessoas, nas amizades ou relações, é mesmo a falta de diálogo, e isso é fundamental. E escrever para revistas não traz soluções, ou ao ler revistas não se vai lá encontrar a solução. Cada pessoa é diferente e para a conhecer, saber seus gostos ou que seja é preciso mesmo falar abertamente. E em relação ao corpo temos de nos aceitar a nós mesmos, se podemos melhorar tudo bem, mas viver obcecado com isso não adianta mesmo. Eu acredito que quem gosta de nós é mesmo pelo que somos, se não é azar dessa pessoa mesmo. E se uma não gosta, certamente haverá outro que gostará.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Que mania de colocar tudo no mesmo saco!!!!! :P

Eu digo eu também tenho preconceitos, não sou excepção. Mas tento não o ser, ou seja se não gosto da pessoa, não é por ser homossexual ou por ter tatuagens, mas sim pelo feitio mesmo, pela maneira de ser. Acho que o mal é as pessoas terem a mania de empacotar tudo no mesmo saco mesmo. Tanto que há mulheres que para elas os homens são todos iguais, e que para certos homens as mulheres também são todas iguais. Mas será?! Não. Cada um é como é, e o facto de sermos pretos ou brancos não muda nada, o facto de termos o cabelo vermelho ou azul não muda nada, nem outras coisas que tais. Os homens não são todos iguais, é errado dizer que eles são isto ou aquilo. Será que as mulheres que dizem isso são perfeitas, não né! Então!? O mal é que por um gajo ou mais se ter atravessado no caminho delas, e não ter sido lá grande coisa, então passam a ser todos iguais. E também aplico o mesmo aos homens também. Somos todos diferentes. Há homens românticos, assim como mulheres; há homens grosseiros, assim como mulheres. Agora dizer que nós mulheres temos de aprender com as manhas do homens é errado. Se calhar os homem nessa caso têm é que aprender com a mulher. Lá por os homens traírem dá nos o direito de trair, não! Ou seja lá por haver homens a trair, não temos de ir buscar o ruim exemplo né. Claro que também há muita mulher a trair. Temos é de tentar ser melhores, é o que penso. Senão como é?!

Meter as pessoas dentro de um saco, de uma embalagem rotulada, é errado, digo logo. Não se adivinha como o outro é só de olhar, no máximo um felling pode-se ter. Lá por determinada pessoa ir à missa não significa que seja boa pessoa. E se sair à noite, vestir-se assim ou assado também não significa que seja má pessoa. Há de tudo na vida, e criar assim preconceitos ou meter as pessoas todas num saco é errado. Muitas vezes sei que se fala no geral, por exemplo as mulheres entre elas são mais más que os homens, ou que as mulheres são coscuvilheiras. Mas não é bem assim, é mais algo que se diz, pois cada pessoa é diferente. Há homens coscuvilheiros e más línguas por aí. Dizer..ah as mulheres são todas iguais. Grande treta a meu ver. Ninguém é igual a ninguém, no máximo semelhantes, parecidos. Alguns sim têm características muito idênticas, mas depois existem sempre outros que são diferentes.

Será que eu por ter sido prostituta vou ser tratada diferente?!, será que eu por ser virgem sou tratada diferente?! Será que eu por ser advogada vou ser tratada de forma diferente?! Será que eu por ser cantora vou ser tratada de forma diferente?!. Eu sei que algumas pessoas ainda têm esse preconceito na cabeça sim, mas o que importa o passado, o que importa é o que a pessoa é né. A meu ver importa sim ser-se honesto, integro, sincero, não querer enganar o outro, entre outras coisas. A máxima que existe, não faças aos outros o que não queiras que te façam a ti, assim como faz aos outros o que queres que te façam a ti, devia ser mais vezes aplicada. As pessoas por vezes deviam ser mais humildes, menos invejosas, mais frontais, menos cínicas, enfim…montes de coisas. É claro que existem muito boas pessoas, eu não digo o contrário, sei que sim, mas sei que existe muita coisa mal. E isto já para não falar em coisa mais graves, né.



sexta-feira, 14 de maio de 2010

Falando da Mulher - Amenorreia

O que vou falar agora é algo pela qual já passei, ou melhor tive, amenorreia. E nada melhor como contar na primeira pessoa algo. Acredito que apesar de muitas pessoas saberem o que é, algumas não saberão. Amenorreia resumidamente é a falta de menstruação a partir do 3 mês. Pode ter causa psicológica como física. Por isso há que ir ao médico para saber mesmo o que se passa.

Como eu disse eu já tive, por duas vezes. A primeira cheguei a estar 10 meses sem o período, muito tempo mesmo. Não foi logo ao médico, e quando foi já sabia o que era, pois já tinha pesquisado nos livros da biblioteca na altura. Tinha entre 16/17 anos. Na segunda vez tinha 18 anos, e foram só 3 meses, foi a altura para entrar na universidade.

Por mais que negamos ás vezes o psicológico reflecte-se no físico. E por vezes não procuramos as verdadeiras razoes por tal acontecimento. Eu na altura também, verdade seja tida tinha menos peso, mas acho que também causa do psicológico. Acho que foram algumas pressões ou problemas, alguns se calhar que eu criava não sei. Mas talvez também, por ter medo de crescer, e me recusar em ser mulher. Parece estupidez, mas não será assim tanto. Não que pensasse nisso conscientemente, mas ao ler isto num livro, apercebi-me que também poderia ser isso sim. Hoje se calhar é um pouco complicado eu dizer bem o que foi, pois já passaram alguns anos.

Sempre tive desde o inicio a menstruação desregular, e já não era novidade o período me faltar por dois meses. Por isso me aparecia quando eu menos esperava, o que podia ser algo chato mesmo. Hoje já tenho regular, não muito certinho como algumas mulheres dizem ter, mas está muito melhor. Mas depois fiquei a saber que a minha avó materna também era um pouco assim, por isso se calhar também é hereditário. Isto pressuponho eu, porque não faço ideia que seja verdade.

Da primeira vez para aparecer a dita menstruação tive de tomar medicação, mas só os segundos comprimidos fizeram resultado. Contudo também tive efeitos secundários como crescimentos de pêlos, e aumento de peso. Embora o peso fosse mais inchaço. Eram pílulas, mas não contraceptivas, deviam ser só mesmo para este efeito.

Lembro-me de ninguém notar algo em mim, nenhuma diferença, a não ser o peso que era menos, mas mesmo assim só me lembro de uma colega comentar isso. Por isso mais tarde eu consegui notar algo numa colega, mesmo não tendo vivência com ela, não sei se a ajudei, mas sempre tentei na altura. Eu digo a maioria dos casos, seja que coisa for, é psicológica mesmo. Também graças a uma sociedade que faz pressão sobre nós, mesmo que de forma implícita. Este sinal de não ter a menstruação é sinal de algo errado, cabe a nós ver isso, afim de melhorarmos.

Começaram a miar só com o cheiro

Gatos miam desalmados. Sentiram logo o cheiro do peixe que eu e a minha mãe fomos comprar. Fomos onde costumamos ir, perto do mar, onde vendem o peixe mesmo no chão. Por vezes até só têm um plástico em baixo, e juntam o peixe em palejas, ou seja conjuntos de peixe para vender. Quando chegamos lá, já estava muita gente para comprar, assim como para vender também. Nem todos os dias é assim. Ainda compramos muita quantidade de peixe, que depois congelamos, pois este sitio onde vamos não é muito perto. Ainda conseguimos ver lá peixe ainda vivo e tudo.

Já uma vez tinha dito aqui que tinha ido lá. Começa a ser uma tradição, é um sitio onde se pode comprar peixe barato e às vezes de boa qualidade. Alguns são pescadores ou familiares dos mesmos. Mas também há lá quem não tenha nada haver com isso, e apenas venda o peixe. Inclusive existem uns que mais parecem drogados no meio daquilo. No fundo o que ganham mal deve para eles viverem também.

Tenho alguns gatos em casa, para ser sincera nem sei quantos. Acho que já tinha dito isso. Alguns até são meio selvagens, vão ali para comer, e andam por ali, como eu vivo no campo. Já liguei mais a gatos, inclusive tinha um com quem dava muitas festinhas, e até trazia para casa, mas desliguei-me, também pela alergia que tenho, e também porque ao apegarmo-nos aos animais, depois custa mais quando eles morrem. Lembro-me de há anos ver um gato antes de atravessar a estrada olhar para os dois lados, foi engraçado, mas alguns atravessam sem medo.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Nunca sabemos tudo...

Como devem reparar tenho alguns temas pelos quais me interesso muito. Ao contrário de outros como a politica por exemplo. Ora vejamos agora, não dizem que vão inventar um imposto qualquer sobre os salários, e que vão aumentar o IVA. É que nem vale a pena em falar de coisas assim. Eu pelo menos não posso mudar nada disso, por isso nem vale a pena falar sobre isso, pois acho que só dá dores de cabeça mesmo.

Mas sim! Há quem pense aqui que eu por falar sobre algumas coisas até sou algo sei lá. Mas sou algo fechada mesmo, sou introvertida, e já faz parte da personalidade. Às vezes nem me conheço. Se calhar sou conservadora mesmo, não sei. Há coisas que me chocam e coisas que agora nem sei. Se calhar tenho algumas maneiras que ser, que às vezes até chocam. Há quem diga que nem mulher nem criança sou, ou que sou ambas. E eu digo!, porque não posso ser ambas?! Qual o mal é ser criança também!?

Por ter alguns interesses ao longo do tempo tenho percorrido alguns livros, sobre vários temas. Desde natureza, culinária, filosofia, psicologia, pintura, saúde a sexo. Sou um pouco curiosa também. Mas acho também que a informação é necessária. Nunca podemos dizer que sabemos tudo, mesmo sobre uma determinada área. Por vezes saber muita coisa até é mau, pois nos apercebemos de coisas que não interessam e, que até nos fazem deixar de ter esperança num mundo bom. Mas aceitar a realidade também é importante, se queremos fazer algo nesta vida.

Digo que a inocência por vezes é um defeito. É algo até triste, mas a questão é que algumas pessoas se aproveitam disso, para seu próprio proveito. E isso se vê me muitas áreas, em todo o lado mesmo. Há quem se dê ao trabalho de nos estudar, ou seja estudar como somos, as nossas reacções, afim de mais tarde nos prejudicar ou então tirar algum partido disso, das nossas fraquezas ou fragilidades. Ser muito boa pessoa acaba por ser algo mau, mas eu digo que é bom. Poder ter alguém que nos ajude sem algum interesse por detrás, senão o nosso bem estar, pensando que não, não se vê muito. Porque também surge aquela questão - em quem podemos afinal confiar?

Importância. Às vezes acho que ou as pessoas são hipócritas ou então nem sabem o que são ou o que ser. Nem sempre as pessoas sabem dar importância a quem devem de verdade. Vejo o exemplo agora do Papa, ora é muita gente ali para o ver, uma adoração, e será que essas pessoas para os seus familiares também são assim?! Digo isto porque estou o ver agora na tv. Mas falando de outra coisa, noto que quando alguém aparece na tv parece que é importante, e algumas pessoas têm adoração por isso, por cantores, como se fosse mais especiais que os outros. Não seremos todos iguais (embora todos diferentes), eles também têm os seus defeitos. Mas outra vez mudando de assunto, também acho absurdo quando existem revistas que apontam os defeitos de actrizes por exemplo. Ora! Claro que têm, acho que é algo parvo fazerem isso né!

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