O clítoris. O tamanho deste órgão varia de mulher para mulher. Não existe nenhuma vagina igual, nenhum pénis igual. Cada um com o seu feitio, o seu tamanho. Um dia também hei-de de falar no caso da vagina, que existem casos de os lábios pequenos serem maiores que os grandes, e isso pode causar algum desconforto na pessoa. Mas é assim, cada um é como é. E devemo-nos aceitar como tal.
Neste livro, existe um episódio que a escritora Natalie Angier retrata, que é com uma bebé. Aqui vai uma passagem que achei graça;
“ficou surpreendida quando, ao mudar as fraldas à Susan, reparou que o clítoris da rapariga se projectava entre as saliências arredondadas dos lábios vulgares.” “quando a mãe o limpou com um pano, este enrijeceu ligeiramente, deixando-a desconcertada e ao mesmo tempo achando piada àquilo.” (Angier, 2001:71)
O clítoris faz inveja ao pénis, uma vez tem muito mais terminações nervosas, mais ou menos 8000 fibras nervosas. É o dobro do pénis. Regra geral está escondido na vulva. Digo normalmente porque depende do formato da vagina. Porque comparar o clítoris com o pénis? Porque em termos embrionários tem origem no mesmo sítio, mas claro que são coisas diferentes. O clítoris não é sensível ao estrogénio, por isso inalterável na velhice. Em certos casos o clítoris pode ser tão sensível que ao tocar pode provocar dor, dai haver quem prefira a estimulação periférica da haste.
Quando dizia que o clítoris faz inveja ao homem, é também porque graças a ele a mulher pode ter orgasmos múltiplos. Mas isso, o facto de a mulher conseguir isso, pode inclusive causar medo no homem. Dai haver quem não queira isso, porque depois não seria capaz de a satisfazer.
“o homem ensinou á mulher que só as prostitutas gozam o sexo. Elas gemem e gritam, e quase enlouquecem; uma senhora respeitável não deve fazer essas coisas. Então, a mulher fica tensa e sente-se profundamente humilhada – sente que foi usada. E muitas mulheres disseram-me que depois de fazerem amor, quando o marido começa a ressonar, choram.” (Osho, 2004:46)
A mulher demora muito mais tempo a aquecer, é mais complexa do que o homem. Mas ao passo que o homem perde energia ao fazer amor, a mulher pelo contrário sente-se revitalizada.
De facto infelizmente existem homens que usam as mulheres como se fosse um objecto para se masturbarem, o que é muito triste. Porque o que ganham os homens em ter alguém que faça sexo com eles, sem sentir nada, como nas casas de alterne, por exemplo. O objectivo é chegar lá, ejacular e já está.
Bibliografia:
- Angier, Natalie (2001) , Mulher – Uma geografia íntima, Grafica, 1ª edição, Lisboa
- Osho (2004), O livro da mulher, Pergaminho, 1ª edição, Cascais
Neste livro, existe um episódio que a escritora Natalie Angier retrata, que é com uma bebé. Aqui vai uma passagem que achei graça;
“ficou surpreendida quando, ao mudar as fraldas à Susan, reparou que o clítoris da rapariga se projectava entre as saliências arredondadas dos lábios vulgares.” “quando a mãe o limpou com um pano, este enrijeceu ligeiramente, deixando-a desconcertada e ao mesmo tempo achando piada àquilo.” (Angier, 2001:71)
O clítoris faz inveja ao pénis, uma vez tem muito mais terminações nervosas, mais ou menos 8000 fibras nervosas. É o dobro do pénis. Regra geral está escondido na vulva. Digo normalmente porque depende do formato da vagina. Porque comparar o clítoris com o pénis? Porque em termos embrionários tem origem no mesmo sítio, mas claro que são coisas diferentes. O clítoris não é sensível ao estrogénio, por isso inalterável na velhice. Em certos casos o clítoris pode ser tão sensível que ao tocar pode provocar dor, dai haver quem prefira a estimulação periférica da haste.
Quando dizia que o clítoris faz inveja ao homem, é também porque graças a ele a mulher pode ter orgasmos múltiplos. Mas isso, o facto de a mulher conseguir isso, pode inclusive causar medo no homem. Dai haver quem não queira isso, porque depois não seria capaz de a satisfazer.
“o homem ensinou á mulher que só as prostitutas gozam o sexo. Elas gemem e gritam, e quase enlouquecem; uma senhora respeitável não deve fazer essas coisas. Então, a mulher fica tensa e sente-se profundamente humilhada – sente que foi usada. E muitas mulheres disseram-me que depois de fazerem amor, quando o marido começa a ressonar, choram.” (Osho, 2004:46)
A mulher demora muito mais tempo a aquecer, é mais complexa do que o homem. Mas ao passo que o homem perde energia ao fazer amor, a mulher pelo contrário sente-se revitalizada.
De facto infelizmente existem homens que usam as mulheres como se fosse um objecto para se masturbarem, o que é muito triste. Porque o que ganham os homens em ter alguém que faça sexo com eles, sem sentir nada, como nas casas de alterne, por exemplo. O objectivo é chegar lá, ejacular e já está.
Bibliografia:
- Angier, Natalie (2001) , Mulher – Uma geografia íntima, Grafica, 1ª edição, Lisboa
- Osho (2004), O livro da mulher, Pergaminho, 1ª edição, Cascais












