Hoje estive o dia quase todo a ajudar uma amiga, a Íris, em arrumações. Ela mudou-se de casa, e por tal foi ajudar um pouco. Uma dia diferente, a já aprendi algo também de culinária, nada como aprender. A ajudando também se aprende muito, e também sei lá o dia que também não vou precisar de ajuda. Falando nisso, esqueci-me outra vez de lhe devolver a blusa que ela me emprestou um dia. :P Fogo! Sou mesmo esquecida, e distraída também. Já não é defeito, é mesmo feitio.
Anteontem foi ver com a Alexandra, e a filha dela, o filme Alice nos país da maravilhas ao cinema. Gostei muito. É sempre bom ter companhia, e pessoas de confiança cada vez vai sempre mais difícil. Isto também devido aos valores. Hoje em dia o dinheiro, por exemplo, é algo importante, e isso faz com que outras coisas passem para atrás.
Estar com outras pessoas, ouvir falar, faz com que nós sejamos diferentes. Principalmente quando essas pessoas são melhores que nós. Não digo que tenha inveja, mas sim admiração. Penso que sejamos mesmo como o barro ainda por moldar, já temos algumas formas, mas não completas, somos por isso influenciáveis pelo exterior. Assim é bom escolher as nossas companhias. Lembro-me do meu pai dizer, “diz-me com quem andas e eu direi-te quem és”, penso que esta frase tenha a sua lógica, embora não seja uma completa verdade.
Ontem estive boa parte do dia com a minha avó materna, foi com ela resolver uns problemas, que há partidas eram bem maiores, até ia perdendo a cabeça. Mas enfim…tudo se há-de resolver. Quando ia no carro com ela, entre vários assuntos, falamos sobre o absurdo de oferecer flores a alguém que já não está vivo. Ou seja é tudo tradição à qual as pessoas nem se opõem. E se alguém diz algo então é porque não bate bem da cabeça, é porque é forreta. Mas que sentido faz isto então?! É para tapar a vista dos outros, é para os outros verem, como o luto.
Anteontem foi ver com a Alexandra, e a filha dela, o filme Alice nos país da maravilhas ao cinema. Gostei muito. É sempre bom ter companhia, e pessoas de confiança cada vez vai sempre mais difícil. Isto também devido aos valores. Hoje em dia o dinheiro, por exemplo, é algo importante, e isso faz com que outras coisas passem para atrás.
Estar com outras pessoas, ouvir falar, faz com que nós sejamos diferentes. Principalmente quando essas pessoas são melhores que nós. Não digo que tenha inveja, mas sim admiração. Penso que sejamos mesmo como o barro ainda por moldar, já temos algumas formas, mas não completas, somos por isso influenciáveis pelo exterior. Assim é bom escolher as nossas companhias. Lembro-me do meu pai dizer, “diz-me com quem andas e eu direi-te quem és”, penso que esta frase tenha a sua lógica, embora não seja uma completa verdade.
Ontem estive boa parte do dia com a minha avó materna, foi com ela resolver uns problemas, que há partidas eram bem maiores, até ia perdendo a cabeça. Mas enfim…tudo se há-de resolver. Quando ia no carro com ela, entre vários assuntos, falamos sobre o absurdo de oferecer flores a alguém que já não está vivo. Ou seja é tudo tradição à qual as pessoas nem se opõem. E se alguém diz algo então é porque não bate bem da cabeça, é porque é forreta. Mas que sentido faz isto então?! É para tapar a vista dos outros, é para os outros verem, como o luto.












