Quantas não foram as vezes que me fizeram sentir mal, mergulhar num sentimento de culpa! Tem pessoas que não partilham, não partilham sua opinião. Não digo partilhar a vida intima, porque isso partilha-se com alguém intimo como é obvio. Eu claro partilhei aqui na Internet, e também num fórum algo intimo, que mais tarde serviu para se colocarem contra mim, para me acusarem que só gente fraca faz isso, ou seja, faz o que eu fiz. Farta! Farta de me sentir culpada por tudo. Dei a meu ver um contributo, porque para mim antes isso também era um tabu, afinal só meti os pés pela poça, e só sou criticada pela negativa, como se não tivesse valor. Mas será que as pessoas também gostam de ser tratadas assim, será que essas que criticam pensam que não fazem nada de mal?! Se calhar têm os seus problemas, os seus tabus, e nem querem vasculhar sobre isso, e depois dizem que os outros é quem têm problemas. Daí eu me sentir por vezes tão mal, tão diferente, por enfim não estar como os outros normal, normal como a dita as regras da sociedade.
O que é ser normal?! Ter um bom emprego, digno, ter um namorado. E quem não consegue?! Será que tem menos valor?! Juro que tem dias que me sinto intrigada com as pessoas, até já me senti sendo posta de parte por não fazer parte do normal. Eu queria ver certas pessoas sozinhas, como se sentiriam. Eu queria ver essas pessoas a errarem, pois até parece que são perfeitas, ao fazer os outros se sentirem como lixo. Mesmo pedindo desculpa, não serve, nunca serve para certas pessoas em que querem estar no topo, e não se misturar com escumalha. Será que ser sincera é pecado?! Parece que só eu estou errada, e que às tantas a culpa também é minha de certas pessoas andarem desencaminhas. Falando, falando, se nada serve, mas pode ser como a água que tanto bate até que fura.
Há coisas em que também sou conservadora, não acho bem certas coisas, depende do contexto, e de como encaramos as coisas. Por exemplo traição, sou mesmo contra. Tem coisas e coisas, mas contudo falo sobre traição, porque também gosto de discutir os assuntos a tentar perceber o porquê. Também não acho bem o sexo ser tão banalizado, as pessoas serem tratadas como objectos descartáveis, para alguém ter o que quer. Uns querem prazer, satisfação de fantasias, outros o dinheiro. Uns enganam, até dando ilusões afim de terem sexo; porque não podemos ser logo todos honestos, eh! E depois descarta-se a pessoa, como se nada tivesse sido. Daí haver tanta gente que não acredita no amor, como né?! Se se ouve que alguém nos ama, e depois de repente termina, como se nada fosse, sem sofrimento, sem nada. O mundo é complicado, e acho que estes temas, deveriam ser abordados na escola também. Falar sobre valores, mas não como regras, mas sim como opções de vida.
Aqui está uma lei sobre a âmbito da aplicação da disciplina de sexualidade nas escolas. Penso que isto seja bom, e que pelo contrário faça com que certos jovens retardem a sua primeira vez. Digo isto porque há jovens tão novos, que até dá impressão. Já no meu tempo ouvia falar de raparigas que ficavam grávidas aos 12 anos, idade essa que eu nem pensava nestas coisas. Não por desconhecimento da causa, mas porque não me interessava. Falando em curiosidade, em pequeninos todos temos a curiosidade de como nascem os bebés; penso que seja algo típico de todos nós. Quando era pequena, lembro-me de encontrar uma revista sobre mães e bebés, onde estava uma cesariana. Já nem sei bem qual foi a explicação da minha mãe à minha questão, mas a resposta deve ser sido vaga, e como são pequenos não sabemos muita coisa (o que é normal). Mas para mim, depois de ver aquelas fotos, era assim que nasciam os bebés, pois tinha visto, mas achei muito chocante, tipo….só sangue. :P Quer dizer se visse hoje, acho que achava mais chocante. Não é que seja chocante, mas algo que não passa despercebido (daí eu ainda me lembrar). Depois fiquei a saber como era mesmo. Depois também há sempre aquela duvida, donde vêm os bebés, como vão parar á barriga. Daí vem a conversa, a mãe e o pai gostam muito um do outro, blá blá blá Eu quando chegar á minha altura de dizer, vou dizer quase o mesmo. O que não vou dizer é que vêm das cegonhas, né! Isso é demais. :D Mas acerca disso, hoje em dia temos livros que ilustram isso de acordo com as idades, o que é bom, digo eu.