domingo, 21 de fevereiro de 2010

Com vontade de fechar os olhos

Ontem sai, foi a um jantar de aniversário. Correu bem, sempre deu para me divertir. A mesa era longa, e num lado estavam os rapazes, no outro as raparigas. Assim é melhor para conversar. E assim também não dá para ver quem tem par e não. lol Junto a nós havia uma que falava muito, o que é sempre bom, uma vez que eu não tenho muita conversa, e assim dá para rirmos todas. Acho que o ponto máximo foi depois do jantar que mais no fim, as raparigas foram jogar matraquilhos. Ora!, eu que não sei jogar, foi uma paródia. Mas mesmo assim como a Linda sabe jogar bem lá ganhamos alguns jogos.

No fim já estava mesmo com sono, mesmo com vontade de fechar os olhos. Quando cheguei a casa não me sentia bem disposta, e lá me aconteceu deitar tudo para fora. Lá se foi o jantar. :P Tenho o estômago mesmo sensível. Eu até posso nem sempre ser sensível, mas a minha barriginha é. Sim! Porque isto de ser sensível não é algo inato, mas sim que se adquire, que se aprende a ser.

Uma coisa engraçada. Ontem foi ver o facebook; estou lá, mas mal mexo naquilo. E vi uma mensagem a perguntar se eu era prima dela, e na verdade sou. =) Para dizer a verdade é mais prima da minha mãe, um pouco mais velha que ela, e vive no Canadá. A net sempre é boa para estas coisas. Já mandei mensagem para o mail, e já recebi resposta. Antes era por carta, oq eu também é bom para a minha colecção de selos. Ela tem o mesmo nome que eu. Ainda só a vi uma vez ao vivo.

E agora este mau tempo. Parece que é só azares. Na Madeira já morreram muitas pessoas, penso que 30 e tal. E agora dizem que o mau tempo vem para aqui também. São estas coisas que desesperam as pessoas, e com razão. A vida é o bem mais valioso de todos. É nestas situações que vemos a importância da humildade por exemplo.

Hoje, ou melhor agora mesmo estava a falar com um novo amigo no messenger, e ele e os seus amigos têm uma banda de música. Deixo aqui o link para o myspace onde eles têm lá uma música. Ainda são uma banda nova, e por tal ainda com muito poucos meios. Mas acredito que vão conseguir. Este amigo é amigo de uma amiga minha do clube das virgens. Embora eu já não pertença lá, ainda falo com ela. E acho que isso é o de bom, criar amizades.



sábado, 20 de fevereiro de 2010

História Inventada - O feitiço de Jada (5)





O FEITIÇO DE JADA (5)






Jorge precisava de colocar as ideias em ordem, afim de tomar a melhor decisão. Não queria trair o seu coração e, assim foi caminhar para a praia. Deparou-se com algo que o intrigou, era um dos lenços amarelos de Jada. “Até parece ser um sinal” – pensou Jorge. Mal sabia ele que Jada estava ali perto sob a forma de Alfarrobeira. Ela apesar de tudo conseguia ver, e viu Jorge a aproximar-se dela. Ali se sentou ele. Ela estava arrependida, e queria o seu perdão.
Jorge ficou meio estupefacto, de repente estava a ouvir alguém falar. Perguntou – “quem está aí?”. Jada, com esforço, respondeu: “sou eu Jada”. Ele dizia – “ onde? não te vejo!”. Ela – “estou aqui...sou a alfarrobeira ao teu lado...tive tanta inveja da tua esposa, do vosso amor, que lançei um feitiço... perdoa-me Jorge.”. Ele não sabia se a perdoava ou não, e foi-se embora.
Passado uma semana, Jorge voltou depois de ter pensado muito. E perguntou a Jada, se o amor dela por ele era verdadeiro. Ele disse-lhe que no fundo gostava dela, mas agora já não sabia se isso não tinha sido um acto de bruxaria dela. Jada disse – “juro que não, o único feitiço que fiz virou-se contra mim”. Jorge fez uma pausa e, abraçou a alfarrobeira, concedendo-lhe o perdão. Jada, como se fosse um milagre, transformou-se de novo em mulher.
Diante dos seus olhos castanhos - esverdeados, estava Jada, sem nenhuma roupa. Este, já decidido que era com ela que iria ficar, despiu a camisa para cobrir o seu corpo. Pegou nela ao colo, e levou-a para um sítio que ele conhecia, um abrigo ali perto. Houve um momento de silêncio, que rapidamente foi quebrado com um beijo. Com as suas mãos longas ele tocou-lhe na face, encostou o seu rosto no dela, e num gesto delicado beijou-lhe os lábios. A temperatura subia e, o coração de ambos batia mais forte. As suas línguas tocavam-se com prazer. Completamente impregnados pela loucura, deixaram-se levar pela emoção. Levantaram asas, e viajaram para o país das maravilhas. A lua chegou, e os dois ficaram ali deitados.
No dia seguinte, ao nascer do sol, remaram rumo ao desconhecido. Para eles nada mais importava, pegaram num barco e foram descobrir se o amor deles seria suficientemente forte para vencer todos os obstáculos, se juntos seriam um só.


Fim

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

História Inventada - O feitiço de Jada (4)





O FEITIÇO DE JADA (4)




O tempo passou e, Jada não via nenhum resultado do seu feitiço, somente a inveja que depressa a destruía. Da forma menos improvável, lentamente ela ia-se transformando. E da noite para o dia, transformou-se numa alfarrobeira, e aí ficou tão parada, estagnada sem nada poder fazer ou dizer. O vento soprava forte, para este, e Jada estava perto do mar. Pensava: “como pode ser! Porquê que eu não consigo encontrar a minha alma gémea?, o verdadeiro amor?... Eu não sou assim. A culpa não pode ser somente minha.” As ondas batiam contra as rochas com uma ferocidade, tal como ela se sentia; zangada e revoltada com a vida. Sentia as suas raízes na areia salgada. “Porque sou assim?, a incerteza parece perseguir-me. Poderá a culpa ser somente minha?...tudo poderia ser diferente se não fosse a minha ambição, a minha insatisfação...”. Já sem forças, calhem-me lágrimas na sua alma ainda fechada para o verdadeiro amor e, por momentos tinha vontade de desaparecer. Rapidamente foi perdendo a noção de quem era, a percepção do que alguma vez foi. “Se calhar aquele homem até tinha razão no que disse, que nada que eu fizesse ia mudar o meu destino.”
Gaivotas voavam atravessando o ar corrompido de uma ilusão amorosa, o sol pairava no céu azul e, seus raios de luz passavam entre a folhagem de Jada. Como poderia ela sair daquela aparência, à qual tinha sido aprisionada pelo seu próprio feitiço. Pouco a pouco começou-se a perceber do quanto tinha sido egoísta, ela não conhecia Margarida, mas sabia agora que ela também merecia ser feliz com Jorge, e que no amor nunca a inveja poderia participar. Ali estava ela, sozinha reflectindo sobre a sua vida.
Jorge, no seu quarto, também estava encoberto com as suas dúvidas e inquietações. Ele gostava de Margarida, ela era a mulher que qualquer homem poderia desejar, mas não deixava de pensar em Jada, não conseguia esquecer o seu corpo saindo da água. Era complicado para ele; numa tinha tudo o que queria, na outra havia algo de diferente, que nem ele sabia explicar. Era o desejo pelo desconhecido, pela aventura, com Jada seria tudo imprevisível, o que o fascinava muito. Mas preocupava-o como não magoar Margarida, e sua família, uma vez que o casamento já estava marcado.


Continua...

Não nos podemos deixar pisar

Por vezes temos de ser como o salmão, ir contra a corrente, ser persistentes, ter objectivos na vida. O salmão faz aquele esforço todo com um só objectivo, e faz tudo para conseguir isso. O que interessa é fazermos as coisas com o objectivo de ser feliz. Deixar o orgulho e a teimosia e avançar para o que se quer.

Tomar a iniciativa. Não pode ser sempre a mesma pessoa a tomar a iniciativa. Digo isto num sentido abrangente, tanto para relacionamentos como no trabalho por exemplo. No trabalho é bom que tenhamos iniciativa, não propriamente para impressionar os outros, mas sim para aprendermos mais. Normalmente quem toma a iniciativa, até de ajudar, acaba por ficar a saber mais, e isso é sempre benéfico.

Aproveitadores. Isso há em todo o lado. Quando somos muito bons, a ajudar e etc, existe sempre quem se aproveite, e tome partido disso, da nossa boa vontade. Há que ver que todos nós precisamos de ajuda.

Ontem estava a pensar num cão que tive, depois claro! Lembrei-me dos outros também. Já tive muitos. Infelizmente muitos morreram antes da sua idade. Este que me lembrei em primeiro lugar chamava-se Benfica. Ainda me lembro onde estava, quando o meu Primo me disse que tínhamos um cão branquinho em casa. Era mesmo fofinho. Morreu novinho, morto por ciganos. E é engraçado, mas ele até gostava da bola. =) lembrei-me dos outros tantos que tivemos, alguns morreram na estrada, outros desapareceram. Actualmente tenho 2 cães e uma cadela.

De novo o assunto de morte. Houve um dia que me apercebi o quanto frágil é a vida. Um dia estava a limpar a gaiola dos periquitos, e sem cuidado deixei espaço para um deles sair. Mal saiu, virei-me em direcção ao periquito e rapidamente, quase que nem me consegui mexer, de tão rápido que foi, o gato atacou-o. Tumba! Já o tinha na boca. Eu ainda foi atrás do gato, e lá tirei o periquito. Ora! Em vez de voar, não!, ficou no chão onde havia gatos. É o que dá a inocência!!. E é o que dar ter donas desastradas!! :P Mas a vida é mesmo muito frágil, por isso porquê que somos tão mesquinhos e fúteis?!

Mas acho piada que certa gente se queixa que o mundo é injusto, quando eles mesmos o são. Será que não têm espelho em casa. Pois! Esquecemo-nos que todos nós temos telhados de vidro. Houve uma vez um caso engraçado num escritório onde trabalhei. Eu comentei com uma colega algo, no fundo uma critica. Depois passado pouco tempo a quem eu critiquei, lança uma boca que odiava que falassem nas costas dela, e que ninguém tinha nada haver com o facto de ela levar o portátil para casa para trabalhar. Ou seja ela levava trabalho para casa, mas eu não via nexo nisso, ou melhor necessidade, quando ali havia gente mais atrapalhada de trabalho. Eu claro! Enfiei logo a carapuça, mas não disse nada, pois também não tinha certeza. Melhor! Eu achava impossível ela ter ouvido algo do que eu tinha dito. Afinal não era para mim, mas sim para outra, que mais tarde lhe respondeu à letra. Confusões de mulheres. Lol Mas quando ela disse aquilo que não gostava que falassem nas costas dela, só me deu vontade de responder. Então! Se ela era a primeira a falar nas costas. É que era demais, falava nas costas, que eu bem ouvia, e depois na frente dessa pessoa era muito amiga. Costumam dizer que se queres saber o que dizem de ti, ouve o que dizem dos outros. Hoje vejo que há pessoas para tudo, e já nem sei muito bem em quem confiar.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

História Inventada - O feitiço de Jada (3)




O FEITIÇO DE JADA (3)







A praça estava cheia de gente, olhares indiscretos começaram a fazer flecha em Jada. Uma mãe que estava lá, disse em voz baixinha para a sua filha – “não olhes para aquela rapariga, deve ser bruxa.”. A filha para a mãe – “o que são bruxas mãe?” A mãe - “são criaturas do mal, minha querida, que servem Satanás”. Jada, apercebeu-se da coscuvilhice que ali estava a ocorrer, só lhe apetecia dizer a verdade. De facto ela era uma bruxa, mas não podia contar isso, caso contrário seria queimada. Uma lufada de ar quente se instalou e, ela foi dar um passeio na vila, naquelas ruelas pintadas de branco. De repente olhou em redor, e viu dois gatos à luta por restos de peixe, achou tão cómico, que começou-se a rir sem conseguir parar. Até que alguém lhe tocou no ombro, ela virou-se, pensando que seria Jorge, mas para desilusão dela, era um simples pescador. Este disse-lhe - “ nada que faças vai fazer mudar o teu destino”. Jada pensou “o que sabe ele de mim?”. Não ligou e continuou o passeio. Passado uns minutos, para grande espanto seu, viu Jorge. Ele vestia um fato domingueiro, azul escuro, e vinha acompanhado de uma rapariga linda, ela tinha um vestido rosa clarinho, um laçinho na cabeça, assim como um guarda sol a combinar. Jorge nem olhou para Jada, e esta ficou cheia de ciúmes, crescia nela uma amargura, uma raiva. Afinal ele tinha um segredo, tinha alguém. Mas ela também tinha um segredo.
Jada seguiu em direcção ao seu acampamento, e pelo caminho mais a raiva lhe consumia, tinha inveja de Margarida, da sua beleza. Ela tinha os olhos azuis, cabelo castanho com saca rolhas, a pele clara, parecia um anjo, enquanto Jada, tinha os olhos castanhos, e na face algumas imperfeições. Margarida era filha de uma família abastada, que tinha vários terrenos, com vinha, amendoeiras, figueiras e alfarrobeiras. Ela pintava, cozinhava, era uma rapariga dedicada e bondosa. Mas para Jada nada disso lhe interessava, ela já estava consumida pelo ódio, pela sofrimento de não poder ter Jorge para si. De modo que chegou a passar pela mente dela matar Margarida. Mas, no seu íntimo não era isso que queria, ela só queria ser amada. E assim deixou passar algum tempo.
À luz das estrelas e da lua quarto crescente, numa sexta-feira, debaixo de uma alfarrobeira, Jada lançou um feitiço, invocou o espírito da lua, a grande caçadora, e implorou pelo amor de Jorge. Mas ela estava a ser dominada pelo desgosto, pela inveja maligna que ela sempre foi contra. Não obstante ela ter feito um juramento à sua mãe de como nunca usaria a sua magia para fazer o mal, ou por razões que não fossem do bem, ela fez o feitiço. A amargura desgastava-a, e chorava desconsoladamente, e ali mesmo debaixo da alfarrobeira deixou-se dormir. Nos seus sonhos, Isabel, sua mãe apareceu, parecia ser tão real o sonho. Isabel dizia – “Se teres no pensamento ódio, esse ódio recairá sobre ti. Lembra-te que o espírito, corpo e mente são um todo.”. Jada dizia – “ mas eu amo-o tanto, eu sei que sim!” Isabel: “ se o amasses assim tanto, quererias a sua felicidade, mesmo que para isso estivesses longe dele.”. Mas para Jada, Jorge tinha de ser dela, para ela a felicidade era ao seu lado.

Continua.....

História Inventada - O feitiço de Jada (2)





O FEITIÇO DE JADA (2)






O sol nasceu, e ao longe ouvia-se um galo a cantar, já todos estavam acordados. Jada a mais rebelde, foi dar um passeio pela praia. Adorava o mar, por vezes parecia que sentia o chamamento dele. Vestia uma saia azul marinho, uma camisola rosa, com lenços amarelos pendurados. Estava descalça com as sandálias nas mãos, adorava sentir a areia nos pés. “Onde estás tu pai? Estarás a navegar em busca do desconhecido, ou a abandonar alguém conhecido?” – dizia Jada no seu pensamento. Nunca conheceu o seu pai, ela foi fruto de uma aventura, entre um pescador e sua mãe. Era verão e, fazia tanto calor, que ela decidiu dar um mergulho. Adorava desafiar as regras, mas apesar disso era fiel às suas origens. Quando saiu da água, deparou-se com um rapaz, pouco mais velho que ela. Ela ficou hipnotizada a olhar para ele, apenas sorria. “Tens um olhar tão lindo, tão sedutor, que me enfeitiça...” – pensou ela. Ele também ficou parado a olhar para ela; não era todos os dias que se via uma mulher de combinação, toda molhada. Os seus longos cabelos castanhos escuros, e o seu esbelto corpo moreno atraíram a atenção dele. Passados minutos, o rapaz, virou costas e foi-se embora, mas ela nunca mais esqueceu aquele olhar, e o sorriso que ele tentou esconder. A partir daí começou a crescer um sentimento tórrido em volta desse olhar sedutor.
Dia 16 de Setembro de 1872, era dia de festa, até as cigarras pareciam celebrar, e cantar a música favorita de Jada. Esta celebrava o seu aniversário, 22 anos. Houve uma grande festa, com muita comida, e música. Jada bebeu e dançou freneticamente, como se não houvesse um amanhã. O seu corpo mexia-se ao ritmo dos tambores, numa perpétua demonstração de alegria. Continuava a pensar naquele olhar sedutor, de quando voltaria a vê-lo. Mas ela que era dotada de características fora do comum, sabia do fundo de si, que o iria ver em breve.
No dia seguinte Jada encontrou-se com o rapaz da praia, e perguntou como se chamava ele. Com as mãos nos bolsos, respondeu que o seu nome era Jorge. Ela espontânea como sempre, disse: “Escusas de estar tão nervoso, não te vou fazer mal.”. Ele sorriu, um sorriso tão maravilhoso, que Jada não se controlou e deu-lhe um beijo. O coração de Jorge começou a bater mais forte, e ele também não conseguia esconder que se sentia atraído por ela. Mas a verdade é que Jorge já era comprometido, e Jada não sabia. Mas também era verdade que Jorge não sabia que Jada tinha poderes especiais. Depois do beijo, Jorge disse que tinha que ir embora, e perguntou quando se podiam encontrar outra vez. Jada achou estranho, mas marcaram novo encontro.

Continua....

Descobri há mesmo pouco tempo esta cantora, e estou adorando ouvir as músicas dela.





Adoro esta música. É mesmo linda, tão pacífica. =) De facto eu adoro muitos estilos de música. lol



Nem sabem as vezes que já ouvi esta música. Já a conheço há muito tempo, para mim é mesmo linda.



Adoro mesmo esta música. E consigo me identificar com a letra também.
A boa nova é que o meu Primo já tem emprego. Finalmente. Mas também uma hora de entrevista era provável que ficasse. Pelo menos alguém já trabalha. eheh



Gosto desta música há muito tempo mesmo. De certa forma identifico-me um pouco, talvez por no vídeo estar uma rapariga que também se sente deslocada, e desenha :P Não sei...mas a música é boa, pelo menos para mim eheheh





Para ti :P



Há coisas que nunca se esquecem. Acho que as coisas boas devemos sempre guardar, pois são essas que dão sentido à vida.




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