quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Descobri há mesmo pouco tempo esta cantora, e estou adorando ouvir as músicas dela.





Adoro esta música. É mesmo linda, tão pacífica. =) De facto eu adoro muitos estilos de música. lol



Nem sabem as vezes que já ouvi esta música. Já a conheço há muito tempo, para mim é mesmo linda.



Adoro mesmo esta música. E consigo me identificar com a letra também.
A boa nova é que o meu Primo já tem emprego. Finalmente. Mas também uma hora de entrevista era provável que ficasse. Pelo menos alguém já trabalha. eheh



Gosto desta música há muito tempo mesmo. De certa forma identifico-me um pouco, talvez por no vídeo estar uma rapariga que também se sente deslocada, e desenha :P Não sei...mas a música é boa, pelo menos para mim eheheh





Para ti :P



Há coisas que nunca se esquecem. Acho que as coisas boas devemos sempre guardar, pois são essas que dão sentido à vida.




quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

História Inventada - O Feitiço de Jada





O FEITIÇO DE JADA







Miúdos brincavam no chão batido de terra, com carrinhos que eles próprios tinham construído. A pouca distância estavam duas raparigas, que com ar envergonhado sorriam para eles. Estes nem repararam, mas assim que os cães começaram a ladrar tomaram atenção. Curiosos correram para saber de que se tratava, quem estava a chegar. Ouvia-se o chocalho dos guizos e o galope dos cavalos, as suas ferraduras a bater na calçada, na estrada principal que ia para a vila de Lagos. Atrás das carroças vinham cães e dois cavalos e um poldro vinham presos com arreatas na carroça. Eram viajantes, pessoas sem lugar certo para viver. Atravessando a vila, foram acampar num terreno. A praia ficava a poucos metros, e não muito longe havia um moinho de vento, assim como uma nora onde podiam ir buscar água.
Acampados, montaram as tendas, deram de beber e comer aos cavalos. Depressa se fez noite, e a pequena comunidade, que eram cerca de uma dúzia, fez uma fogueira, onde se reuniram em volta para comer. Pedro que era o mais velho, começou a contar uma história para os mais novos, enquanto Jada se entretinha com uma harmónica, esta abstraída do que em seu redor se passava, começou a cantarolar e a dançar. Todos se pareciam divertir; o céu estava estrelado, gerando uma agradável sensação, como se nas estrelas estivesse guardado o segredo de todas as fantasias. E assim, depressa, a noite embrulhou todos eles com sonhos que só a lua poderá revelar.

NOTA: Esta história escrevi para um mini cursinho que fiz de escrita criativa. Ainda não recebi nenhuma resposta ou comentário sobre a história. Mas era baseado em 4 factores, sendo estes:
Personagens: Bruxa e Alfarrobeira
Espaço: Algarve - Lagos
Tempo: Num passado distante
Tema: Inveja

E vai ter continuação a história. =)

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Já terminei de ler o livro "Paula"

Finalmente! Finalmente cheguei ao fim do livro a “Paula”, de Isabel Allende. Já algum tempo que o livro me acompanha e, ainda me lembro de quando o comprei. Adorei o livro, embora tenha ficado um pouco triste pela morte de Paula. No fundo esperava que ela recuperasse, mas afinal não. E é engraçado como ela morreu com a idade que tenho agora, 28 anos. Para quem não leu, aconselho, está muito bem escrito, para além de ser verdade o que está escrito, o que se traduz numa leitura mais apetecível, por assim dizer. Neste livros existem partes mesmo íntimas da escritora reveladas, o que também revela a meu ver o quanto a escrita pode ser terapêutica. E também que a escritora é uma corajosa.

Lembro-me que a primeira coisa que me cativou no livro foi a capa. Foi a imagem de Paula, o seu sorriso sincero e genuíno. Também tem um olhar cativante. Depois li o resume do livro, e pensei que havia de ser bom livro, e comprei. Não ia com o propósito de comprar um livro, mas acabei encontrando e na escolha escolhi algo com qualidade. Podia ter errado, mas não. Lembro-me quando estava na registadora, uma senhora com idade de ser minha avó, me dizer que o livro era bom, que o lido e gostado muito. Achei piada. Faz-me lembrar quando comprei o cavalete para pintar a tela, que um senhor quando me viu na rua com o cavalete, me desejou boa sorte para a pintura ou algo assim.

Custa sempre a morte, sobretudo em idades mais novas. Uma mãe ver o filho ou filha morrer é algo que nem consigo imaginar, porque também não é algo que a nós seja natural. A morte é o fim, de uma caminhada aqui na terra. No fundo nada é nosso, mas apesar disso iludimo-nos e pensamos que sim. Quando vemos a morte por perto é que pensamos na importância da vida. Nos parvos que somos por vezes, teimosos e egoístas. Nestes momentos em que nos lembramos de quanto gostamos de certas pessoas, e nem demonstramos isso. Enfim…pensamos em muita coisa. Por vezes é preciso um choque como este para acordarmos. Outras vezes é algo que só nos deita a baixo. Temos é de ser fortes.

Agora mesmo estava pensando, uma coisa boa para aproveitar a vida é viajar, com boa companhia claro! Conhecer novos sítios, novas culturas, abrir a mente, e sair deste buraquinho. looool Mas para isso também preciso de férias, né!!!


A primeira vez que me mascarei

Oiço as rãs, devem estar adorando este tempo de chuva. Também já oiço um galo a cantar. São perto de 6 horas da manhã, e só agora chego a casa. Entro, tentado não fazer barulho, mas acho que o meu pai já deu por mim. Sem ter certezas meto-me no quarto e preparo-me para dormir, descansar após um longo dia.

Continuo a mal falar com o meu pai. Agora já nem sou filha dele, sou apenas filha da minha mãe. É assim que fala de mim à minha mãe - a tua filha. Por mais que me esforce nunca consigo agradar os outros. Até parece que sair á noite implica que algo de mal aconteça, mas não.

A noite até correu bem, foi a primeira vez que me mascarei. lool Nem quando era pequenina me tinha mascarado. Ainda me lembro, que quando tinha uns 8 anos para aí, queria era vestir-me de princesa. Poderá!, era uma menina, e era isso que quase qualquer menina queria ser. Pode ser que um dia eu ainda possa ser a princesa de alguém. =)

Éramos seis raparigas, e foi bastante divertido. Engraçado como agora não consigo estar em certos sítios sem me lembrar de alguém. Se calhar devia-o esquecer, mas como?! Continuando…foi bom sair. Por vezes nem são os sítios onde vamos que são especiais, mas sim a companhia, saber que temos ali amigos. Neste caso amigas, que me animam com a sua força de viver.

Por vezes fico sem saber o que são amigos. No fundo tenho poucos, poucos em quem posso mesmo confiar. Houve quem eu pensasse mesmo que era minha amiga, e depois afinal a distância venceu. Ainda há não muito tempo fiquei sabendo que mais duas amigas da universidade casaram. Ya! E depois ainda vinham com conversas comigo, de quando é que eu me ia casar. looool se eu não tinha ninguém, como podia pensar em casar!!! Mas enfim..brincadeiras à parte, não quiseram partilhar essa informação comigo. Será que sou eu que não sou boa amiga?! Também já me disseram que se calhar as pessoas estavam comigo por pena. Talvez essa pessoa que me disse isso também fosse assim, enfim…Mas também há não muito tempo vi uma amiga, e ex-colega de trabalho. E vi mesmo que ela ficou contente por me ver, assim como eu fiquei por vê-la. Já falei dela no outro blog, baptizei de Gata. Isto porque me ofereceu no natal um cartão com um gatinho. Como ela sabia que eu gosto de animais. Uma vez ofereci-lhe para ela um desenho a lápis de uma chita mãe e o seu rebento. Não sou convencida, mas até estava giro. Acho que apesar das diferenças, sou muito parecida com ela, daí com tão poucas palavras ela me compreender. Às vezes penso nela como um exemplo a seguir.


O trabalho que já satura

Ontem não foi um dia bom no trabalho, tribulado. Sabem aqueles dias em que por mais que nos esforcemos não dá. É a saturação. Saturada de não poder fazer as coisas à minha maneira. Não é que queria mudar tudo, mas gostava de introduzir coisas que sei de outros sítios, para melhorar. Mas não querem, porque enfim…já trabalham assim há x anos, e não é agora que vão mudar. Resumindo sou eu que me tenho de adaptar e não resmungar. Só que há coisas que me confundem, e depois fico sem saber bem o que fazer. E depois também não tenho Internet, ora tenho que estar dependente dos outros. :P Ora vai chegar a uma altura que vai ser caótica. Mas então o patrão tem medo que percamos tempo na Internet. Até parece, com o trabalho que temos, que o vamos fazer.

Mas ontem até foi melhor que sexta. Na sexta tive momentos que até me apetecia chorar, mas claro que não chorei no trabalho. Saturação. Chega a um momento que já nem sei o que faço aqui, tenho um trabalho que no fundo não gosto. Mas como não tenho mais nenhuns estudos, nem experiência é o que se arranja. Se começar de novo, ganharia muito pouco, e isso também não é nada motivante. Pois! Motivação, precisava disso. Se por exemplo ganhasse bem, já era alguma coisa. Mas hoje vejo bem, que mais vale não ganhar bem e fazer o que se gosta, do que ganhar muito e não se gostar do que se faz. E também o ambiente de trabalho influencia muito.

Mas é difícil, novamente sou a que não tem ninguém, a que ninguém quer. Eu sei, estou armada em coitadinha, mas custa! Quer dizer tudo de uma só vez. Problemas com o dinheiro, problemas com a vida sentimental. Férias! Sim era isso que queria. E custa, ter alguém, e depois passamos a não ter significado nenhum. Juro que não compreendo. Não consigo compreender. Só sei que tudo o que queria era a minha história, a minha fantasia tornada realidade. E para tal, bastava-me ter alguém que gostasse de mim de verdade, e eu dele. Bastava que fossemos fieis, amigos, confidentes, etc. Eu sei estou a bater no ceginho. Mas custa tanto. Já sei o que é estar sozinha. As pessoas falam falam, mas não as vejo sozinhas, por vezes até preferem ter um relacionamento que não está a dar certo, do que ficar sozinhas. Enfim…tenho é de me deixar de lamúrias.


domingo, 14 de fevereiro de 2010

"Sexo Virgem"

No Blog de Osho li uma vez o seguinte, que achei muito interessante e lindo, aqui vai:

"Sexo Virgem" (publicado no dia 12/02/2009)

"O foco deveria ser o amor. Você ama uma pessoa, compartilha o ser dela, compartilha o seu ser com ela, compartilha o espaço. Amor é exatamente isto: criar um espaço entre duas pessoas - um espaço que não pertence a nenhuma, ou pertence a ambas, um pequeno espaço entre duas pessoas onde ambas se encontram, se misturam e se fundem. Esse espaço nada tem a ver com o espaço físico. Ele é simplesmente espiritual. Nesse espaço você não é você, e o outro não é o outro. Ambos entram nesse espaço e se encontram. Existe um tipo de sexo que de maneira nenhuma é sexual. O sexo pode ser belo, mas a sexualidade nunca pode ser bela. Sexualidade significa sexo cerebral - pensar sobre ele, planejá-lo, administrá-lo, manipulá-lo, mas o básico que permanece no fundo da mente é que a pessoa está abordando a outra como um objeto sexual. Quando a mente nada tem a ver com sexo, então ele é um sexo puro, inocente, um sexo virgem. Esse sexo pode algumas vezes ser mais puro que o celibato, porque, se um celibatário pensa continuamente em sexo, não se trata de celibato."

Fonte: Osho, em "Osho Todos os Dias - 365 Meditações Diárias"

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Um passeio na praia

Hoje como ao contrário de ontem até fez bom tempo. Sempre se abriu no céu uns raios de sol, e lá foi dar um pulinho à praia. Decidi não ir a nenhuma praia que me trouxesse recordações, senão era pior. Queria mesmo era aproveitar o sol, e ver se melhorava. Levei comigo o livro “Paula”, que está mesmo quase no fim. Demoro tanto tempo a ler, mas também entrecalo com outros livros. Mas também ler cansa-me a vista. Eu sei, eu sei, andar no computador também cansa a vista lol, mas enfim…também gosto de escrever.

Na praia lá se viam alguns casais, mas poucos. Mas amanhã é que não deve ser bom dia para sair, pois vai ser só casalinhos babados. E eu…só. É que já satura. Ainda na sexta, uma cliente a dizer, não se esqueçam que Domingo é dia dos namorados. E eu…pois!!! Já não me basta as colegas falarem nisso também tenho que ouvir dos clientes. Será que todos têm que ter namorado, e quem não tem é um anormal??!! É que é nestas situações que me sinto diferente, ainda mais.

Enquanto estava lá a ler o livro, ou apenas a olhar o mar, lá vieram dois cães ter comigo. Às vezes parece que os animais me entendem, que sentem quando não estou bem. Ok! Pode ser só impressão, mas sei lá…pelo menos são sinceros, mostram logo que o que são. Já os gatos não acho que sejam iguais, por isso gosto mais de cães.

Lembro-me ainda de um dia que foi mordida por um cão. Ya! Mas era pequenino. Mas foi falso, não ladrou, e apareceu enquanto estava de costas. Era mau como os donos, que não batiam bem da tola. Enfim…eu também não sou muito sociável, mas acho que há pessoas bem piores. Pessoas que não são humildes, que são armadas em boas, e que prontos! Não são simpáticas.

Falando nisso, tenho uma vizinha, praticamente da mesma idade, que só me fala quando lhe dá na cabeça. Melhor falava quando comecei a trabalhar no primeiro emprego que tive, isto porque já era algo conceituado. Ainda na semana passada, ela passou por mim, olhou, e eu ainda pensei se falava ou não, mas decidi que não, pois ela também não falou. Pois…até é vergonhoso falar-me, pois vai se lá saber onde trabalho agora, né!. Pensam quem é paranóia minha, mas não. Porque quando trabalhava no campo, com os meus pais, perto da casa dela, ela passava e não falava, era como se eu fosse mesmo inferior. Tem o nariz empinado. Já os pais dela é a mesma coisa. Já outra vizinha, mais nova, que nem sei o nome, só a vi duas vezes e fala-me. É que infelizmente já me aconteceu falar para paredes, então decidi que agora só falo a quem me falar, ou melhor a quem eu sei que me vai falar. Não gosto nada disso, pessoas que pensam que são que os outros. Não tenho que ter vergonha de não ser rica, nem de ter trabalhado no campo. Para ser sincera é motivo de orgulho, pois acabamos por ver a vida de outra maneira, dar mais valor a coisas simples.

Há pessoas que têm vergonha de serem pobres. Ya! E o povo português penso que tenha um pouco a maneira da riqueza, daí tanto endividamento. O pá! Temos de nos aperceber que não podemos ter tudo, e que temos que ser poupados, não é vergonha nenhuma poupar. Mas então é só criticar quem poupa; mas claro! Avareza também não é bom. Nem oito nem oitenta. Mas se as pessoas pensassem mais como dá trabalho fazer pão, semear o trigo, apanhar, etc etc, então certamente não andariam por aí a jogar pão, né! Se o pão está duro, façam soupas lool.

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